domingo, 26 de junho de 2016

Computador mais poderoso do mundo calcula 93 quatrilhões de dados por segundo.

A China surpreendeu o mundo da computação ao apresentar o novo Sunway TaihuLight, o supercomputador mais poderoso do mundo na atualidade. A máquina conta com um total de 10.649.600 (sim, mais de 10 milhões) de núcleos de processamento, capazes de levá-lo à performance de 93 quatrilhões de cálculos por segundo.

Os números, surpreendentes por si só, ficam ainda mais importantes quando se descobre que o equipamento todo foi desenvolvido com tecnologia chinesa: não há processadores, GPUs e módulos do gênero em seu interior fabricados por Intel, IBM, NVIDIA ou AMD.


Supercomputadores são usados para cálculos de simulação pesada. Um exemplo recorrente do uso desse tipo de equipamento é a de simulação climática: com quatrilhões por segundo de processamento, torna-se possível que um computador tenha capacidade de calcular as oscilações meteorológicas. Isso ajuda a prevenir desastres, ou preparar políticas de apoio à agricultura, se antecipando a cenários de seca prolongada, ou de excesso de chuvas.
Falando assim, parece simples. Mas algo como o clima terrestre é afetado por uma série de variáveis e condições que, quando colocadas em perspectiva, ajudam a entender como e por quê esse tipo de equipamento é importante.
Evidentemente, há outros usos, como pesquisas científicas que precisam também simular cenários, com uma ampla gama de variáveis. Estudos militares e de desenvolvimento de tecnologia também se beneficiam do poder computacional desse tipo de equipamento.

Consumo:

Outro ponto interessante a respeito do feito chinês é o consumo de energia. O Sunway TaihuLight precisa de 15,37 megawatts, quantidade de energia suficiente para alimentar uma cidade com mais de 75 mil habitantes.

Apesar do número soar absurdo, é interessante observar que o Sunway é um dos supercomputadores mais eficientes da atualidade. Seu consumo de energia é muito menor, proporcionalmente à sua performance, do que outros concorrentes na lista dos 10 mais poderosos. O segundo mais rápido do mundo, por exemplo, opera com 17,808 megawatts para entregar menos da metade da performance máxima do novo líder.

93 quatrilhões de cálculos por segundo e energia:

Uma métrica constantemente utilizada para determinar a capacidade de processamento de qualquer computador, mas muito mais de supercomputadores, são os chamados FLOPS. A sigla, do inglês, refere-se ao número de operações matemáticas que o equipamento é capaz de entregar num segundo (daí o “S” ao final da sigla).
O Sunway TaihuLight atinge, portanto, 93 petaflops e supera em larga escala o, agora, segundo supercomputador mais rápido do mundo: o Tihane-2, também chinês, chega a 33,9 petaflops.
 Caso os números pareçam abstratos, você pode compará-los a equipamentos comerciais. O Nvidia DGX-1 é um supercomputador vendido comercialmente pela Nvidia e que chega a modestos 170 teraflops, ou 0,17 petaflops. O PlayStation 4 tem uma GPU de 1,84 teraflops, ou 0,00184 petaflops.

Supercomputadores pelo mundo! 

Existe uma listagem com os 500 supercomputadores mais rápidos do planeta. China e Estados Unidos lideram, com 167 e 165 computadores cada, respectivamente. No Brasil, existem quatro supercomputadores ligados a instituições de pesquisas. O mais poderoso deles é o Santos Dumont na versão baseada em GPUs, que está no 265° lugar no ranking mundial de supercomputadores (o Santos Dumont foi recentemente desligado por falta de dinheiro para pagar a conta de luz).

10 supercomputadores mais poderosos do mundo:

1. Sunway TaihuLight – 93 petaflops a 15,371 megawatts – China
2. Tihane-2 – 33 petaflops a 17,808 megawatts – China
3. Titan – 17,5 petaflops a 8,209 megawatts – Estados Unidos
4. IBM Sequoia – 17,173 petaflops a 7,890 megawatts – Estados Unidos
5. K-Computer – 10,510 petaflops a 12,660 megawatts – Japão
6. Mira – 8,586 petaflops a 3,945 megawatts – Estados Unidos
7. Trinity – 8,100 petaflops (consumo não divulgado) – Estados Unidos
8. Piz Daint – 6,271 petaflops a 2,325 megawatts – Suíça
9. Hazel Hen – 5,640 petaflops (consumo não divulgado) – Alemanha
10. Shaheen II – 5,537 petaflops a 2,834 megawatts – Arábia Saudita


Supercomputadores brasileiros:

1. Santos Dumont GPU – 456,8 teraflops (0,456 petaflops) – Laboratório Nacional de Computação Científica (posição 265 no ranking mundial)
2. CIMATEC Yemoja – 405,4 teraflops (0,405 petaflops) – SENAI Cimatec (323 no ranking mundial)
3. Santos Dumont Hybrid – 363,2 teraflops (0,3632 petaflops) – Laboratório Nacional de Computação Científica (364 no ranking mundial)
4. Santos Dumont CPU – 321,1 teraflops (0,3211 petaflops) – Laboratório Nacional de Computação Científica (433 no ranking mundial)

Via The Hacker News





Veja como resetar a senha padrão da Smart TV Samsung!

As Smarts TV Samsung oferecem funções completas para o usuário adicionar uma senha pessoal, que pode ser usada no bloqueio de canais, por exemplo. No entanto, caso a pessoa esqueça esse código, não poderá acessar as configurações de segurança no menu da TV, muito menos alterar a senha.

Para resolver, saiba que é possível resetar para o código padrão de quatro dígitos na Smart TV, com o “0000″. Para isso, é necessário pressionar comandos específicos no controle remoto. Descubra neste tutorial como recuperar o acesso de forma simples.



Passo 1. Esqueceu a senha da Smart TV Samsung? Então primeiro pressione o botão de “Power” para desligar a televisão;
Passo 2. Em seguida, com a TV desligada mesmo, aperte de forma sequencial os botões de “Mute” (mudo), “8″, “2″ e o “4″. Não precisa ser ao mesmo tempo, aperte os botões em sequência;
Passo 3. Pressione o botão de “Power” para ligar a TV.
 
 Pronto. A senha será resetada para o padrão de “0000″ na Smart TV Samsung e você pode reconfigurá-la com outra de sua preferência.

Óculos de sol transmitem música através dos ossos.

O Zungle Panther é um produto que surgiu para aliar moda e tecnologia. São óculos de sol que, além de protegerem a vista, contam com uma função extra: a de fones de ouvido. O dispositivo é capaz de transmitir o áudio de uma música, por exemplo, através de condução óssea, ou seja, da vibração dos ossos do ouvido a partir da emissão de ondas sonoras.
De acordo com a fabricante, a vantagem desse tipo de transmissão de som está na segurança. O usuário permaneceria tendo um som de qualidade, mas, ao mesmo tempo, seria capaz de ouvir os sons do ambiente externo.

O acessório pode ser pareado a smartphones por meio de conexão Bluetooth, que garante ao usuário ouvir músicas e atender telefonemas utilizando o microfone integrado. O óculos conta com apenas um botão, que permite ligar e desligar os fones, parear o aparelho com outros dispositivos, escolher a faixa a ser tocada e controlar o volume.


O Zungle Panther conta ainda com uma porta micro USB escondida pela haste dos óculos, que permite carregar a bateria do aparelho, capaz de durar por até quatro horas. Apesar de toda a tecnologia envolvida, o acessório pesa apenas 45 g e está disponível em cinco cores. Além disso, suas lentes coloridas, compatíveis com os modelos Frogskin da Oakley, podem ser substituídas.

Os óculos podem ser adquiridos por US$ 99,00 (cerca de R$ 336,00), mais a taxa de entrega de US$ 15,00 (aproximadamente R$ 50,00) para o Brasil. De acordo com a fabricante, o aparelho conta com certificado de proteção contra raios solares, com índice UV400. A previsão de entrega é novembro de 2016.



GoPro Hero 4 Session ou Polaroid Cube: veja qual câmera compacta é melhor?

Lançada no final de 2014, custando cerca de R$ 650, a Polaroid Cube veio inovando o mercado das câmeras de ação com seu design colorido e super portátil, que mais se assemelha a um pequeno cubo.
Veja dicas para aproveitar o melhor das câmeras de ação
Seguindo a mesma linha, a rival GoPro lançou a Hero 4 Session em 2015, com o mesmo formato de cubo mas custando mais de duas vezes mais, cerca de R$ 1600. Com design semelhantes e preços tão diferentes, vamos analisar cada ponto de cada uma e ver qual tem o melhor custo benefício para ser sua escolha na hora de comprar.

Design
Assim como sua concorrente, a GoPro traz uma câmera com o formato de um cubo e revestida de material emborrachado, com suas funções todas concentradas em um único botão. Pesando 24 g a menos, a câmera da Polaroid traz três opções de cores – azul, preta e vermelha- para agradar a todos os gostos, e claro, o Polaroid Color Spectrum, as linhas com as cores do arco-íris, símbolo da marca – embora muitos relacionem ao instagram, não há ligações. Ambas não possuem visor para imagens, embora a GoPro tenha um pequeno LCD que serve para ajustes ou alternar entre os modos de gravação.
A portátil Cube traz um design com material emborrachado e em três opções de cores. (Foto: Divulgação/Polaroid)
Desempenho/Especificações

Com 6 megapixels a Cube e 8 megapixels a Session, ambas filmam em Full HD com resolução de 1080p ou 720p, embora a da Polaroid se limite a 30fps e a GoPro chegue a 60fps. As duas possuem lente grande angular, conhecida como “olho de peixe” e também microfone embutido. Apesar da semelhança em números, a realidade é diferente. A qualidade das fotos da Polaroid não é das melhores, com mais ruido se comparada a sua rival. 
Assim como o áudio, a GoPro parece ter investido mais, com dois microfones embutidos, sua tecnologia faz com que mesmo submersa o áudio fique limpo.
Neste quesito a Session ganha, pois ainda traz funções que não há na Cube, como timelapse, gravação em câmera lenta, ajuste manual de ISO e fotos consecutivas. A GoPro ainda traz um indicador de bateria, que permite o usuário saber quando a bateria estiver acabando para não ser pego de surpresa, detalhe que parece bobo, mas que no dia-a-dia faz toda diferença. 

 Resistência
Apesar de ser uma câmera de ação, a Polaroid Cube só pode ser submersa se usada com a capa a prova d’água. Já a Hero 4 Session, permite ser mergulhada por até 10 m sem o uso de uma capa, sendo suficiente para os que não são mergulhadores, e que apenas desejam praticar esportes aquáticos. O fato de não usar case, a torna mais leve e permite que o microfone não fique abafado, capturando sons sem ruídos. E caso ocorra uma queda acidental, não trará grandes problemas, pois por serem feitas de material emborrachado, sua superfície amortece.

Conectividade 
Com conexão Bluetooth e WiFi, a Session sai na frente. A Polaroid se limitou a uma conexão USB, obrigando o usuário a precisar de um computador para ter acesso ao conteúdo gravado. Já a Session, permite que a câmera seja pareada com um controle remoto, para ser controlada a distancia, ou a um Smartphone, onde no app oficial –disponível para iOS, Android e WP – é possível ver o que esta sendo capturando e ter acesso ao que já foi gravado, permitindo até mesmo compartilhar na hora. 
Bateria 
Comparando os dois modelos no mesmo modo –a Session com Wi-Fi desligado, pois a Cube não tem- a GoPro promete duas horas de bateria em uso contínuo e a Cube 90 minutos. Nas duas câmeras, as baterias não são removíveis, o que faz com que não seja a melhor escolha para um uso intenso, visto que, para recarregar demora cerca de 4 horas. 
Acessórios 
As duas marcas investiram em acessórios para esportes. Tem para encaixar na bicicleta, para pescoço, peito, cabeça, case a prova d’água, entre outros. E a Cube, além dos acessórios, sua parte de baixo tem um ímã acoplado, que faz com que tenha estabilidade em superfícies metálicas. O fato de ser compatível com acessórios para outros modelos da marca, faz com que aparentemente a disponibilidade no mercado seja maior para a GoPro, mas nada que deixe a Cube atrás quanto a variedade. 

Preço 
A diferença entre as duas é um fator a se considerar, a Session custa mais de duas vezes o valor da Cube. Enquanto a Cube pode ser encontrada por R$ 650, a Session mais barata está R$ 1600. 

Conclusão 
Em custo benefício, a Cube sai a frente. Embora a GoPro ganhe em alguns fatores, não são suficientes para justificar a multiplicação de preço. Os usuários que procuram uma câmera de ação de entrada, normalmente são pessoas que não fazem muita exigência, apenas desejam uma câmera para o dia-a-dia. Sendo assim, a Cube vale o que é cobrado. Com o preço pago para obter GoPro Hero 4 Session, vale mais a pena juntar mais e comprar uma mais avançada. Agora, caso o usuário faça questão de qualidade de imagem, para algo mais profissional, escolha a GoPro Session.