sábado, 9 de julho de 2016

Polícia nos EUA usa robô antibomba para matar um atirador !

Um robô criado para desarmar bombas foi usado pela polícia de Dallas, nos Estados Unidos, para matar um atirador que causou a morte cinco policiais e ferir pelo menos outras 9 pessoas (2 civis e 7 policiais). O chefe de polícia David Brown diz que não houve outra opção após as negociações não darem resultado.
De acordo com os policiais, o robô, normalmente usado para desarmar bombas, fez o serviço contrário. “Não vimos outra alternativa a não ser usar nosso robô para colocar um dispositivo (leia-se: bomba) em sua extensão para detonar o local onde o suspeito estava. Outras opções teriam exposto nossos oficiais a um perigo muito grande. O suspeito agora está morto como resultado da detonação da bomba”, conta Brown.
Para quem não está familiarizado com o caso. Na última quinta-feira, um protesto contra as mortes de duas pessoas negras pela polícia americana estava seguindo pacificamente quando, no fim da manifestação, começou o tiroteio. O atirador, identificado como Micah X. Johnson, se manteve em um impasse armado com a polícia por horas até a decisão da polícia de explodi-lo.
É o primeiro caso conhecido de um robô do tipo sendo usado para fins letais por forças policiais, fora de um campo de guerra, já que há registros de práticas similares pelo exército dos Estados Unidos. Outros usos pouco ortodoxos de robôs antibombas foram mais pacíficos: um suicídio em San José foi evitado após a máquina entregar um telefone e uma caixa de pizza.


'Baratinhos': saiba o que compõe um smartphone de entrada !

Se você acompanha o mercado de produtos eletrônicos, certamente já ouviu falar nas expressões "de entrada", "intermediário", "premium" e "top de linha". Essas são palavras usadas para determinar características básicas de aparelhos como celulares, TVs, tablets, notebooks e outros.
Mas você sabe o que determina se um smartphone é intermediário ou top de linha? Qual a diferença entre um premium e um de entrada? O que define essas nomeclaturas e para que elas servem? A partir desta quinta-feira, 7, você começa a conferir no Olhar Digital uma série de artigos explicando o uso de cada uma dessas expressões.
Começando pelo nível mais básico de todos: os modelos de entrada. Smartphones de entrada, ou de baixo custo, são aqueles modelos com configurações um pouco mais humildes e, consequentemente, que custam bem mais barato. São chamados "de entrada" porque costumam ser os primeiros modelos que usuários compram quando decidem se aventurar pelo mercado.
Design:
Smartphones de entrada geralmente usam materiais mais baratos na composição do seu "chassi". Normalmente, a capa e também a parte frontal são feitos em plástico, às vezes com algum material mais emborrachado na parte de trás para facilitar a pegada, além de cantos arredondados. Esses modelos de celular também são mais frágeis do que as categorias superiores.
Tela:
Os aparelhos de baixo custo também se destacam pelo tamanho. Você sabe que está diante de um deles se o modelo que te interessa tem algo entre 4,5 e 5 polegadas. Passando disso, o aparelho já começa a cair na faixa dos intermediários, embora haja algumas (raras) exceções. Além disso, esses smartphones geralmente têm tela TFT, com menor resolução e menos brilhante do que LED, LCD ou AMOLED.
Câmera:
Se você quer um smartphone que registre fotos de boa qualidade, não compre um modelo de entrada. Celulares dessa categoria costumam vir com uma câmera traseira de baixa resolução (de 5MP a 8MP) e frontal (VGA ou até 3MP) que sequer vem acompanhada de um flash. A abertura também costuma ser bem estreita, fazendo com que as fotos saiam com cores frias, sem muito contraste ou brilho.
Potência:
Um celular de baixo custo é ideal para quem não está interessado em instalar muitos aplicativos ou realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo. Esses produtos vêm com processadores de frequência baixa, até 1,2 GHz, e com poucos núcleos (dois ou, no máximo, quatro). Memória RAM também costuma vir limitada: no máximo, de 1GB a 1.5GB.
Memória:
Não há espaço dentro de um smartphone de entrada para muitas fotos, vídeos e aplicativos. Em média, um modelo desse porte vem com apenas 4GB ou 8GB de memória interna - sendo que, desses, quase a metade é ocupada pelo sistema operacional, deixando ainda menos espaço livre. Poucos dos celulares dessa categoria vêm com suporte a cartões microSD.
Bateria:
Com configurações tão modestas, as fabricantes esperam que o usuário não use com tanta frequência o seu smartphone de entrada. Por outro lado, esses aparelhos também vêm com menos recursos, fazendo com que o gasto de energia não seja tão exagerado. Com isso, a bateria de um celular de baixo custo costuma ter uma durabilidade mediana: de 1.850 mAh a 2.200 mAh, o que garante pouco menos de seis horas de uso, em média.
Recursos:
Celulares de entrada são feitos para usuários básicos, aqueles que não têm interesse em usar o aparelho com muita intensidade. Por isso, há pouco mais além de funções simples como receber e realizar chamadas, baixar apps de mensagens e redes sociais e navegar na internet. Poucos têm suporte a mais de um cartão SIM e geralmente não vêm com recursos exclusivos, como agitar a tela para ligar a câmera - algo que os tops de linha fazem. Alguns, porém, têm TV digital.
Preço:
Por fim, o que realmente importa em um smartphone de categoria mais baixa é o preço. Para compensar a ausência de recursos, design simplificado e configurações mais básicas, as empresas também cobram menos desses modelos. É possível encontrar dispositivos de entrada custando entre R$ 500 e R$ 900 (esses mais caros já beiram a categoria dos intermediários). Portanto, coloque tudo isso na balança na hora de comprar um celular.
Exemplos de smartphones de entrada vendidos no Brasi:








Microsoft consegue guardar vídeo de 200 MB em DNA !

Disquetes, discos ópticos (CD, DVD, Blu-Ray), pendrives, cartões de memória... a tecnologia de armazenamento percorreu um longo caminho nas últimas décadas, e a Microsoft já está apostando no próximo passo. A empresa, junto com a Universidade de Washington, criou um tipo de DNA sintético que é capaz de armazenar até 200 MB de informações.
Para testar a capacidade de sua criação, os pesquisadores armazenaram um videoclipe em HD da banda Ok GO juntamente com cópias da Declaração Universal dos Direitos Humanos em vários idiomas, os 100 livros mais populares do Projeto Gutenberg e o banco de dados de sementes da Crop Trust. As informações ficaram guardadas dentro de um tubo de testes muito menor que a ponta de um lápis, diz Douglas Carmean, arquiteto da Microsoft que supervisiona o projeto.
Os dados são transformados de 1s e 0s em “letras” correspondentes às quatro bases do nucleotídeo de uma tira de DNA: o A, de adenina; o C, de citosina; o G, de guanina; e o T, de timina. Os pares que estas bases formam (A se liga com T, e C se liga com G) criam uma correspondência com os zeros e uns, o que permite a conversão e leitura das informações.
Então eles passam estes dados para a empresa Twist Bioscience, que ‘traduz’ estas letras, ainda em forma eletrônica, para moléculas e envia de volta para os pesquisadores”. Ele conta que o resultado disso é um tubo de ensaio quase vazio, como se apenas um pouco de sal tivesse secado no fundo.
A leitura destes arquivos envolve o mesmo processo de sequenciamento que os cientistas usam para decifrar o genoma de plantas e animais. Assim, é possível transformar novamente o DNA em zeros e uns, que pode ser compreendido por um computador.
Entre outras coisas, o teste foi capaz de mostrar que os cientistas seriam capazes de analisar um grande volume de DNA para encontrar sequências específicas, o que é importantíssimo para qualquer sistema de armazenamento aplicável ao mundo real.
A ideia é que o conceito, ainda engatinhando no mundo da ciência, seja transportado para usos reais no futuro porque o DNA é pequeno e durável, permitindo que dados sejam guardados por milhares de anos. A empresa prevê que seja possível gravar 1 bilhão de TB de dados em 1 grama de DNA, permitindo armazenar a internet inteira atual em um espaço como uma caixa de sapatos. Os problemas práticos, no entanto, são custo e o fato de que o processo de gravação e leitura é extremamente lento.


Facebook Messenger testa recurso de conversas autodestrutivas!

O Facebook não conseguiu comprar o Snapchat por US$ 3 bilhões em 2013 e, por isso, desde então vem tentando agregar cada vez mais recursos do competidor dentro de seus próprios apps. Um engenheiro da empresa revelou nesta sexta-feira, 8, que vem aí uma grande novidade ao Messenger que se inspira no Snapchat.
A rede social está testando um sistema de "conversas secretas" em que o usuário pode definir um cronômetro para que suas mensagens com algum contato sejam apagadas. Como uma bomba-relógio, todas as mensagens trocadas em uma determinada conversa com o recurso ativado serão destruídas após alguns minutos, horas ou dias, de acordo com o usuário.
"Para deixar claro, suas atuais mensagens e chamadas 'regulares' no Messenger já se beneficiam de fortes sistemas de segurança", explicou David Marcus, responsável pelo aplicativo do Facebook. "Mas estamos experimentando esse recurso adicional como uma opção para as conversas mais sensíveis que você pode precisar ter."
Via TNW,