quinta-feira, 23 de junho de 2016

Nova versão do malware Godless pode afetar 90% dos dispositivos Android


Os pesquisadores do blog de segurança Trend Micro revelaram a descoberta de uma nova versão do malware Godless para dispositivos móveis, voltada especificamente para aparelhos que rodem o Android 5.1 Lollipop ou mais antigo. De acordo com dados levantados pelos estudiosos, o software malicioso é capaz de infectar quase 90% de todos os smartphones e tablets no mundo que usem o sistema operacional da Google.
O Godless funciona de forma similar a um dos chamados “exploit kits”, contando com múltiplas brechas que podem ser aproveitadas e usando uma estrutura de código aberto de rooting chamada android-rooting-tools. “Com base em dados levantados do Trend Micro Mobile App Reputation Service, aplicativos maliciosos relacionados a essa ameaça podem ser encontrados e lojas de apps proeminentes, incluindo a Google Play, e já afetaram mais de 850 dispositivos mundialmente”, afirmaram os pesquisadores.
Distribuição global dos dispositivos afetados pela nova versão do malware Godless.
Depois de se instalar sorrateiramente junto a outro aplicativo baixado, o Godless consegue obter privilégios de root e ganhar a capacidade de ser controlado remotamente para instalarsoftwares indesejados no dispositivo afetado sem que seu dono fique sabendo. Mais do que isso, o programa malicioso consegue espionar o usuário do aparelho, coletando dados e senhas.
Sorrateiro e cheio de maldade!
Apps maliciosos que usavam versões mais antigas do Godless continham um código que fazia com que o malware esperasse até que a tela estivesse desligada para começar o processo de root. Depois de terminado o procedimento, eles então baixavam suas cargas como se fossem aplicativos do sistema, tudo em forma de um arquivo com encriptação AES e com um nome comum, como “_image”. O resultado era uma infecção muito difícil de desfazer.
A nova variante, no entanto, foi criada para somente buscar seus exploits e payloads a partir de um servidor de comando e controle (C&C) remoto. Segundo os especialistas, isso ajuda o malware a se esquivar das checagens de segurança feitas por lojas como a Google Play. Os programas maliciosos iam desde apps de lanterna e busca por WiFi até cópias de jogos populares.
Embora os aplicativos infectados já tenham sido removidos da loja oficial do Android, a Trend Micro alerta que já foram encontradas versões maliciosas de apps legítimos da Google Play – contando até com o mesmo certificado de desenvolvedor – em outras fontes de download. “Dessa forma, há o risco de usuários com apps não infectados fazerem uma atualização para variantes com o malware [caso usem APKs de fora da loja oficial para fazer o update]”, ressalta.
Como se proteger!

Segundo os especialistas da Trend Micro, não há nada de errado com o processo de fazer o root em dispositivos móveis, ação que pode resultar em vários benefícios no que diz respeito a automação, desempenho e basicamente extrair o máximo de um aparelho. “Mas quando um malware faz root de um celular sem o seu conhecimento, é aí que a diversão acaba”, pontuam os pesquisadores.
Para evitar problemas, os estudiosos recomendam que você sempre cheque o histórico dos desenvolvedores antes de fazer o download de qualquer aplicativo, já que criadores desconhecidos que ofereçam pouca ou nenhuma informação sobre si mesmos podem ser fontes de softwares maliciosos. Outra regra geral é sempre dar preferência para apps vindos de lojas confiáveis, como a Google Play e a Amazon.

Pesquisadores brasileiros estudam 5G com poder para streaming de vídeo 3D


No momento, muitas pessoas estão aproveitando os recursos da conexão 4G em seus dispositivos móveis. Porém, a tecnologia é algo que muda constantemente e com certeza já há diversos grupos pesquisando uma forma de evoluir essa opção para o 5G, e algumas dessas investidas podem ser vistas no Brasil. 
Um dos núcleos que trabalha nessa tecnologia é o Centro de Estudos em Telecomunicações da PUC-Rio, que conta com um laboratório dedicado à nova rede. Por lá, cerca de 30 pessoas atuam em várias linhas de pesquisa, sendo duas delas as principais: uma com o objetivo de acelerar a decodificação de dados recebidos pelos aparelhos para reduzir o retardo e outra que pretende diminuir a interferência de transmissões com múltiplas antenas. 
Uma das características dessa conexão seria a possibilidade de obter uma velocidade mil vezes maior que a atual, além de uma redução no consumo de energia – porém, é bom não esperar nada disso para antes de 2020.
“Hoje a transmissão é feita em blocos de dados. Na recepção, esses blocos precisam ser decodificados, o que é feito em loops, em várias passagens. Desenvolvemos aqui algoritmos de decodificação rápida, que não requerem tantas passagens. No 4G, são necessárias cerca de 20 passagens. Estamos trabalhando com um algoritmo que demanda apenas três ou quatro passagens, o que reduz o retardo”, explicou o professor Rodrigo de Lamare, chefe do laboratório, ao site Mobile Time. 
Outro detalhe mencionado pelo professor é que a ideia do time é tentar encontrar novas técnicas de transmissão e de decodificação, algo que é classificado como internet tátil e que é capaz de oferecer resposta instantânea.
E você, já consegue vislumbrar as melhorias trazidas pelas conexões 5G?
Outra frente .
Somado ao que foi descrito acima, a equipe da PUC-Rio também trabalha em outra pesquisa sobre interferência de sinais. De acordo com os dados levantados pelo time, o 5G pode ser operado em várias faixas de frequência e em múltiplas antenas, mas há um problema nisso: a interferência entre os sinais pode comprometer a utilização da rede. 
Para sanar esse problema, os pesquisadores estão buscando um meio de criar uma forma maior de comunicação entre os pontos de acesso para diferenciar os canais utilizados, fazendo com que eles sejam identificados e devidamente separados. 
Por fim, também houve a menção de que uma das características dessa conexão seria a possibilidade de obter uma velocidade mil vezes maior que a atual, possibilitando a realização de streamings em 3D e até mesmo uma redução no consumo de energia – porém, é bom não esperar nada disso para antes de 2020.

Fonte: techmundo.com.br

Novas regras de segurança da Google querem evitar rebelião de robôs


Google é uma das empresas que mais tem pesquisado a respeito de inteligência artificial (IA), robótica e aprendizado de máquinas. Por isso, ela também deve ser uma das mais empenhadas a busca também eventuais regras, e aplicações que limitem ou estabeleçam protocolos de segurança em relação a esses equipamentos.
E foi mais ou menos isso que ela mostrou em um recente artigo publicado em parceria com cientistas das universidades de Stanford e Berkeley. No texto, ela admite que "riscos de segurança de inteligência artificial receberam muita atenção pública", mas afirma que, por enquanto, os cenários são todos especulativos.
Assim, ela endereçou cinco "problemas" que são muito importantes de serem resolvidos ou aplicados em IAs futuras. Elas não são exatamente leis, mas questões levantadas pela equipe de pesquisa que devem ser levadas em conta quando a tecnologia estiver ainda mais desenvolvida e popularizada.
Por um futuro melhor
Eis as cinco questões a serem trabalhadas pela Google em IAs no futuro:
1. Evitar efeitos colaterais negativos
A IA não pode perturbar ou prejudicar o ambiente enquanto cumpre o objetivo, como derrubar um vaso enquanto limpa um cômodo.
2. Evitar "hack" por recompensa
A IA não deve fazer gambiarras ou malandragens na execução das tarefas, como colocar a sujeira debaixo do tapete.
3. Fiscalização escalável
A IA deve receber respostas, críticas e sugestões dos operadores, mas deve gravar respostas para não perguntar a todo momento.
4. Exploração segura
A IA precisa ter cuidado e não deve se danificar durante o aprendizado ou cumprimento de tarefa — como jogar água em circuitos elétricos.
5. Robustez em adaptação
A IA precisa reconhecer espaços e ralizar a tarefa de forma igualmente efetiva, mesmo se o ambiente for diferente daquele usado no treinamento.
Vai funcionar?
Note como a Google utiliza um robô de limpeza como exemplo — é claro que ela não iria preocupar a sociedade a respeito de eventuais perigos bem mais graves. Vale lembrar que muita gente, incluindo o empresário Elon Musk, têm medo de que as IAs acabem não sendo somente benéficas e possam representar um período real para humanidade.
Muitos temem que as IAs não sejam somente benéficas à humanidade.

E ainda quem já comparou as tais regras com as "Três Leis da Robótica" do autor de ficção científica Isaac Asimov. Elas são bem mais relacionadas com eventuais levantes das máquinas e falam que um robô não pode ferir ou prejudicar um ser humano, deve obedecer as ordens dadas a ele por uma pessoa e precisa proteger a própria existência (sem conflituar com as outras duas leis). Será que chegaremos nesse nível algum dia?


Novo robô-cirurgião pode substituir humanos em procedimentos complexos


 Se alguma vez você ou um de seus entes queridos passou por uma cirurgia das sérias, então provavelmente sabe como esse tipo de ocasião pode ser angustiante. Mesmo quando o objetivo do procedimento é atingido com sucesso, sempre há o risco de que complicações imprevistas e falhas no pós-operatório aconteçam e tenham consequências graves. Muitas vezes, problemas do tipo são causados por erros humanos, mas esse fator pode estar perto de ser eliminado.
As chances de sucesso de uma operação dependem pesadamente das habilidades e experiência dos médicos envolvidos, que costumam passar por anos quase incontáveis de estudo e um treinamento prático árduo antes de exercer a profissão. Mesmo assim, lidar com vidas humanas é algo que pode ser muito estressante para os cirurgiões o que eventualmente pode levar a erros. Pensando nisso, um grupo de pesquisadores diz ter encontrado a solução: robôs.
Os robôs-cirurgiões podem realizar procedimentos com menos erros do que os médicos humanos.
A equipe de estudiosos, que conta cirurgiões atuantes, desenvolveu um robô capaz de realizar todos os procedimentos que um humano teria que realizar durante uma operação, mas com menos chances de acidentes.  Chamado de Robô Autonômico Supervisionado (“Supervised Autonomic Robot”, em inglês) e apelidado de STAR, o aparelho apresenta vantagens sobre seus predecessores mecanizados por ter capacidade de operar em tecidos macios dentro do corpo de pacientes.
Como funciona?
Descrita em um artigo publicado recentemente, a máquina foi testada com procedimentos em intestinos de porcos. De acordo com os pesquisadores envolvidos, os resultados cirúrgicos do STAR “foram mais consistentes e tiveram menos enganos” do que os dos seus próprios criadores. “O resultado, para nossa surpresa, foi não só comparável, mas melhor”, afirmou um dos membros da equipe, o cirurgião geral e torácico Peter Kim.
No lado físico, o robô consiste basicamente de um braço móvel equipado com uma ferramenta para cirurgias, um sensor de força capaz de determinar quanta pressão aplicar em cada local e um sistema de visão para que saiba onde fazer cortes e outras ações necessárias. O mais importante, no entanto, é o “cérebro” do STAR, constituído por um algoritmo baseado nas melhores técnicas já desenvolvidas para a realização de operações médicas.
Usando os sensores da máquina, o algoritmo sabe exatamente quanta força deve aplicar nos cortes e suturas.
Interagindo com o sistema de imagens tridimensionais da máquina, o software usa capacidades de posicionamento com precisão de menos de um milímetro para mirar em locais estreitos e fazer cortes sem erros. Depois disso, o robô é capaz de criar um plano para fazer suturas usando a força e profundidade de perfuração certeiras.
Menos erros, menos mortes
Como o STAR se baseia nas técnicas mais avançadas e é capaz de realizar os procedimentos sempre da mesma forma, ele já sai na frente de cirurgiões que ainda não tenham muita experiência ou que estejam com seu conhecimento desatualizado. Além disso, o robô nunca se esquece dos requisitos básicos e é incapaz de se distrair, apresentando resultados muito mais consistentes do que os de seres humanos.
“Às vezes, lembrar de fazer 19 coisas de uma lista de 20 não é bom o bastante. Você precisa estar atento a tudo”, explica Kim. Estatísticas mostram que, somente no ano de 2009, complicações cirúrgicas resultaram na morte de 80 em cada 100 mil cidadãos norte-americanos. De acordo com os pesquisadores, a utilização de um robô como o STAR poderia reduzir muito esse número.
A equipe responsável pelo STAR acredita que o robô pode reduzir o número de mortos por complicações cirúrgicas.
Questionado se criar esse tipo de aparelho não poderia eventualmente acabar com os empregos de profissionais como ele mesmo, Peter Kim não demonstra preocupação. “O objetivo ideal não é substituir cirurgiões, mas das a eles as ferramentas com as quais podem trabalhar para aumentar suas capacidades. Como um médico, por que eu não desejaria algo assim? Por que não abriria mão de um pouco do controle para que o resultado seja melhor?”, conclui.



Tudo o que já sabemos sobre o iPhone 7 e o iPhone 7 Plus

Não dá para negar: os lançamentos da Apple, principalmente no segmento de smartphones, são um dos mais esperados do ano. Em 2016, além do iPhone SE lançado em março, a Maçã deve apresentar o novíssimo iPhone 7 e dar continuidade a uma das famílias mais bem-sucedidas da indústria de dispositivos móveis.
Para ir preparando o espírito para a chegada desse smartphone, o TecMundo criou esta matéria contando tudo o que já sabemos e o que podemos esperar do iPhone 7. Esse será o guia definitivo para você que está pensando em apostar no próximo aparelho da Apple, mas ainda está meio por fora do que a Maçã vai apresentar para esse dispositivo. 
Todo mundo está esperando que o próximo smartphone da Apple seja o iPhone 7, mas isso pode não acontecer. Seguindo o que aconteceu com o iPad – que recebeu a linha iPad Pro –, o aparelho pode chegar como "iPhone Pro". As duas versões do iPhone serão mantidas, com os mesmos tamanhos de tela: 4,7 para o iPhone 7 e 5,5 para o iPhone 7 Plus. Dessa vez, os dois modelos podem ter especificações técnicas bem diferentes o que não será muito diferente é o design, já que em 2016 a Apple vai quebrar a tradição e manter uma aparência parecida com a dos antecessores. Pelo visto, nada de visual novo no iPhone.

Ainda assim teremos mudanças, e a parte traseira vai apresentar a maioria delas. Um dos destaques é o reposicionamento das linhas das antenas que foram movidas para a borda. 

A imagem acima mostra o iPhone 7 sem as tradicionais faixas brancas na parte de trás. A câmera vai ter uma protuberância ainda maior quando comparada com a do antecessor, o que indica um sensor com mais capacidade de megapixels.

Já a versão maior do novo smartphone terá uma câmera dupla, algo similar ao que acontece com o LG G5.

A novidade permitirá a captura de imagens com um maior ângulo de visão, zoom óptico de 2/3x e até aprimoramento da profundidade de campo.

Imagens de acessórios confirmam essa disposição do iPhone 7 Plus. Também há quem diga que a Apple estaria enfrentando "dificuldades técnicas" para tornar esse sensor duplo uma realidade.


Agora, falando desses três pontinhos no iPhone 7 Plus. Eles são o que a Apple chama de Smart Connector, contatos como os do iPad Pro para ligar acessórios, como teclados.
Será que estamos diante de um iPhone modular como o que foi proposto pela Lenovo com o Moto Z?
E pela primeira vez na história a Apple vai substituir o Cinza Espacial e trazer o Deep Blue como cor-padrão. Os conceitos acima são do artista Martin Hajek, que já imaginou como serão os iPhones.
O Ouro Rosa não será deixado de lado, cor que fez a sua estreia em 2015 e chegou em todos os novos dispositivos da Apple.
O fim da entrada dos fones de ouvido? Parece que sim. 
A Apple quer deixar o aparelho mais fino e mais resistente à água, então é hora de dar tchau para o seu amiguinho.
O fone desta edição vai funcionar na conexão Lightning e você que já tem um fone precisará comprar um adaptador separadamente. Prepare o bolso.
 Apple também está trabalhando em um fone de ouvido sem fio que se conectará por Bluetooth. O acessório terá um visual minimalista, materiais premium e também será vendido separadamente. Ai, meu bolso.
Grandes novidades, como um display OLED contínuo por toda a parte frontal, a possibilidade de usar o TouchID em qualquer ponto da tela e a ausência do botão Home, só chegarão em 2018, em outra versão do iPhone.
De acordo com o The Wall Street Journal, até mesmo novidades como a câmera dupla do iPhone 7 Plus podem ser deixadas para os anos seguintes caso não se resolvam os problemas de produção.

Por dentro, o iPhone 7 Plus vai trazer 3 GB de RAM. O iPhone 7 vai manter os 2 GB. Será que vai fazer falta?

Os três chips destacam que as opções de armazenamento vão mudar. Teremos as opções de 16 GB, 64 GB e 256 GB.

O novo chip A10 vai trazer grandes melhorias de desempenho, como ainda mais velocidade 4G/LTE. Que tal fazer download de até 450 MB/s e upload de 100 MB/s?

A bateria não vai receber um upgrade tão grande. O iPhone 7 vai ter capacidade de 7,04 watt-hora, maior que a do iPhone 6s (6,61 watt-hora) e quase igual a do iPhone 6 (7,01 watt-hora).

Rumores não confirmados ainda dizem que o iPhone 7 terá suporte a dois chips de operadora. Meio difícil, não? Alguns também mencionam uma tela AMOLED e ninguém toca no assunto sobre armazenamento expansível. É, não vai rolar usar aquele cartão micro SD que está pegando poeira...

O iOS 10 vai ser uma das grandes estrelas do iPhone 7, com uma série de novidades já anunciadas. 
A a próxima geração do iPhone também vai ser apresentada durante o outono norte-americano (nossa primavera). O iPhone 6s e o iPhone 6s Plus foram revelados em setembro, o que também vai acontecer com o iPhone 7 e o iPhone 7 Plus.



Qual é o melhor tipo de microfone para gravar vídeos?


Ser um "YouTuber" já virou, de certa forma, uma espécie de profissão. Muitas pessoas fazem isso, seja como uma forma de trabalho ou então simplesmente por diversão. A questão é que a produção de vídeos de alta qualidade não depende apenas de uma imagem bonita: o áudio é, muitas vezes, ainda mais importante – principalmente se você pretende produzir algo mais baseado em narrações, como gameplays e similares.
Com isso em mente, você já deve imaginar que o microfone padrão de uma câmera digital, por melhor que ela seja, não é a melhor opção. O que fazer, então? Qual é o tipo mais adequado e quanto custa um microfone bom? É possível usar apenas um gravador? Qual a diferença?
Por aqui é relativamente fácil encontrar equipamentos de boa qualidade e de empresas conhecidas no segmento de áudio, como é o caso da Shure Brasil, que conta com uma linha bem completa de acessórios de captação dos mais diversos tipos. Quais são eles? A gente explica.
Microfones de lapela
Microfones de lapela são aqueles menores, que podem ser prendidos na camiseta ou camisa. Alguns modelos são compatíveis com tablets e smartphones, o que elimina a necessidade de comprar um gravador. Embora não sejam extremamente baratos, eles são extremamente convenientes e eficientes quando você precisa fazer vídeos externos (estilo reportagem, por exemplo) ou apresentações – e também são os modelos mais baratos entre os outros tipos.
A maioria deles são omnidirecionais, o que significa que eles a captura do som se dá pela distância, e não necessariamente pela direção – por isso, é recomendado que ele fique a um palmo de distância da origem do som, sem ser coberto ou ficar escondido para não comprometer a qualidade do som.
Um modelo recomendado é o MVL da Shure, que custa, em média, R$ 580. Ele é um microfone condensador omnidirecional que é compatível com smartphones e tablets, facilitando bastante a vida de quem precisa de mobilidade.
Microfones direcionais
Os microfones direcionais, também conhecidos como shotgun, podem ser considerados um grande passo para quem realmente pretende incrementar o som de seus vídeos. Eles possuem o formato de um bastão cilíndricos e são especialmente desenvolvidos para lugares abertos, já que conseguem eliminar ruídos externos ao foco de direção com grande eficiência.
Eles podem ser acoplados à câmeras SLR/DSLR e filmadoras com encaixes. Um dos modelos recomendados disponíveis no Brasil é o VP83F da Shure, que possui visor LCD para que você monitore todos os parâmetros de áudio do seu vídeo em tempo real. O único lance é que, para comprar um microfone shotgun, é recomendado que você realmente precise de um e que você esteja preparado para abrir o bolso: os modelos custam, em média R$ 3 mil.
Microfones específicos para smartphones
Jornalistas de plantão sabem que, muitas vezes, existem situações que demandam uma solução prática e rápida – e não é todo mundo que anda com um gravador por aí. Entre as muitas funcionalidades de um smartphone está justamente a de captação de áudio, mas o microfone normal não é muito bom. Se você pretende fazer vídeos e vlogs em eventos, é importante manter um som de qualidade mesmo em situações em que não dá para carregar um gravadorzão parrudo e muitos equipamentos por aí.
É por isso que existem microfones feitos para serem utilizados com as entradas disponíveis nos aparelhos, como é o caso do conector Lightning dos dispositivos da Apple. Um acessório que conta com essa tecnologia, por exemplo, é o Shure MOTIV MV88 – falamos um pouco dele em um review dos produtos da Shure aqui no Brasil. O preço? Em média, R$ 1 mil – mas existem algumas alternativas, como é o caso de adaptadores que convertem um conector P2 em Lightning, por exemplo.
Microfones USB
A maior parte dos YouTubers e vloggers grava em casa, de frente para um computador. É por isso que os microfones USB são soluções excelentes e a preferida na maioria das vezes, tanto para a gravação de voz quanto para você que pretende mostrar seu lado musical na web, já que também funcionam para captação do som de instrumentos acústicos.
Modelos como o MOTIV MV5 da Shure, o Go Mic da Samson, os modelos Snowball e Yeti da Blue e o próprio Razer Siren são escolhas que apresentam um bom custo x benefício para quem pretende fazer um investimento a médio e longo prazo na produção de vídeos. Os valores variam bastante, mas considere que, em média, você vai gastar algo em torno de R$ 600,00 em um bom microfone de mesa.
Gravadores
Se você busca um pouco mais de versatilidade, vale muito a pena considerar a compra de um gravador que possua características multifuncionais, ou seja, além de gravar os áudios, seja da forma pura ou através de um microfone P2 (como o lapela que foi citado anteriormente), eles também servem como microfones USB no PC.
Dois modelos bem conhecidos no Brasil são o H1 e o H4N, ambos feitos pela Zoom. O preço é, em média, R$ 500,00.





Vídeo de bateria explosiva mostra por que se deve ter cuidado com o celular

Cada vez mais poderosos e cheios de funcionalidades, os celulares se tornaram, em pouco tempo, os companheiros inseparáveis de muita gente. Não é raro que esses dispositivos acabem ficando ao nosso lado durante dia e noite, seja no bolso da calça, em cima da mesa do escritório, no criado-mudo ao lado da cama ou usado para uma sessão de jogatina mobile no banheiro, certo? Um dos componentes desses aparelhos, no entanto, pode transformá-los em uma verdadeira bomba-relógio caso não seja manuseada corretamente: a bateria.
Não são tão incomuns os casos de smartphones e tablets que literalmente pegam fogo por algum tipo de mal funcionamento desses itens – seja quando o equipamento está em repouso, carregando ou em pleno uso. Acredite, os consumidores das principais marcas do segmento – e também das mais obscuras – já sofreram com episódios assim, seja os da LG, da Samsung ou até mesmo da Apple. Na maioria dos casos, a grande culpada da situação flamejante é a popular bateria de íon-lítio.
O problema desse elemento é que ele possui um ponto fraco bastante sensível: a instabilidade alta ao ser aquecido a mais de 60º C ou ao ter sua embalagem violada
Utilizados em larga escala em dispositivos móveis já há algum tempo, esse tipo de bateria foi escolhido por conta de sua vida útil bastante razoável, por conseguir armazenar bastante energia e não ser afetado pelo chamado “efeito memória”, que torna a bateria “viciada” – ou menos eficiente – depois de algumas recargas parciais. O problema desse elemento é que ele possui um ponto fraco bastante sensível: a instabilidade alta ao ser aquecido a mais de 60º C ou ao ter sua embalagem violada.
Como é possível conferir no vídeo no início da matéria – ainda que de um modo bastante exagerado e imprudente –, basta um furo ou contato do material interno da bateria com o exterior para que fumaça, fogo e explosões surjam rapidamente. É de se imaginar que falhas na montagem ou no selamento do componente possam ocasionar o mesmo efeito sem que você precise dar uma facada no item, não é? Assim, vale a pena tomar todo cuidado para que recargas prolongadas e carregadores alternativos não ativem esses possíveis defeitos.
Quente, quente, QUENTE!
Mesmo que tudo esteja dentro dos conformes na produção da bateria, o fator temperatura não pode ser totalmente descartado. Como os aplicativos e jogos mobile andam cada vez mais exigentes e o hardware tenta acompanhar essa demanda com cada vez mais poder de fogo, casos de aquecimento ficam mais comuns, dia após dia. No fim, quando se tem um chipset que torna o smartphone quente o bastante para não ser segurado com as mãos nuas ao rodar um game 3D, pode ser prudente manter uma distância segura do aparelho quando possível.

Perigo! Erro de engenheiro desestabiliza boa parte da internet sem querer.


A velocidade do tráfego na internet e o uso de diversos serviços estavam bastante instáveis entre os dias 20 e 21 de junho para alguns países, incluindo o acesso de gigantes da área, como Reddit, Slack, WhatsApp e até serviços da Amazon. E parece que já temos um culpado: um único engenheiro que, por puro acidente, quase prejudicou um enorme pedaço da rede.
O problema foi detectado na comunicação entre Estados Unidos e Europa, mais precisamente por conta do serviço de uma empresa sueca chamada TeliaSonera. Não se preocupe se você nunca ouviu falar dela, já que a atuação da marca está em fornecer e configurar cabos submarinos transatlânticospara conectar as duas regiões.
Acontece que, segundo o site The Register, o problema não foi estrutural ou físico, ou seja, em um dos backbones submarinos. A culpa foi de um engenheiro que, na hora de reconfigurar um importante roteador, simplesmente acabou direcionando quase todo o tráfego da Europa para Hong Kong.
A dimensão da falha
O erro causou uma perda massiva de pacotes de dados na ligação entre EUA e Europa, gerando lentidão e falha de acesso. O protocolo TCP utilizado na comunicação atual permite que os pacotes sejam reenviados, caso perdidos — e você quase nunca percebe isso acontecendo. Porém, quando o desvio é significativo demais em tamanho e fluxo, muitos consumidores são prejudicados.
Além de milhões de reclamações de usuários registradas, os clientes da Telia também reportaram os problemas — e de forma bem mais agressiva, já que serviços inteiros apresentaram instabilidade. O CEO do serviço de armazenamento CloudFlare, Matthew Prince, citou no Twitter que "gasta milhões por ano" com a marca e que a instabilidade da empresa tem sido "inaceitável". O GIF abaixo, criado com base em dados coletados pelo próprio CloudFare, mostra a intensidade da perda de pacotes.

Xiaomi Mi5s pode chegar com Forçe Touch e leitor ultrassônico de digitais


o faz muito tempo que o novo smartphone de ponta da Xiaomi, o Mi5, foi lançado no mercado internacional, mas ele vem acumulando uma série de elogios dos críticos em geral por conta de sua estrutura robusta, especificações elevadas e preço reduzido. Isso, no entanto, não é o suficiente para a empresa chinesa, que resolveu encarar os lançamentos de fim de ano das rivais, como o Note 7 da Samsung e os iPhones 7 e 7 Plus da Apple, com uma versão ainda melhor do seu aparelho.
Supostamente chamado de Mi5s, a variante melhorada do smartphone top de linha da Xiaomi deve vir com uma configuração caprichada, incluindo itens como 6 GB de memória RAM e há até a possibilidade de ele contar com um sistema de câmeras duplas na traseira. Agora, no entanto, uma nova reportagem publicada na China adiciona algumas características interessantes à pilha de rumores sobre a novidade.
Boatos indicam que o Mi5s virá com tecnologia Force Touch na tela e um leitor ultrassônico de impressões digitais
Caso os boatos sejam verdadeiros, então o Mi5s virá com um painel sensível à pressão dos dedos sobre a tela e com um leitor de impressões digitais ultrassônico. Enquanto o primeiro item já ganhou versões em smartphones, com o 3D Touch do iPhone 6s e o Force Touch visto em aparelhos daHuawei e da ZTE, o segundo marcaria algo inédito entre os dispositivos eletrônicos de consumo.
Questão de segurança
Fruto de uma colaboração entre a Xiaomi e a Qualcomm, a tecnologia de leitor de digitais ultrassônico já foi demonstrada pela fabricante de chips durante a CES 2016. Embora a funcionalidade seja basicamente a mesma dos sensores mais tradicionais – inclusive no que diz respeito à velocidade –, o diferencial da tecnologia em questão vem da sua capacidade de fazer uma leitura muito mais completa dos dedos dos usuários.
Na prática, isso significa que o leitor ultrassônico de impressões digitais consegue construir e analisar uma imagem significativamente mais complexa e realista das marcas nos nossos dedos. Assim, ele acabaria dificultando bastante o trabalho de qualquer invasor que tentar enganar o sensor para obter acesso ao seu dispositivo.
O leitor ultrassônico de impressões digitais dificultaria ainda mais o trabalho de invasores
Por enquanto, ainda não há qualquer anúncio a respeito da data de lançamento, preço ou tecnologias embarcadas no Mi5s – que sequer foi confirmado pela fabricante. Como a previsão da chegada do dispositivo ao mercado internacional é ainda para 2016, espera-se que a Xiaomi comece a falar sobre ele dentro dos próximos meses. O TecMundo vai continuar acompanhando as novidades sobre o aparelho, então fiquem ligados.

Objetivo do blog.

Sejam todos bem vindos ao Blog Tecnologia Móvel!

Esse blog tem o objetivo de trazer assuntos de tecnologia em geral, pois é um assunto que todos os dias cresce mais e mais no nosso dia a dia, quero abordar sobre tudo que envolve a tecnologia tipo celulares, cartões de memória, aparelhos eletrônicos em geral, automobilística, espacial etc.
Espero que gostem do blog e sigam, postagem 2 vezes por semana.
Grato a todos.

No começo da tecnologia.

O conceito básico
Quando tratamos de um tópico como esse, a primeira coisa que nos vem à cabeça é consultar o bom e velho dicionário. Logo, confira a seguir o que é que o Houaiss tem a nos dizer especificamente sobre o termo tecnologia.
“1. Tratado das artes em geral. 2. Conjunto dos processos especiais relativos a uma determinada arte ou indústria. 3. Linguagem peculiar a um ramo determinado do conhecimento, teórico ou prático. 4. Aplicação dos conhecimentos científicos à produção em geral: Nossa era é a da grande tecnologia. T. de montagem de superfície, Inform: método de fabricação de placas de circuito, no qual os componentes eletrônicos são soldados diretamente sobre a superfície da placa, e não inseridos em orifícios e soldados no local. T. social, Sociol: conjunto de artes e técnicas sociais aplicadas para fundamentar o trabalho social, a planificação e a engenharia, como formas de controle. De alta tecnologia, Eletrôn e Inform: tecnologicamente avançado: Vendemos computadores e vídeos de alta tecnologia. Sin: high-tech.” 
Vale citar também a etimologia da palavra, que vem do grego e que deve ser separada em duas partes: “téchne”, que pode ser definido como arte ou ofício e “logia”, que significa o estudo de algo.

Desde que o homem é homem

Sim, a tecnologia é mais antiga do que podemos imaginar. Mesmo que cientistas e pesquisadores não sejam capazes de afirmar, ao certo, quando é que começaram a aparecer os primeiros avanços humanos nesse sentido, acredita-se que os primeiros sinais tenham surgido há mais de 50 mil anos.
Há ainda quem vá bem mais longe, considerando a descoberta do fogo, por exemplo, como um sinal do início dos avanços da tecnologia. Os primeiros indícios de ferramentas criadas com pedra identificados na Etiópia seriam um marco, algo que data de mais de 2,5 milhões de anos. Com isso, ferramentas básicas, criadas com materiais extremamente rústicos, representam o que seria o período inicial do estudo da técnica.
Essa abordagem, entretanto, também gera certa discussão no campo dos estudos. Isso porque a linha que separa a ciência da engenharia e da tecnologia é muito tênue. A definição trazida pelo engenheiro da Itaipu Binacional, Joao Ricardo Leal F. da Motta, mostra bem isso.
Na opinião dele, “tecnologia é quando utilizamos nosso conhecimento técnico, científico e empírico para solução de problemas, através da criação de dispositivos eletroeletrônicos, softwares, novos materiais, processos de manufatura e também o seu aperfeiçoamento”.
Reinventando a roda!
Enquanto algumas pessoas defendem a existência de grandes diferenças entre as três áreas, há quem acredite que os três tópicos andam de mãos dadas, ou seja, são interdependentes. Esse é, inclusive, o método de análise mais popular visto entre os diversos campos de atuação.
Com isso, a ciência seria o estudo de uma determinada situação, enquanto a engenharia seria o desenvolvimento dos meios para se conseguir uma evolução, representados pela tecnologia. Podemos usar como um bom exemplo disso tudo a criação da roda, considerada como uma das principais invenções da humanidade. Vamos desenvolver um cenário figurativo para ela, como se a roda tivesse sido inventada nos dias de hoje.
Enquanto um cientista teria estudado os movimentos das coisas e chegado à conclusão de que algo capaz de rodar poderia tornar o transporte dos objetos mais fácil, um engenheiro desenvolveu uma maneira de ela ser construída. Por fim, o estudo da técnica permitiu a melhor aplicação do seu uso, transformando as carroças de “roda quadrada” e trazendo uma evolução tecnológica para o transporte de pedras.
Utilizamos a roda não só para exemplificar um cenário, mas também porque ela foi um verdadeiro marco na evolução tecnológica da humanidade. Com a sua descoberta, cerca de quatro mil anos antes de Cristo, não demorou muito para que os povos percebessem que ela facilitaria a vida de todo mundo em praticamente todos os aspectos.
O transporte de mercadorias, como as colheitas ou as grandes peças de cerâmicas, por exemplo, ficou bem mais fácil, afinal de contas, com as carroças era bem mais fácil levar todas essas grandes e pesadas cargas.
As mais diversas aplicações
Ao longo da História, é possível até mesmo identificar como o desenvolvimento da tecnologia influenciou a nossa evolução. Nos tempos primitivos, por exemplo, destacam-se as ferramentas de pedra, a utilização da madeira, a descoberta do fogo e a utilização do metal.
Já na época medieval se sobressaem as tecnologias aliadas à engenharia, como o desenvolvimento das grandes cidades, estradas e aquedutos. Tecnologias têxteis e militares também começaram a se desenvolver cada vez mais, assim como a utilização da prensa e a evolução da exploração marítima – a qual culminou na descoberta de outros continentes, como o nosso.
Logo em seguida, a revolução industrial, como não poderia deixar de ser, provocou um verdadeiro “boom” no mundo do estudo da técnica. Diversos ramos, principalmente o fabril, começaram a encontrar maneiras de facilitar e agilizar a resolução de tarefas e problemas, objetivo principal da tecnologia.
Com tudo isso, também não demorou para que os especialistas começassem a dividir o estudo da técnica em vários campos diferentes. Assim, é possível repartir a tecnologia em campos de atuação, algo que permite um foco ainda melhor de trabalho em cada uma dessas áreas.
Dessa forma, há a tecnologia de defesa, a tecnologia militar, a tecnologia de construção, a tecnologia têxtil, a tecnologia medicinal, a tecnologia educacional, a tecnologia mecânica, a tecnologia industrial, a tecnologia da informação, entre outras.
Tecnologia moderna
No século XX, alguns campos da tecnologia começaram a se destacar mais do que os outros, como o da tecnologia da informação. Isso aconteceu ao mesmo tempo em que alguns estudiosos, bem como a própria evolução dos idiomas, começaram a tratar a tecnologia de forma um pouco diferente.
Isso se destaca em alguns países de língua alemã, por exemplo. Um estudo de Eric Schatzberg mostra que na segunda metade do século XIX houve uma drástica mudança nos discursos que definiam a chamada “Technik”, trazendo-a para uma abordagem mais voltada à engenharia aplicada à indústria moderna.
Essa mudança acabou influenciando a língua inglesa e as potências que falam o idioma, como Reino Unido e Estados Unidos. Com isso, a alteração ganhou corpo e inevitavelmente o mundo todo passou a abordar a tecnologia de uma nova maneira, relacionando-a sempre aos conceitos mais sofisticados da sociedade.
Com o casamento da evolução da tecnologia da informação com essa mudança gradual de tratamento dado ao assunto pelos próprios estudiosos, cada vez mais a tecnologia foi sendo associada aos aspectos mais modernos – o que também resultou em diversos novos campos de estudo.
Ou seja, a partir daí podemos encontrar várias novas ramificações, essas bem mais de acordo com o que estamos acostumados a relacionar a essa chamada tecnologia. Ramos como a nanotecnologia, a computação ou a robótica, além de vários outros, passaram a trazer o significado “mais aceito” para o termo. 
É por isso que hoje tecnologia é sinônimo de aparelhos cada vez mais inteligentes, sofisticados e rápidos, como o seu computador, tablet ou smartphone. No entanto, não é nada errado dizer que um arco e flecha, por exemplo, também são tecnologia.