sexta-feira, 18 de novembro de 2016

iPhone 8 com tela OLED? Talvez apenas na versão 'Pro' do aparelho da Apple!


Menos de um mês atrás, a Sharp confirmou que os próximos iPhones vão contar com tela OLED. Agora, novas fontes dizem que nem todos os aparelhos da Apple devem ganhar essa melhoria e o principal motivo para isso estaria no excesso de demanda pelos painéis.
De acordo com informações recebidas pelo Bloomberg, a Apple queria realmente aplicar os painéis mais vivos e brilhantes na edição de 10 anos dos iPhones, mas as fornecedoras de materiais não devem conseguir atender a toda a demanda da empresa de Cupertino.
Publicidade
Por causa disso, apenas uma das versões do iPhone 8 deve receber as telas OLED — sendo esta a versão "Pro" de 5,5 polegadas, que faz companhia a outro aparelho "Plus" com tela do mesmo tamanho e um aparelho "normal" com tela de 4,7 polegadas.
Como cita a fonte já mencionada, a Apple pretendia utilizar 100 milhões de telas OLED no próximo ano, mas as fornecedoras só conseguem garantir uma porção limitada disso. Além de Sharp, outras empresas como Samsung, LG e Japan Display também estariam na lista de fornecedoras, mas os números ainda não fechariam a soma necessária — algo que só deve acontecer em 2018.
Ou seja: os iPhones não devem receber a tecnologia OLED em suas telas no próximo ano. Pelo menos não nas versãos "mais simples do dispositivo".
FONTE(S)

Nokia e Qualcomm testam 4G mais rápido com a mesma frequência que o WiFi!


Um teste recente realizado conjuntamente pela Nokia e a Qualcomm no Brasil provou que a utilização de espectros atualmente não licenciados de frequência, como aquele atualmente ocupado pelos modens WiFi, pode permitir que a conexão 4G tenha velocidades maiores. Segundo as companhias, o experimento permitiu conexões de até 300 Mbps nas redes móveis sem eliminar a presenta do WiFi.
O teste foi realizado em setembro no laboratório da Nokia em Curitiba. As empresas uniram 20 MHz de espectro licenciado na banda 3 GHz a 20 MHz de espectro não licenciado na de 5 GHz. O experimento usou a tecnologia de small cells Nokia Flexi Zone para oferecer conectividade ao equipamento do modem Qualcomm Snapdragon X12 e demonstrou como o LTE em espectro não licenciado e o WiFi poderiam coexistir sem problemas.
Segundo Rafael Steinhauser, presidente da Qualcomm para América Latina, a utilização de faixas não licenciadas “é uma solução muito atrativa para potencialmente ampliar a capacidade da rede e oferecer melhores serviços, atendendo a demanda crescente por dados para comunicação móvel”. “Podemos fazer com que os operadores passem do 4G para o 4.5G e 4.5G Pro, ajudando-os a se manterem à frente das demandas dos clientes na medida que se preparam para o 5G”, complementou Wilson Cardoso, diretor de soluções end-to-end da Nokia.
FONTE(S)

Lizzy Tape: a moda que pode virar febre em celulares e tablets!

Imagine se você pudesse colar o seu celular ou tablet em qualquer lugar, sem precisar de muito esforço e, melhor ainda, sem deixar nenhuma marca nas paredes ou em vidros. Essa é a proposta da Lizzy Tape, uma ventosa que utiliza nanotecnologia ao invés de adesivo para fixar eletrônicos em superfícies lisas e não porosas.
O produto é inédito no Brasil e passa a ser comercializado a partir desse mês em todo o Brasil pela Getproof. Fomos conferir de perto essa novidade capaz de tornar a utilização dos seus eletrônicos ainda mais flexível.
Usando a Lizzy Tape:
Há dois modelos de Lizzy Tape: uma para tablets e outra para celulares. A diferença entre elas é apenas o tamanho. A ventosa é na verdade uma fita de dupla face. Antes de aplicÁ-la sobre o produto, é preciso que ele esteja limpo e seco. Em seguida, fixe o adesivo na parte traseira do seu eletrônico.
Esse adesivo ficará fixo em seu aparelho, mas ele pode ser retirado posteriormente sem danificar ou deixar marcas no eletrônico. Depois disso, retire o plástico de proteção da parte frontal da Lizzy Tape e pronto: você já pode grudar o seu aparelho em praticamente qualquer lugar.
É importante lembrar que ele se fixa em azulejos, vidros e outras superfícies lisas e não porosas. Porém, não estamos falando de um adesivo, uma vez que não há cola envolvida no processo. A fixação ocorre por meio de uma nanotecnologia de ventosas e é a sucção que faz com que o produto fique firme onde foi colocado.
A Lizzy Tape pode ser usada quantas vezes você quiser. Se ela ficar suja, basta limpar com um pano levemente umedecido. Mesmo no bolso da calça, por exemplo, não há perigo de a película ficar colada, uma vez que ela não vai encontrar uma superfície lisa para se fixar. Dessa forma, você tem a tranquilidade de levar os seus equipamentos para qualquer lugar e fazer com que eles se adaptem com facilidade ao ambiente em que você está.
A Lizzy Tape pode ser adquirida no site da GetProof ou em lojas conveniadas. O preço dela é de R$ 28 para a película de smartphones e R$ 37 para tablets. Lojistas interessados em comercializar a novidade também podem entrar em contato com a empresa por meio do seu site oficial.

A primeira universidade sem professores do mundo chega ao Vale do Silício!


Alguns conceitos são tão enraizados que, se alterados, temos um choque cultural muito grande. Esperamos que tenha cozinheiros e garçons em restaurantes, que exista atendentes em bilheterias e que professores lecionem em escolas, universidades e cursos. Contudo, a 42 University será a primeira faculdade do mundo a não contar com um corpo docente para aplicar cada matéria.

Parece bizarro e impraticável em um primeiro momento, mas é exatamente isso que a nova universidade americana, localizada no Vale do Silício, fará. Como você deve imaginar, o aprendizado lá é focado em ciências da computação, segurança da informação e demais áreas digitais.
Se não há professores, como funciona?
Como você deve imaginar, se não há professores nas salas de aula e laboratórios, então a dinâmica da “aula” deve ser diferente. O ensino é baseado em produto, e não em matérias e grades curriculares. Os estudantes devem se preocupar em ajudar uns aos outros em ambientes equipados para qualquer tipo de projeto.
O conceito, chamado de “Collective Thinking” (pensamento coletivo), envolve juntar mentes jovens e dispostas a trocar conhecimento entre si. Na 42 University, todos são encorajados a trabalharem em grupo e ajudarem uns aos outros.
Além disso, há diversos projetos dos mais variados temas, mas nenhum deles conta com data de entrega. Pode parecer estranho não ter uma data, mas isso ajuda as pessoas a seguirem no seu ritmo e aprenderem em pé de igualdade com os demais, algo que pode ajudar ainda mais no desenvolvimento de cada um.

Regras da 42 University:

Apesar de ser uma universidade com muitos conceitos diferentes, a 42 University tem algumas regras, incluindo quem pode se inscrever para participar. Os estudantes devem ter idade de 18 a 30 anos e optar por estudar a área de TI, programação ou qualquer área relacionada. Apesar de não requerer um diploma dos candidatos, quem se inscrever passa por um processo seletivo de lógica de programação.
A ideia também pode parecer nova, mas a universidade já existe em Paris desde 2013. E aí, você toparia fazer parte de um ensino de aprendizagem como esse? Tem alguma ideia contra? Ou acha que é a tendência do futuro?

Entenda como a tecnologia PDAF pode tornar suas fotos ainda melhores

Existem atualmente quatro principais tecnologias que permitem a uma câmera de smartphone fazer o foco antes de tirar uma foto: detecção de contraste, que é a mais básica; autofoco a laser, a mais rápida; detecção de fase, a mais completa; e sistema de câmera duplo, que permite ajustar o foco depois de capturar a imagem.

Nesse artigo, nós vamos explicar como funciona essa terceira opção, a detecção de fase ou PDAF (Phase Detection AutoFocus). Esse método é considerado atualmente a solução mais interessante para câmeras de smartphones por uma série de razões. Contudo, o PDAF exige processadores de imagens mais rápidos e confiáveis. Por isso, ele é mais comum em dispositivos top de linha.

Mas como a MediaTek vem suportando esse recurso em muitos de seus chips, aparelhos intermediários também começaram a aparecer no mercado com autofoco por detecção de fase. Isso é um grande avanço para a fotografia no reino dos aparelhos mobile, e logo você vai entender o porquê. Mas, em essência, a tecnologia PDAF pode tornar suas fotos de smartphone muito melhores.
Detecção de contraste vs. Detecção de fase!
Para entender o que é o PDAF, você precisa primeiro saber como funciona o CDAF (Contrast Detection AutoFocus) ou autofoco por detecção de contraste. A câmera analisa a cena enquadrada completamente, do ponto mais distante ao mais próximo, e verifica todos os pixels. O processador de imagem então avalia os dados desses pixels a fim de encontrar a maior diferença de contraste (basicamente procura o “branco mais branco” e o “preto mais preto”). Fazendo isso algumas vezes a câmera vai descobrir o ponto de foco.
Esse procedimento é bem lento e você pode perceber quando ele está acontecendo no seu smartphone. Quando você aponta sua câmera para alguma coisa, ela fica entrando e saindo de foco algumas vezes até se estabilizar. Esse efeito é o processo de análise dos pixels, ou seja, quando a câmera está procurando os contrastes ou os contornos dos objetos para conseguir uma foto nítida.
Essa tecnologia é a mais básica por duas razões principais: ela é mais barata e mais disseminada. Para usar o CDAF, o smartphone só precisa ter um sensor bem comum e um processador de imagem capacitado. É interessante destacar também que praticamente todos os aparelhos mobile da atualidade utilizam esse recurso de forma primária ou secundária.
Modelos diversos, desde os mais caros aos mais baratos, possuem o CDAF porque os outros métodos não funcionam em qualquer situação. Portanto, mesmo sendo o mais básico, esse padrão é o mais abrangente.
Uma vantagem, entretanto, é que o CDAF funciona muito bem quando há boa luz. Por isso, é difícil fazer fotos ruins sob a luz do sol, mesmo com smartphones de entrada e intermediários. Nesses casos, os contrastes ou contornos ficam muito evidentes para a câmera, que consegue fazer a análise mais rapidamente e travar seu foco com mais precisão.
Mesmo assim, esse sistema não é bom para tirar fotos de objetos em movimento — mesmo que pouco — e pior ainda para ambientes com pouca luz, já que os contrastes ou contornos ficam difíceis de encontrar ou mudam mais rápido do que a câmera consegue acompanhar.
É aí que entra o PDAF. Esse método consegue lidar muito melhor com elementos em movimento e também é superior em cenas com pouca luz porque ele é essencialmente mais veloz.
O autofoco por detecção de fase funciona — muito resumidamente — da seguinte maneira: a lente dessas câmeras é curva e o sensor de imagem tem micro sensores embutidos dedicados a identificar contrastes nas extremidades esquerda e direita da foto. Em essência, o sensor manda dois registros diferentes para o processador, e ele então forma o foco mesclando essas duas “pré-fotografias”. Essa mistura é baseada na curvatura da lente e na leitura dos microsensores, que identificam pontos de contraste idênticos nas duas imagens. Sobrepondo esses pontos, a câmera consegue encontrar o foco perfeito.
Todo esse processo acontece muito mais rapidamente do que em aparelhos com CDAF, em parte por conta do hardware que normalmente é superior, mas também porque a própria tecnologia é mais aprimorada. Além de marcas internacionais, a Quantum também tem utilizado esse recurso para melhorar a qualidade das câmeras de seus smartphones.
Várias fabricantes estão apostando nessa tecnologia, e empresas como Apple e Samsung têm feito versões proprietárias para seus smartphones top de linha. A MediaTek, por sua vez, dá suporte ao PDAF em vários de seus processadores mobile mais recentes, o que inclui o deca-core Helio X20 e outros mais básicos. Qualcomm, Samsung e Apple também fazem isso, mas em chips mais caros.
Veja alguns smartphones à venda no Brasil que possuem PDAF:

Samsung Galaxy S7:


  • Câmera traseira: 12 MP, f/1.7, 26mm, PDAF, estabilização óptica, HDR, flash LED
  • Câmera frontal: 5 MP, f/1.7, 22mm, HDR
  • Vídeo: 2160p@30fps, 1080p@60fps, 720p@240fps, HDR
  • Preço hoje: R$ 2.318,00

Apple iPhone 7:

  • Câmera traseira: 12 MP, f/1.8, 28mm, PDAF, estabilização óptica, flash LED dual-tone, HDR
  • Câmera frontal: 7 MP, f/2.2, 32mm, HDR
  • Vídeo: 2160p@30fps, 1080p@30/60/120fps, 720p@240fps
  • Preço hoje: R$ 3.111,00

Sony Xperia XZ: 


  • Câmera traseira: 23 MP, f/2.0, 24mm, PDAF e foco a laser, flash LED, HDR
  • Câmera frontal: 13 MP, f/2.0, 22mm, HDR
  • Vídeo: 2160p@30fps, 1080p@30fps, 1080p@60fps
  • Preço hoje: R$ 3.599,00

Moto G4 Plus:


  • Câmera traseira: 16 MP, f/2.0, PDAF + foco a laser, flash LED dual-tone, HDR
  • Câmera frontal: 5 MP, f/2.2, auto-HDR
  • Vídeo: 1080p@30fps, HDR
  • Preço hoje: R$ 1.299,00

Agora que você sabe como funciona o PDAF, o CDAF e também conhece alguns smartphones que possuem o recurso, vai poder comprar aparelhos com câmera de melhor qualidade e foco rápido sem se confundir com as especificações. Em outra oportunidade, nós vamos detalhar também todas as diferenças entre esses dois padrões frente ao foco a laser e o feito com sistema duplo de câmera. 
Fique de olho no Tecnologia Móvel e fique por dentro de mais novidades.


Este robô japonês tentou, mas não conseguiu passar no vestibular!

Você ainda está se lamentando por ter ido mal no ENEM 2016? Pff. Então imagine só o sofrimento da Todai Robot, uma inteligência artificial japonesa que está tentando passar no vestibular desde 2011 e ainda não conseguiu uma nota satisfatória, desapontando seus pais a um nível tão grande que até mesmo o TecMundo resolveu falar sobre o assunto. É uma situação bem mais vergonhosa, concorda?
Criado por pesquisadores do Instituto Nacional de Informática do Japão, o robô foi criado a cinco anos atrás com o intuito de provar que uma mente computadorizadorizada pode ser inteligente o suficiente para entrar na Universidade de Tóquio — cujo exame é conhecido no país por ser um tanto desafiador. Porém, no teste deste ano, a IA conseguiu apenas 511 de 950 pontos, um desempenho que, infelizmente, é bem parecido com o de 2015.
Por conta dessa performance desanimadora, os idealizadores do projeto resolveram simplesmente desistir dele — afinal, se os esforços até o momento não surtiram efeito, a Todai Robot dificilmente vai atingir o nível de inteligência que era esperado até março de 2022, data originalmente estimada como fim das pesquisas. Bom, ao menos nós podemos ter certeza de que robôs não vão roubar nossas vagas nas faculdades em um futuro tão próximo.

Galaxy J2 Prime e J7 Prime chegam ao Brasil neste mês; confira os preços


A Samsung acaba de anunciar a chegada de dois novos modelos de smartphones para o seu catálogo disponível no Brasil. Estamos falando de Galaxy J2 Prime e Galaxy J7 Prime — ambos com hardware com bons recursos e que prometem muitas funcionalidades voltadas ao público jovem.

Estes dois aparelhos chegam às lojas brasileiras já na segunda quinzena de novembro e estão sendo fabricados aqui mesmo no Brasil. A própria Samsung relembra que eles são modelos intermediários no mercado, mas que “se destacam por incorporarem recursos antes disponíveis apenas em celulares top de linha”.
Galaxy J7 Prime!
O Galaxy J7 Prime é o primeiro aparelho da família J a apresentar sensor de impressões digitais para os consumidores — que conseguem mais agilidade nos desbloqueios, ao mesmo tempo me que podem ter mais proteção de seus dados. A tela Full HD é de 5,5 polegadas.
Na parte interna, a Samsung investiu em processadores Exynos 7870 com clock de 1,6 GHz, 3 GB de memória RAM e 32 GB para o armazenamento de dados. Há ainda câmera frontal de 8 megapixels com abertura f/1.9 e câmera traseira com 13 megapixel e a mesma abertura. A bateria utilizada é de 3.300 mAh.
  • Tela: 5,5 polegadas
  • Resolução: 1920x1080 pixels
  • Processador: Exynos 7870 octa-core
  • Clock de processamento: 1,6 GHz
  • GPU: Mali-T830MP2
  • Memória RAM: 3 GB
  • Memória de armazenamento: 32 GB
  • Câmera traseira:13 MP com abertura f/1,9
  • Câmera frontal: 8 MP com abertura f/1,9
  • Bateria: 3.300 mAh (não removível)
  • Dimensões: 151,7 mm x 75 mm
  • Espessura: 8 mm
  • Peso: 167 g
O preço sugerido pela Samsung para o Galaxy J7 Prime é de R$ 1.599. 
Galaxy J2 Prime!
O Galaxy J2 Prime traz configurações um pouco mais simples, mas contra com um recuso bem interessante: TV digital integrada. Ele tem tela de 5 polegadas e resolução 960x540 pixels, sendo uma opção para consumidores um pouco menos exigentes.
Este smartphone traz ainda processador Mediatek MT6737T com clock de 1,4 GHz, memória RAM de 1,5 GB e 8 GB de espaço interno para o armazenamento de dados. Mesmo assim, traz câmera traseira com 8 megapixels e frontal com 5 megapixels, sendo ambas equipadas com Flash de LED. A bateria do Galaxy J2 Prime é removível e tem 2.600 mAh de capacidade.
  • Tela: 5 polegadas
  • Resolução: 960x540 pixels
  • Processador: Mediatek MT6737T quad-core
  • Clock de processamento: 1,4 GHz
  • GPU: Mali-T720MP2
  • Memória RAM:1,5 GB
  • Memória de armazenamento: 8 GB
  • Câmera traseira: 8 MP
  • Câmera frontal: 5 MP
  • Bateria: 2.600 (removível)
  • Dimensões: 144,8 mm x 72,1 mm
  • Espessura: 8,9 mm
  • Peso: 160 g
A sugestão de preço para o Galaxy J2 Prime é de R$799,00,
Fonte: tecmundo