quinta-feira, 30 de junho de 2016

Gear 360 e Gear Fit2 da Samsung chegam hoje ao mercado brasileiro !

Em um evento realizado hoje na cidade de São Paulo, a Samsung anunciou o lançamento comercial da câmera Gear 360 e da pulseira para fitness Gear Fit2 no mercado brasileiro. Ambos os produtos poderão ser comprados em lojas virtuais parceiras a partir de hoje, bem como no próprio site da Samsung e em algumas de suas lojas físicas espalhadas pelo país.
A Gear 360, como o nome sugere, é capaz de gravar vídeos em 360° sem nenhum tipo de “truque” na movimentação do aparelho, e a resolução máxima é 4K. Segundo a fabricante, uma gravação nessa resolução consome cerca de 1 GB de espaço a cada dois minutos. O conteúdo pode ser consumido em dispositivos de realidade virtual mais simples, como Gear VR ou Google Cardboard, mas também em modelos de alto desempenho, como o Oculus Rift e o HTC Re Vive.
O preço inicial dessa câmera no Brasil é de R$ 2.599, mas no momento dessa publicação, ainda era difícil de encontrar o produto à venda na web. Enquanto isso, confira as especificações:
  • Câmera: duas câmeras fisheye CMOS com 15 MP
  • Processador de imagem: DRIMe5s
  • Vídeo: MP4 (H.265); lente dupla de 3840 x 1920 (30 quadros por segundo)
  • Imagem: JPEG; lente dupla: 30 MP (7776 x 3888)
  • Áudio: Codec: MP3/AAC/AAC+/eAAC+; formato: MP3, M4A, AAC, OGG
  • Memória: cartão microSD de até 128GB
  • Tela: 0.5” (72 x 32) PMOLED
  • Modo de captura: Vídeo, Foto, Time Lapse, Vídeo em loop; modo de câmera: modo de lente simples e dupla
  • Configuração da câmera: nitidez, equilíbrio de branco, HDR, EV, limite ISO, Wind Cut
  • Certificação IP53 de resistência à poeira e água
  • Conectividade: WiFi 802.11 a/b/g/n/ac (2.4/5GHz), WiFi Direct, BT v4.1, USB 2.0, NFC
  • Sensor: acelerômetro, giroscópio
  • Bateria: 1.350 mAh íon-lítio (140 min de gravação).

Gear Fit2
O segundo produto do dia, a Gera Fit2, foi lançada no exterior separadamente da Gear 360, mas agora também deve chegar ao comércio virtual brasileiro ainda hoje pelo preço de R$ 1.299. Segundo a Samsung, a bateria da nova pulseira é capaz de durar de um a dois dias de uso intenso, e ela recebeu uma série de atualizações em relação ao modelo anterior.
O design do produto foi melhorado significativamente, não só em aparência, mas também em conforto. A segunda geração deve ser muito mais confortável para usar por contar com bordas arredondadas e de um material de mais qualidade na carcaça e na pulseira. No Brasil, teremos disponíveis as cores rosa, preto e azul.
A tela agora é bem mais espaçosa apesar de o aparelho em si não ter sofrido alterações nas suas dimensões. Ela tem 1,5’’ e tecnologia AMOLED, e a interface do Tizen para a Gear Fit2 foi remodelada.
O software foi completamente adaptado para uso sempre na vertical, deixando a situação toda mais confortável. Na versão anterior, determinadas informações e botões apareciam na horizontal e outros na vertical. Isso sem contar que o visual ficou mais minimalista e semelhante ao que vimos no Gear S2.



Não era Nutella! Nome do novo Android agora é 'Nougat' !

Durante a I/O 2016, a Google deveria ter anunciado o nome do novo Android, mas decidiu dar para o público a chance de participar da escolha. Hoje, entretanto, a empresa fez ao núncio oficial sobre o assunto, e o Android N passará a ser chamado agora de “Android Nougat”, ou Android Torrone, caso você prefira a versão abrasileirada. Portanto, nada de Nutella!
A estátua do doce já está colocada na sede da Google no mesmo lugar em que ficava a do Android Marshmallow, o qual se juntou às demais estátuas antigas em outra parte do campus de Mountain View.
Por enquanto, não há qualquer novidade para o sistema operacional para acompanhar o anúncio oficial do nome. A versão estável do Android Nougat, junto com todas as novas ferramentas (área de notificações remodelada, multitarefa em tela dividida etc.…), deve ser apresentada em um evento ainda não confirmado entre o terceiro e o quatro trimestre deste ano.
Confira quais outras opções de nome a Google poderia ter usado:
Nessa oportunidade, a empresa deve apresentar ao mundo também os novos smartphones e um possível tablet Nexus. Acredita-se que, pelo menos dois deles, sejam produzidos pela HTC, o que mais uma vez deve impedir que eles sejam lançados no Brasil. Contudo, mesmo sendo feito pela LG, o atualNexus 5X nunca chegou ao nosso mercado.



Sony não deve seguir passos de mobile, PCs ou Xbox com o PlayStation 4 Neo:

Um dia dedicado a reuniões e apresentações dos negócios aos investidores pode parecer, inicialmente, algo chato e que inunda sua mente de números e dados estatísticos. Porém, no caso do Investor Day da Sony, o evento pode significar algumas novidades interessantes sobre o PlayStation 4 Neo e a respeito dos planos da empresa no mercado de games. Tudo isso porque Andrew House, o atual chefão do grupo japonês, foi à Tóquio para tirar algumas dúvidas pontuais a respeito do que significa essa nova versão do PS4.
Em primeiro lugar, aos mesmos moldes do que Phil Spencer falou há alguns meses, o executivo quis deixar claro que o lançamento de um vídeo game com hardware mais parrudo não quer dizer que a prática vai se tornar padrão no mercado ou seguir os moldes dos setores de PC e mobile. Afinal, nesses segmentos, o público está acostumado a trocar peças ou produtos inteiros em períodos bastante curtos – de um a dois anos, um ciclo bem reduzido em comparação com o que se vê tradicionalmente nos consoles.
Ele também lembrou que essa é a primeira vez que a companhia investe em uma estratégia como essa e que o objetivo não é forçar uma mudança de geração completa ao oferecer o novo hardware – dando força à conversa de que o PlayStation 4 e o Neo vão conviver amigavelmente e rodar os mesmos jogos. Assim, a ideia é que o novo vídeo game sirva como uma ferramenta para a introdução de tecnologias mais refinadas, sem que, para isso, a Sony tenha que esperar pelo fim da vida útil do seu equipamento atual.
Concordando com a adversária? Em partes
Ao mesmo tempo em que o CEO concorda com o chefão do Xbox em alguns aspectos dessa nova fase da indústria gamer, em outros assuntos a divergência também fica clara. Questionado se a unificação das plataformas promovida pela Microsoft – juntando o Xbox One e os PCs com Windows 10 sob uma mesma bandeira – seria uma ameaça para a Sony ou se teria alguma influência sobre os planos futuros da empresa, House respondeu que a marca ainda acredita na força das suas decisões para o setor.
“Sim, houve uma grande ênfase do pessoal da Microsoft no crossplay entre Xbox e PC. Ainda vai ser preciso ver se há realmente uma grande demanda do público por isso”, explicou o executivo, falando que prefere não comentar mais a fundo a estratégia da concorrente. “No entanto, não vemos isso afetando ou indicando mudanças no nosso processo. Sempre acreditamos que um ecossistema proprietário que oferece uma experiência sólida ao cliente é o melhor caminho a se tomar”, finalizou.
Será que ambos os lados estão certos em disponibilizar um tipo diferente de plataforma para seus usuários ou veremos uma mudança na balança do mercado de consoles no futuro próximo?

QUAIS OS PRÓXIMOS PASSOS DE UM MERCADO INOVADOR E ÁGIL? TENTAMOS RESPONDER ESSAS PERGUNTAS COM 4 GRANDES POSSIBILIDADES RELACIONADAS AO SEGMENTO:

Não é segredo que o segmento da tecnologia está entre os mais difíceis para se acompanhar novidades e possibilidades que surgem quase diariamente. E não se trata apenas da criação das novas tecnologias, mas da forma com a qual sistemas e soluções “antigas” podem ser reinventadas e transformadas em um novo acessório importante.

Listamos tecnologias e evoluções que podem se tornar diferenciais em um sistema de gestão, otimizando ainda mais o fluxo de dados dentro da empresa e tornando mais simples a tomada de decisões assertivas.

Internet das Coisas:

A Internet das Coisas – The Internet of Things (IoT) – é um termo bastante difundido no meio, mas, por vezes, pouco entendido. Em uma definição simples, trata-se de conectar equipamentos e acessórios à internet e aproveitar essa relação para colher dados sem a necessidade de interação humana.
Os equipamentos de uma fábrica, por exemplo, podem estar conectados aos sistemas de gestão e atualizarem seu desempenho de forma automática. Dessa forma, as soluções de gestão podem oferecer dados em tempo real, permitindo a identificação de dificuldades que afetam a produtividade e encontrando soluções que não estariam à vista sem essas informações.

Análise de Big Data:

O volume de dados existente em uma empresa e, na internet, é enorme – e existe a possibilidade de aumento em função da Internet das Coisas. Grande parte dessas informações ainda é subutilizada, embora possa conter detalhes importantes sobre o desempenho das empresas.
A tendência é que as ferramentas de gestão facilitem a tomada de decisões assertivas a partir de dados atuais, referentes ao desempenho de uma área ou da empresa como um todo. No futuro, os sistemas de gestão devem estar alinhados a esse volume de dados e permitir mostrar os indicadores necessários de cada companhia, permitindo abordagens mais inteligentes e alinhadas às estratégias empresariais.

Tecnologia para vestir:

Tablets e smartphones já transformaram a forma como é possível colher dados pelas empresas. Uma das possíveis evoluções nesse sentido, seja da chamada “Tecnologia para vestir”, ou com os óculos e relógios inteligentes (smart watches), devem movimentar cerca de US$ 10 bilhões em 2016, conforme o Instituto Gartner.
Esses novos dispositivos tornam ainda mais simples o acompanhamento de áreas mais braçais, por exemplo, permitindo ao sistema de gestão ofertar um painel real da produtividade e do andamento das operações – e até mesmo da saúde dos colaboradores em uma visão ainda mais futurista.

Abertura para a inovação:

Não se trata de uma novidade, mas o mercado de tecnologia demanda que se acompanhe de perto novas ferramentas – ou mesmo novos usos de tecnologias já desenvolvidas. Nesse sentido, um sistema de gestão deve antecipar tendências de mercado e estar atento ao que pode transformar a maneira de gerir uma empresa.
Contar com uma ferramenta de gestão com escala mundial, que antecipa e acompanha as novidades de mercado, como o Sage X3, torna-se mais seguro e eficiente para grande parte das empresas, especialmente em uma comparação com companhias que pretendem desenvolver seus próprios sistemas, que, em questão de um ou dois anos, podem estar defasados sem o investimento em novas tecnologias ou inovação.

'Brexit' pode aumentar o preço da tecnologia no Brasil :

Brexit" foi a designação escolhida para ilustrar o encerramento dos vínculos do Reino Unido com a União Europeia. Se você acha que isso não tem nada a ver com o Brasil, está engano. Alguns mercados já estão sentindo a influência da decisão, e o nosso país também pode acabar sofrendo — principalmente na área de tecnologia da informação.
Como relata o CW, o mercado de tecnologias de informação e comunicação da América Latina pode sofrer consequências a médio e longo prazo. "Como resultado dos muitos investidores à procura de investimentos de qualidade, é esperado que o dólar se valorize frente às moedas locais dos países latino-americanos”, comentou Sebastian Menutti, analista da Frost & Sullivan LATAM.
Sobre o assunto, Ignacio Perrone, gerente da indústria de transformação digital da mesma companhia, comentou que "em termos gerais, o Reino Unido não é muito elevado no ranking de destinos de exportação ou de fontes de importação para países latino-americanos”, então, "o impacto de curto prazo do Brexit não seria tão grande”.
O brexit pode até retrair alguns mercados.
Porém, é o investimento em mercados emergentes que deve cair após um curto período, como explica Perrone, já que a saída do Reino Unido poderá ser mais aguda no que toca a fuga de investimentos. ''Se isso acontecer, os fluxos financeiros globais vão escolher títulos do Tesouro dos EUA ou outros investimentos de qualidade ao invés dos mercados emergentes”, disse.
Sem investimento em mercados emergentes, a tecnologia da informação e comunicação pode sair mais cara para empresas, o que atrasa e até pode retrair alguns mercados. Ainda falta dois anos para o Brexit ser concretizado, então, podemos esperar muitas especulações até a data final.
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Não caia nessa: mensagem antiga do Facebook volta a assombrar o feed !

Em 2012, o Facebook havia sido contaminado por um boato bastante irritante que acabou enganando várias pessoas nessa época. O que chateou muita gente foi o fato de o hoax ter se espalhado por meio do feed de notícias, alcançando milhares de pessoas em pouco tempo. Para nossa tristeza, parece que essa "praga" está voltando com força total, iludindo ainda usuários.
O boato que está sendo compartilhado na rede social é de que o Facebook é, agora, uma entidade pública, possuindo a permissão de divulgar, copiar, distribuir ou tomar qualquer informação compartilhada na plataforma. Isso só poderá ser impedido caso a pessoa poste uma mensagem informando que não deseja que seus dados sejam utilizados para outros fins. Como muitos devem imaginar, esse boato é mentira, mas tem enganado muita gente na rede social.
O conteúdo original da mensagem segue conforme o texto a seguir, substituindo apenas o "X" pela data de postagem:
EU TAMBÉM NÃO AUTORIZO !!! A partir de “X” de junho de 2016, não dou permissão ao facebook ou às entidades associadas ao facebook para usar minhas imagens, informação ou publicações, tanto do passado como do futuro. Por esta declaração, dou aviso ao facebook que é estritamente proibido divulgar, copiar, distribuir ou tomar qualquer outra ação contra mim com base neste perfil e / ou seu conteúdo. O conteúdo deste perfil é informação privada e confidencial.
Nota: O Facebook é agora uma entidade pública. Todos os membros devem publicar uma nota como esta. Se preferir, pode copiar e colar esta versão. Se não publicar uma declaração pelo menos uma vez, estará permitindo o uso de suas fotos, bem como a informação contida nas atualizações de status do perfil. Não compartilhe. Você tem que copiar e colar.

Entenda

Para começo de conversa, o Facebook não é uma "entidade pública". Desde 2012, a rede social se transformou em uma empresa de capital aberto, com ações sendo negociadas na bolsa de valores. Portanto, isso já invalidaria completamente essa ameaça de que Mark Zuckerberg estaria interessado em usar os seus dados para outros fins.
Sobre o caráter público de todas as informações compartilhadas, é preciso ir um pouco mais a fundo para entender a questão. As imagens que você joga no Facebook, por exemplo, são "públicas" se considerarmos que qualquer pessoa que as visualize pode – mas não deveria – baixar e as utilizar como bem entender. A própria rede social fala sobre como as informações estão protegidas sobre direito de uso, mas o discernimento do usuário deveria ser o principal filtro.
Você é proprietário de todo o conteúdo e informações que publica no Facebook, e você pode controlar como eles serão compartilhados por meio das suas configurações de privacidade e aplicativos. [...]
Ao publicar o conteúdo ou informações usando a opção Público, significa que você permite que todos, incluindo pessoas fora do Facebook, acessem e usem essas informações e as associem a você (isto é, seu nome e a foto do perfil).
Caso você não queira que as suas informações seja compartilhadas em caráter público – para todos os visitantes da rede social –, é preciso modificar o tipo de postagem clicando no cadeado ao lado do editor de mensagem. Ali você pode escolher se o conteúdo poderá ser visualizado apenas por amigos, amigos dos amigos ou por todos.
Portanto, não caia nesse hoax que está se disseminando novamente pelo Facebook. A rede social não se transformou em uma "entidade pública" e suas informações não serão utilizadas para fins maliciosas por Mark Zuckerberg. Mas fica o aviso: tome cuidado com tudo que você compartilha na grande rede. Se você sentiria vergonha de mostrar determinado conteúdo para a sua mãe/pai/responsável, o melhor mesmo é deixar guardado para você.
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Brasil caótico e cibercrime: entrevistamos o expert britânico Misha Glenny !

Quando falamos em cibercrime organizado e segurança na internet, Misha Glenny é um dos personagens mais icônicos no tema. Britânico, o jornalista de 58 anos já realizou palestras no TED — inclusive premiadas — a respeito do assunto, além de possuir um profundo conhecimento sobre o Brasil e o mercado negro.
Glenny veio ao país na última semana, e tivemos a oportunidade de conversar com ele para conhecer um pouco mais sobre esse mundo em que o especialista está mergulhado há tanto tempo.
O papo foi um pouco diferente: Misha veio para divulgar o novo livro “O Dono do Morro: um homem e a batalha pelo Rio”, que conta a história do traficante de drogas Nem, uma figura-chave na história do morro da Rocinha. Anteriormente, ele havia lançado o livro “DarkMarket, Como os Hackers se Tornaram a Nova Máfia”. Toda essa expertise, tanto sobre o crime tradicional quanto sobre cibercrime, permitiu que Misha tivesse uma visão ampla do assunto e, por isso, fugimos um pouco dos temas envolvendo o novo livro para buscar a opinião do jornalista sobre tópicos como segurança, FBI,Apple e Brasil.
Antes de você entender as palavras, é interessante saber a formação de Misha e como ele alcançou tantas informações nos últimos anos.

Quem é Misha Glenny?

Entusiasta de assuntos cibernéticos e especialista no assunto, o britânico se interessou por segurança virtual e crime organizado desde que iniciou sua carreira após a graduação na Universidade de Bristol. Foi correspondente do The Guardian e, posteriormente, da BBC, sempre atrelado a assuntos amplamente familiares aos seus conhecimentos.
Também ator e pai de três filhos, Misha realiza palestras espirituosas e inspiradas, que mostram sua experiência de campo e seu embasamento em pesquisas sobre o tema – além, é claro, do típico humor que marca as falas do comunicador, que também assina os livros “MCMAFIA: Crime sem Fronteiras” e “Mercado Sombrio: o Cibercrime e Você”, entre outras obras. Participou de vídeos da TED, dos quais podemos ressaltar a edição “Hire the Hackers”, uma profunda abordagem sobre o papel deles na sociedade.
Na época em que atuou na BBC, o jornalista foi correspondente durante a guerra na antiga Iugolásvia (atual Sérvia e Montenegro) e cobriu pautas de cunho sociopolítico que ofereciam alto grau de risco em função da delicadeza do assunto. A queda do comunismo, ao final da Guerra Fria, foi o estopim para que Misha se engendrasse em tópicos relacionados ao crime organizado. Foi aí que ele começou a se tornar um expert no tema.
Investigação do mundo do cibercrime:
Tradicionalmente domínio da máfia internacional, o crime organizado tem sido eclipsado pela segurança virtual, assunto que toma conta das discussões acerca de privacidade e exposição de informações. O que Misha faz é conseguir condensar tudo isso a partir de um espectro sociopolítico e, de certa forma, cultural.
Hackers se alocam em todos os pontos do globo.
Mais do que um autor, jornalista e acadêmico, o especialista, que começou a adentrar o submundo após o fim da Guerra Fria, se destaca por ter tido encontros pessoais com hackers, fato que deu uma visão holística a Misha, fluente nos idiomas alemão, eslavo e tcheco e também capaz de se comunicar em português.
Como os hackers se alocam em todos os pontos do globo, Misha utilizou sua expertise, supracitada, para conseguir se comunicar com diversas mentes desse mundo e, assim, aprofundar suas investigações na área. O jornalista é autor de cinco livros e está com o sexto no forno.

Crime tradicional x Cibercrime:

Tráfico de drogas, roubos e furtos, homicídios e latrocínios, dano e sequestro. Esses crimes podem ser enquadrados na área "tradicional". São realizados há muitos, muitos anos — e, infelizmente, também não devem acabar tão cedo. Normalmente brutas e pouco sofisticadas, essas transgressões contrastam diretamente com o cibercrime, um sistema que vem crescendo paulatinamente após o boom entre os anos 2000 e 2010.
A única proximidade de ambos os tipos é a organização. Contudo, elas ainda diferem em vários pontos: "Há uma grande diferença aqui. No crime organizado tradicional você precisa ser capaz de usar a violência", explica Misha. "Não no cibercrime. Nele, você não precisa da violência. A psicologia por trás é diferente, as pessoas envolvidas são diferentes e, no final das contas, o negócio é diferente", disse.
O cibercrime é muito mais sofisticado e organizado.
O jornalista comenta que a maioria dos hackers começa a "trabalhar" muito cedo, enquanto ainda são bem jovens. Enquanto isso, a maioria dos criminosos tradicionais começa um pouco mais tarde — lembre-se que sempre existe a exceção. Glenny, por exemplo, cita que cibercriminosos costumam entrar nesse mundo por volta de 13, 14 anos.
"No começo deste século, os cibercriminosos trabalhavam sozinhos por muito tempo. Então, com a presença de sites de interação e o mercado negro, eles começaram a se juntar para realizar crimes em comum. Porém, muitos deles ainda trabalham sozinhos, principalmente em infrações mais leves".
Outro ponto sobre a organização é que "ela realmente é mais organizada, no sentido literal da palavra". Misha explica que "as pessoas que participam têm uma função, uma expertise. Existem especialistas em engenharia de software, em lavagem de dinheiro, desenvolvedores e pessoas com habilidade de criar ransomwares".
Definindo em uma frase: "É uma organização muito superior, que utiliza técnicas de hacking e até habilidades de mídias sociais para se organizar", declarou.

Como as empresas são atacadas:

Tráfico de drogas e armas, venda de cartões de crédito e dados de pessoas. Esses são alguns cibercrimes que acontecem. Contudo, o "ouro" atualmente se esconde em outro lugar. Hoje, as grandes companhias são a verdadeira Serra Pelada da internet.
"O número de empresas e companhias grandes que vêm sendo atacadas por ransomwares e extorquidas com pedidos de resgate é incrível. Os ataques estão tendo muito sucesso", disse Misha.
Ransomware é um tipo de malware que, quando entra em um sistema, restringe o acesso e cobra um valor "resgate" para que o usuário possa voltar a acessá-lo. Por exemplo, ao clicar ou baixar um arquivo malicioso, o computador de uma companhia é completamente compactado via criptografia. A empresa praticamente não tem como pegar novamente esses arquivos, a não ser que pague o valor estabelecido pelo cibercriminoso — normalmente em bitcoin. Um crime sofisticado, refinado, que não deixa traços, marcas ou trilhas de sangue.
A grande questão para as companhias é uma só: reputação.
Misha comenta que as empresas ainda não sabem como lidar corretamente com isso, que ainda existem vulnerabilidades gigantescas e que elas "gastam milhões" por causa de ransomwares. E o ponto-chave? Reputação. "A grande questão para as companhias é uma só: reputação. Perder um valor financeiro é substancial, mas perder uma reputação é pior ainda".
Glenny deixa claro que é preciso entender uma coisa: cibersegurança não é um luxo. Enquanto todos nós ainda pensarmos assim, a atividade criminosa online continuará crescendo muito.

FBI e NSA:

No começo deste ano, o FBI (Agência Federal de Investigação norte-americana) pediu para a Apple hackear um iPhone envolvido nos ataques em San Bernardino, em 2015 — no dia 2 de dezembro, 14 pessoas foram mortas e 22 ficaram gravemente feridas em um ataque terrorista no Inland Regional Center. Para quebrar a segurança do iPhone, a companhia de Tim Cook teria que desenvolver um software invasor.
Na época, a Apple comentou publicamente que criar um programa desse nível poderia "ser um passo sem precedentes que ameaça a segurança de consumidores". Por isso, aconteceu uma verdadeira batalha judicial entre FBI e Apple.
A questão era: um novo software que quebra a segurança de iPhones, mesmo que seja voltado para apenas um aparelho e para o FBI, abre um leque de possibilidades nada felizes para a segurança e a privacidade de usuários iOS — a ferramenta é "muito perigosa para ser criada", comentou Tim Cook, CEO da Apple.
Porém, pouco tempo depois, notamos que tudo não passou de um show midiático do FBI. Edward Snowden, ex-analista da NSA, comentou em entrevista para a Vice que a agência federal norte-americana possuía tecnologia suficiente para hackear o iPhone sem a ajuda da Apple. O que se viu foi, algumas semanas depois, o FBI admitindo que havia destravado o smartphone — e não, a Maçã não ajudou a agência.
O desejo de governos por controle é muito grande.
Misha explicou um pouco o modus operandi atual do FBI, mesmo admitindo que eles realmente andam buscando mais atenção da mídia, e citou o show no caso da Apple. "Uma das coisas que o FBI está tentando fazer é se tornar a principal ciberpolícia dos Estados Unidos. E eles estão tendo muito sucesso em monopolizar isso, já que têm força e influência nesse campo", explicou.
"O FBI tenta persuadir a Microsoft, a Google e a Apple a manter o backdoor acessível às forças da lei. Ele entende que a existência de criptografias é algo muito difícil às autoridades".
Após o comentário, foi um caminho fácil durante a entrevista para cairmos no assunto vigilância de massa. Para contextualização, antes de 2013, o assunto era tratado pela maioria das pessoas como "teoria da conspiração". Hoje, o jogo já começou a virar, principalmente quando Snowden revelou detalhes do programa de vigilância PRISM, desenvolvido pelos Estados Unidos em parceria com o Reino Unido.
O PRISM, um dos programas já conhecidos, permite que os funcionários da NSA (Agência de Segurança Nacional norte-americana) coletem dados de usuários conectados à internet. Ou seja, históricos de buscas, conteúdo e troca de emails, transferências de arquivos, fotos, vídeos, documentos, chamadas de voz e video, chats, informações de redes sociais e senhas colocadas em sites são dados facilmente obtidos.
"A NSA perseguiu um caminho muito mais complicado ao exceder os limites. Eles têm a questão da autoestima e colocaram muita vigilância sem motivo sobre muitos americanos. Foi um excesso de vigilância nos Estados Unidos e também na Europa". Tudo isso, segundo o jornalista, pode ser encarado como uma grande vontade de governos controlarem a internet e, consequentemente, o povo.
"O desejo de governos por controle é muito grande. As pessoas precisam aprender a se proteger, e não se expor. Nós queremos segurança, mas não queremos o governo nos vigiando", disse. Misha ainda alerta que é preciso ficar atento: "Estamos acessando e desenvolvendo gadgets de maneira tão rápida que as vulnerabilidades estão crescendo junto".
Sobre nós, brasileiros:
Como citamos no começo da matéria, Misha possui um conhecimento profundo sobre o Brasil. Isso permitiu que ele também comentasse um pouco sobre o atual momento político e sobre como isso se reflete na área da segurança.
Para Misha, o momento é caótico. Anatel, operadoras, impeachment e investigações. Tudo isso faz parte de um pacote: "No caso do Brasil, vendo o Marco Civil, por exemplo, e os desafios que isso acarreta em um momento caótico para o país, se me permitem ser bem honesto, reflete a situação caótica do Brasil como um todo", comentou o jornalista.
O ambiente brasileiro é instável para o foco em segurança, segundo Misha. Temos coisas mais importantes para resolver ou diminuir, como a criminalidade ou a corrupção instaurada em diversas esferas da sociedade.
É necessário entender que o brasileiro não deve abrir mão da segurança e de como lidar com a própria privacidade, contudo existem forças maiores em curso que devem ser priorizadas.

Reflexão sobre segurança virtual se faz necessária:

O nosso bate-papo com Misha mostrou algumas facetas amplamente abordadas aqui no TecMundo. A cibersegurança não é um aspecto de Hollywood e jamais deve ser encarada dessa forma; trata-se de um assunto que envolve diversas esferas: governo, hábitos dos “inocentes”, hackers, pesquisadores, jornalistas, investigadores.
Nesse contexto, o Brasil se posiciona de maneira proeminente e tem uma comunidade ativa de especialistas na área. Órgãos como FBI e NSA, em contraste com gigantes do calibre de Microsoft, Apple e Google, além das diversas alcunhas atribuídas ao mundo cibernético, apresentam um modus operandi específico e que, por vezes, é questionável.
O jogo é outro. “1984”, de George Orwell, é um livro atemporal sobre questões relacionadas à nossa exposição, segurança virtual e outras. É de lá que nasceu o “BB” – o “Big Brother” que a todos vigia. Orwell acertou no que toca à vigilância. Contudo, hoje ela acontece de maneira mais refinada, dissimulada e enrustida. Não temos telas nos vigiando na sala de estar. Temos todo o resto.
  • Esta reportagem foi escrita pelos jornalistas Felipe Payão e Bruno Micali.

Misha Glenny estará no Brasil em agosto:

Quem quiser conferir de perto os insights que Misha tem a transmitir terá a oportunidade nos dias 2 e 3 de agosto deste ano, durante a Conferência Segurança e Gestão de Risco 2016, do Gartner Inc., uma das líderes mundiais em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia. O evento acontecerá no Sheraton São Paulo WTC Hotel, na capital paulista.
“Conforme as empresas se movem em direção às novas tecnologias, os profissionais de segurança da informação precisam perceber que a abordagem antiga de controlar tudo simplesmente não vai mais funcionar”, afirma Claudio Neiva, diretor de pesquisas do Gartner e Chairman da conferência.
Segundo o analista, Segurança da Informação é uma das 10 prioridades dos CIOs (Chief Information Officer) globais para este ano, uma vez que ataques e ameaças estão cada vez mais sofisticados, colocando os negócios das empresas em risco. Estima-se que existam dois tipos de empresas no mundo: as que sabem que já foram “hackeadas” e as que ainda não sabem – bola cantada por Misha na entrevista.
A Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos 2016 terá workshops, reuniões, apresentações, sessões e mesas-redondas que orientarão as empresas sobre “Segurança na Nuvem Pública e Privada”, “Cybersecurity”, “Crise – Comando e Gestão de Incidentes”, ”Governança, Risco e Compliance”, “Estratégia de Segurança e Risco”, entre outros temas.
A conferência terá analistas brasileiros e estrangeiros. Misha Glenny será um dos palestrantes convidados para o evento. Os participantes podem fazer download do aplicativo do Gartner Eventsem seus smartphones para personalizar suas agendas e não perder as novidades de interesse.
  • Palestra: dias 2 e 3 de agosto (terça e quarta-feira) 
  • Endereço: Sheraton São Paulo, WTC Hotel, que fica na Av. das Nações Unidas, 12.559
  • Inscrição: email para brasil.inscricoes@gartner.com ou telefone para (11) 5632-3109
  • Site do evento: gartner.com/br/security
  • Preço: R$ 4.025 pelos dois dias (R$ 475 de desconto para inscrições até o dia 1° de julho, totalizando R$ 3.550)



FONTE(S)

E agora? Apple leva processo bilionário de homem que diz ter criado o iPhone em 1992 !

A Apple acaba de se tornar alvo de um processo bilionário dos mais bizarros envolvendo sua famosa linha de smartphones. O caso da vez surgiu com uma ação judicial feita por Thomas S. Ross, um residente da Flórida, nos EUA, que alegou que a empresa estaria infringindo os direitos de uma invenção feita por ele em 1992.
Em sua ação, Thomas afirma que a empresa teria roubado a ideia de uma de suas invenções, patenteada como ERB (sigla para “Dispositivo Eletrônico de Leitura”), na criação dos iPhones e, eventualmente, dos iPods e iPads. O aparelho consistia em um leitor de mídia com um visual relativamente parecido com nossos smartphones atuais, com uma enorme tela na frente e apenas alguns botões pequenos na parte de baixo, sendo pequeno o suficiente para caber na palma de sua mão.

Uma invenção que nunca viu a luz do dia

Por mais que realmente hajam certas semelhanças na invenção em comparação aos celulares atuais (embora ele se pareça mais com os Kindles clássicos), Ross só tem um pequeno probleminha para provar tudo isso: suas patentes nunca foram aprovadas. O fato é que ele simplesmente não pagou as taxas necessárias para isso, o que fez com que seu pedido fosse dado como abandonado em 1995.
Isso não impediu Thomas de prosseguir com sua ideia, entretanto. Assim, ele adicionou seus desenhos originais ao processo como prova de sua tese, pedindo que seja feito um julgamento com júri para o caso. Resta agora esperar para ver o resultado, mas fica difícil acreditar que ele tem chances de ganhar sendo que nenhuma de suas invenções chegou nem mesmo a sair do papel.

A transformação do aerofólio desse Porsche parece coisa do futuro !

Através de um novo vídeo em seu canal oficial, a Porsche revelou um novo conceito de carro esportivo que traz uma bela "cereja de bolo". O Panamera Turbo é um veículo que foi redesenhado do começo ao fim, trazendo como destaque um aerofólio retrátil que se monta de forma automática como se fosse uma armadura do Homem de Ferro.
A descrição do Panemera Turbo pela Porsche parece ser bastante conservadora: "as 'asas' também se separam e expandem, providenciando uma maior área adicional". Uma frase mais fiel poderia ser: "esse aerofólio insano se monta sozinho e parece ser coisa de ficção científica". O GIF abaixo explica bem porque essa descrição é melhor.

Porsche Panamera Turbo

A Porsche revelou oficialmente a segunda geração do Panamera nesta semana, modelo que entra em pré-venda na Europa com preços a partir de 113 mil euros (o equivalente a R$ 413 mil sem considerar os impostos). As primeiras unidades desse esportivo começarão a ser entregues ainda em novembro para a alegria dos proprietários desse belo carro.
Entre as novidades do novo Porsche Panamera Turbo – além do design único e renovado –, podemos destacar uma gama completa de motores turbo e a tração integral para todos os modelos de linha. Estamos diante de 2.9 V6 biturbo de 440 cv de potência e 56,1 kfgm de torque para o 4S, um 4.0 V8 biturbo de 549 cv e 78,5 kgfm para o Turbo e um V8 diesel também biturbo de 421 cv e 86,6 kgfm. Todas as versões são equipadas com câmbio automático de dupla embreagem e oito velocidades.






Internauta cria bazuca laser que pode até cegar uma pessoa !

Já imaginou uma bazuca a laser funcionando? Agora não precisa mais imaginar porque isso já existe. Em um vídeo do Youtube, o canal styropyro mostrou o funcionamento da arma pode causar desde um grande incêndio até a cegueira de quem for atingido pelos feixes de luz nos olhos.
A invenção conta com 200 watts de potência, o que ultrapassa em 400 vezes o nível máximo de tolerância de dispositivos a laser nos Estados Unidos (0,5 watts). Para efeito de comparação, um laser comum, como aqueles utilizados em salas de aula, possui 0,005 watts.
A arma foi montada com equipamentos reciclados e utiliza uma lente de aumento que intensifica a luz de quatro projetores DLP instalados e que foram comprados no Ebay. O feixe de luz ininterrupto foi testado com alguns objetos e mostrou ser devastador.


AMD lança nova placa gráfica preparada para a realidade virtual !

A norte-americana AMD revelou nesta quarta-feira, 29, sua nova placa gráfica. Trata-se da Radeon RX 480, um modelo desenvolvido para suportar as pesadas imagens de games e experiências em realidade virtual no Oculus Rift.
Segundo a AMD, a Radeon RX 480 tem versões com memória VRAM de 4 e 8 GB, além de GPU Polaris 10. A unidade de processamento roda a 1.266 MHz, com 2.304 processadores stream, 36 unidades computacionais e uma linha de comunicação entre memória e GPU que pode atingir 256 GB/s.
O modelo sai nos Estados Unidos custando US$ 200 na versão de 4GB (cerca de R$ 647 na cotação atual da moeda) e US$ 240 (R$ 775) na versão com 8GB. A ideia, segundo a fabricante, é "democratizar" o acesso à realidade virtyal com uma placa gráfica de alta performance e custo baixo para os padrões do mercado norte-americano.
Há também suporte a games em HDR e definição 4K. Não há, por enquanto, dara para o modelo chegar ao Brasil.

Nova bateria tem armazenamento quatro vez maior que as de íon-lítio:

Qual é a maior necessidade do usuário de smartphone? Energia suficiente para ficar o maior número de horas possível longe da tomada. Agora, cientistas da Canadian Light Source estão trabalhando em novas alternativas para substituir as baterias de íons de lítio — e parece que estão tendo sucesso nessa tarefa.
A alternativa em questão é o lítio-enxofre (Li-S), que pode armazenar até quatro vez mais energia por unidade de massa. Isso é possível pois o Li-S é mais durável e não esquenta tanto como as baterias atuais — assim, o ciclo de uso é maior.
Para combater os riscos de explosão e vazamento, os pesquisadores também criaram uma técnica de revestimento chamada deposição de camada molecular (MLD). Assim, as baterias podem trabalhar em alta temperatura sem riscos para os usuários.
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"Demonstramos que o revestimento de MLD oferece uma abordagem segura e versátil para baterias de lítio-enxofre e temperaturas elevadas", declarou Andy Xueliang Sun, cientista envolvido no projeto. Nos testes, as baterias Li-S tiveram um melhor desempenho em temperaturas de até 55 °C.
Para mais informações, você pode acessar o estudo aqui.
FONTE(S)

Empresa leva histórias da Bíblia a óculos de realidade virtual !

Uma empresa chamada Bible-VR anunciou, na última quarta-feira, 29, que está desenvolvendo um aplicativo que leva passagens da Bíblia a dispositivos de realidade virtual como Oculus Rift e Google Cardboard.
O app, que será lançado em 12 de julho nos Estados Unidos, contará com histórias curtas e imagens tridimensionais que levam o usuário aos locais retratados no livro. Além disso, também será possível participar de “salas de reza”.
As filmagens do material que gerará tudo isso estão sendo realizadas no Marrocos e em Israel. As imagens serão usadas para montar cenários que retratem, por exemplo, a divisão do Mar Vermelho e o nascimento de Jesus.
A empresa diz que a ideia é tornar a Bíblia acessível em uma linguagem mais aceita pelas novas gerações. E a Bible-VR não é a única se esforçando nesse sentido, já que recentemente um anônimo começou a traduzir o livro em emojis.

Político sugere automatizar o transporte para driblar greves!

DUBLIN, Irlanda - Uma das principais discussões em torno da automação de serviços é o medo de que o avanço tecnológico ajude a aumentar o desemprego, e agora um político de Dublin deu motivos para que pelo menos uma classe trabalhadora da capital irlandesa comece a temer.
Nesta semana, o conselho municipal aprovou uma moção sugerindo que as novas linhas de bonde da cidade sejam controladas por robôs, e uma das justificativas é que isso poderia impedir que o serviço seja interrompido em decorrência de greves.
Nos últimos meses, motoristas de Luas (um veículo leve sobre trilhos igual ao que está em implantação no Rio de Janeiro) cruzaram os braços várias vezes em protesto por melhores salários. Para o conselheiro Dr. Paddy Smyth, que apresentou a proposta de automação, a cidade não pode parar junto com os trabalhadores.
“Eu gostaria de lembrar à câmara de que o contribuinte ajudou esta cidade a contar com uma rede de bondes por um custo de € 750 milhões. É um kit muito caro para ficar ocioso durante 12 dias de ações industriais”, afirmou ele, conforme relatado peloTheJournal.ie.
O conselheiro fez questão de ressaltar que a aprovação da sua ideia não significa que os motoristas serão demitidos, mas ele sugeriu que a automação seja uma das opções para dias de greve.
Smyth lembrou ainda que tecnologias similares já estão em operação em linhas de ônibus de cidades como São Francisco (EUA), Lausanne (Suíça), Trikala (Grécia), Zhengzhou (China) e Wageningen (Holanda). Dá para incluir São Paulo na lista, já que a capital paulista tem uma linha de metrô operando de forma automatizada.
É preciso levar em conta, entretanto, que, apesar de funcionar de forma semelhante ao metrô, em Dublin o Luas compartilha espaço nas ruas com carros, ônibus, ciclistas e pedestres, então o eventual robô motorista precisa ser bom o suficiente para garantir que ele reconheça outros componentes pelo caminho.
Não há qualquer prazo para que a questão de automação seja colocada em prática, mas Dublin passa neste momento por obras para expandir as linhas de bonde, então pode ser que futuras composições sejam capazes de rodar sem motoristas. Vale ressaltar também que a cidade já conta com supermercados que têm caixas em estilo “self-service” e até no McDonald’s é possível fazer pedidos através de máquinas, sem precisar falar com atendentes.


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Rackspace simplifica adoção da nuvem para empresas entregando a Nuvem Privada Gerenciada em qualquer lugar !

SAN ANTONIO, TX, EUA – 7 de abril de 2016 – A Rackspace® (NYSE: RAX) anunciou hoje que as companhias podem executar uma nuvem privada totalmente gerenciada em qualquer data center do mundo sem o alto custo, os riscos e a carga operacional de operá-la por conta própria. Ao entregar o OpenStack® em qualquer lugar, a nova solução integrada de software, hardware e serviços pode atender a demanda de CIOs por serviços gerenciados para nuvens privadas nos seus próprios termos – atendendo aos clientes em cada passo de suas jornadas de nuvem, seja no data center do cliente ou de terceiros, em uma instalação de terceiros suportada pela Rackspace ou no próprio data center da Rackspace.
As companhias estão em uma jornada de transformação dentro e fora de seus data centers – adotando uma abordagem híbrida para nuvem pública e privada para entregar melhores experiências ao cliente, aumentar a confiabilidade e reduzir os custos operacionais e de infraestrutura. O OpenStack tornou-se rapidamente uma plataforma dominante para nuvens privadas, mas a complexidade e os custos de empregar talentos para implantar e operá-las por conta própria fez com que as empresas desejassem consumir o OpenStack como um serviço gerenciado.

COMO FUNCIONA

  • Os clientes implantam uma nuvem privada OpenStack projetada especificamente pela Rackspace em qualquer data center, em qualquer lugar do mundo, com um rack modular totalmente testado e integrado de hardware, software e serviços.
  • Especialistas da Rackspace gerenciam a implantação, fazem o monitoramento e a operação –de ponta a ponta– das soluções integradas e ajudam a integrar os clientes ao seu novo ambiente de nuvem privada OpenStack.
  • Por todo o caminho da pilha de serviço, a Rackspace estende o Suporte Fanático para a nuvem privada OpenStack do cliente – gerenciando totalmente o hardware, o software e a rede subjacente do OpenStack.
  • Os clientes recebem contratos de nível de serviço líderes do setor, combinados com a maiorexperiência operacional em OpenStack do mundo entregue pela Rackspace, suportada por uma garantia de tempo de execução da API OpenStack de 99,99%.
“Como um serviço de captura, gerenciamento e distribuição de mídia, é missão crítica para a Encompass Digital Media entregar uma experiência de usuário transparente e superior aos nossos clientes”, disse Robert Bond, vice-presidente sênior de engenharia de produto da Encompass Digital Media, Inc. “A capacidade da Rackspace entregar nuvens privadas OpenStack através de um modelo de serviço é importante porque nos permite implantar um serviço de infraestrutura de nuvem totalmente gerenciado para nossos clientes. A opção de implantar nuvens privadas OpenStack prontas para produção na localidade de nossa escolha pode melhorar nossa agilidade no mercado e reduzir os custos de aquisição. Utilizando o portfólio de produtos, a experiência em OpenStack líder do setor e a capacidade de entrega de nuvem gerenciada da Rackspace, a Encompass Digital Media agora pode se concentrar em seu negócio principal e na criação de novos fluxos de receita.”
“A Rackspace continua a quebrar as barreiras de adoção da nuvem no ambiente corporativo ao fornecer para as empresas ainda mais opções e flexibilidade na transformação de seus data centers. Com esta nova solução, a Rackspace está tornando o OpenStack possível para seus clientes, independentemente do ambiente”, disse Patrick Moorhead, fundador, presidente e principal analista da Moor Insights & Strategy. “Existe um aumento na adoção da nuvem híbrida e a Rackspace está operacionalizando e simplificando tudo isso com esta abordagem.”
A Nuvem Privada Rackspace baseada na tecnologia OpenStack agora está disponível no data center escolhido pelo cliente em várias regiões ao redor do mundo. Para saber mais sobre esta nova solução de software, hardware e serviços gerenciados visitehttps://www.rackspace.com/cloud/private/openstacksolutions e o Blog Rackspace.
 Sobre a Rackspace
A Rackspace (NYSE: RAX), a companhia número 1 em nuvem gerenciada, ajuda as empresas a explorar o poder da computação em nuvem sem os desafios e os custos do complexo gerenciamento de plataformas de aplicativos e da infraestrutura por conta própria. Os engenheiros da Rackspace fornecem conhecimento especializado em torno das principais tecnologias desenvolvidas pela AWS, OpenStack, Microsoft, VMware e outros, através de um serviço obcecado por resultados, conhecido como Fanatical Support®. A companhia possui mais de 300.000 clientes em todo o mundo, incluindo dois terços da FORTUNE 100. A Rackspace foi nomeada líder no Quadrante Mágico do Gartner de 2015 para Cloud-Enabled Managed Hosting e foi honrada como uma das Melhores Empresas da Fortune Para Trabalhar em seis dos últimos oito anos. Saiba mais em www.rackspace.com/pt.
Aviso Sobre Declarações Prospectivas
Este comunicado de imprensa contém declarações prospectivas que envolvem riscos, incertezas e suposições. Se tais riscos ou incertezas se materializarem ou provarem que tais suposições são incorretas, os resultados da Rackspace Hosting podem diferir materialmente daqueles expressos ou implícitos por tais declarações e suposições prospectivas. Todas as declarações que não sejam declarações de fatos históricos são declarações que podem ser consideradas declarações prospectivas, incluindo quaisquer declarações relativas a um desenvolvimento esperado, desempenho ou aceitação no mercado associadas com o Managed Private Cloud Everywhere; benefícios operacionais e financeiros esperados do Managed Private Cloud Everywhere; quaisquer declarações de expectativa ou crença; e quaisquer declarações de pressupostos subjacentes a qualquer um dos anteriores.  Riscos, incertezas e suposições incluem a possibilidade que benefícios previstos da Managed Private Cloud Everywhere não podem se materializar porque este produto não é geralmente aceito no mercado, o que poderia ocorrer devido a certos fatores, incluindo (i) uma falha de definição de preço de mercado do produto, de diferenciar o produto de produtos competitivos ou de comunicar diferenciações do produto eficazmente, (ii) a confiabilidade, a qualidade ou a compatibilidade associadas com
o produto, (iii) mudanças tecnológicas que afetem negativamente o benefício do produto,
(iv) lentidão na indústria de tecnologia ou economia geral que afetem o consumo hábitos e decisões estratégicas internas (v) que afetem o produto; e (vi) outros riscos que são descritos no Formulário 10-K da Rackspace Hosting para o trimestre e exercício findo em quinta-feira, 31 de dezembro de 2015, arquivado junto à SEC em quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016.  Exceto quando exigido por lei, a Rackspace Hosting não assume nenhuma obrigação de atualizar estas declarações prospectivas publicamente, ou atualizar as razões pelas quais os resultados reais podem ser diferentes do materialmente previsto nas referidas declarações prospectivas, mesmo se novas informações tornarem-se disponíveis no futuro.
“As companhias perceberam que podem liberar dinheiro e recursos para investimentos em negócios mais estratégicos quando transformam despesas de capital de TI em despesas operacionais”, disse Darrin Hanson, GM e VP de Nuvem Privada OpenStack da Rackspace. “Quando o OpenStack é consumido como um serviço gerenciado, as empresas podem remover operações não essenciais, reduzir o licenciamento de software e minimizar a aquisição de infraestrutura e os custos de operações de TI.”
O anúncio de hoje feito pela Rackspace estende ainda mais a estratégia da companhia, de simplificar a computação em nuvem para as corporações. Ao entregar o OpenStack como um serviço gerenciado em qualquer data center escolhido pelo cliente, a Rackspace ajuda as organizações a adotarem a nuvem privada para aumentar o desempenho, simplificar a conformidade e melhorar a segurança e soberania dos dados.
Contato para imprensa:Daniela Jiménez Parker
daniela.jimenezparke@rackspace.com