segunda-feira, 4 de julho de 2016

Review: carregadores portáteis Made Basics !

Eles surgiram do nada e logo se transformaram em um gadget indispensável na bolsa ou na mochila de qualquer cidadão conectado. Estamos falando dos powerbanks, também chamados de baterias externas ou carregadores portáteis. Tratam-se de pequenos dispositivos cuja única missão é armazenar energia elétrica — uma vez conectados em um smartphone via USB, são capazes de recarregá-lo a qualquer hora e em qualquer lugar.
Só quem já usou um desses sabe da importância de tais produtos emergenciais. Porém, a maioria dos powerbanks disponíveis hoje no mercado brasileiro são de procedência duvidosa e de péssima qualidade, sendo um tanto frágeis pouco confiáveis. E foi pensando em uma forma de resolver esse problema que um grupo de empreendedores brasileiros criou a Made Basics, uma startup bastante curiosa.
A empresa chega ao mercado com um trio de carregadores portáteis que impressionam pelo design e prometem ser mais duráveis do que os “xing ling” que estamos acostumados a usar. O TecMundo passou alguns dias utilizando os três modelos disponibilizados pela marca — emprestados pela própria — e vai contar para você se vale a pena ou não investir seu precioso dinheiro nessas novidades.

Made Basics Wallet

O Wallet é o powerbank mais acessível — e também o mais atraente — da Made Basics. Seu nome (que, em inglês, significa “carteira”) não lhe foi atribuido à toa: este gadget possui um visual bastante elegante e que lembra muito um porta-documentos em couro. O produto conta um acabamento texturizado que imita o tecido nobre e exibe até mesmo umas falsas costuras em suas bordas.
Dentro de sua caixa, o consumidor encontra um manual de instruções (que é universal para os outros modelos da Made Basics) e um cabo USB branco para recarga do próprio powerbank e conexão com telefones celulares. O modelo está disponível em quatro cores: preto, marrom, azul e branco, sendo que todas as versões custam o mesmo preço: R$ 99. Quatro luzes LED azuis dispostas em sua base servem para indicar o nível de energia do dispositivo.
Sendo o carregador portátil mais enxuto da família, o Wallet tem uma bateria de 4000 mAh — isso, de acordo com o próprio fabricante, é o bastante para dar 1,5 carga em um iPhone 6 e uma carga em um Galaxy S6. No caso de um Moto X Play, um dos aparelhos mais populares da família de smartphones da Motorola, isso seria o suficiente para uma recarga completa e sobrariam 360 mAh.

Made Basics Pierre:

Mais robusto do que o Wallet, o modelo Pierre tem um visual no mínimo curioso: ele imita uma pedra. Disponível na cor Dark Gray (cinza, R$ 129) e Navy Blue (azul escuro, R$ 139), o powerbank tem a capacidade de 5200 mAh — isso sao 1200 mAh a mais do que seu irmão mais novo. Essa quantia de energia já é capaz de suprir duas cargas completas em um iPhone 6 e 1,4 carga em um Galaxy S6. Em um Moto X Play, seria aproximadamente 1,3 carga.
Embora seja maior e um pouco mais “gordinho” do que o Wallet, o Pierre tem a grande vantagem de ter seu corpo recoberto com uma textura levemente áspera que, além de ser agradável ao toque, impede que o powerbank escorregue de suas mãos. Seu formato também é bastante anatômico para garantir uma pegada firme. A disposição das quatro luzes LED é diferenciada: elas circundam o único botão do carregador portátil (usado para ativar a recarga e consultar o nível de bateria).

Made Basics Petra:

O Petra é o modelo mais potente da linha Made Basics. Grande, pesado e com um visual parecido com o do Pierre (imitando uma pedra), este carregador tem nada menos do que 7800 mAh — isso garante até três cargas em um iPhone 6, duas cargas em um Moto X Play e 2,1 cargas em um Galaxy S6. Mais do que isso, ele é o único powerbank da família que possui duas saídas USB paralelas, o que lhe permite recarregar dois gadgets ao mesmo tempo.
A amperagem de saída do Petra também é maior do que a dos outros modelos: são 2,1A (caso você use somente uma porta USB) ou 1,5A (usando as duas conexões simultaneamente), contra 1A do Wallet e do Pierre. Isso significa que este grandalhão é mais ágil na hora de recarregar seus dispositivos móveis, especialmente se ele estiver provendo energia para apenas um smartphone.
O único problema do Petra é que você dificilmente consegue usá-lo nas mãos — até porque ele não é feito para isso, sendo um powerbank mais apropriado para uso em mesas. O aparelho é muito grande e pesado, dificultando o seu manuseio (por mais que sua textura, igual à do Pierre, impeça que o produto escorregue de seus dedos). As cores disponíveis são Gray (cinza) e Dark Gray (cinza escuro), ambas por R$ 149, e Navy Blue (azul escuro) por R$ 159.

Vale a pena?

Os powerbanks da Made Basics são, sem dúvidas, os mais bonitos que você pode encontrar no mercado brasileiro. Todos os modelos possuem um visual distinto e elegante — com destaque, é claro, para o Wallet, que se disfarça perfeitamente como uma carteira de couro e é bastante discreto. Outro detalhe bacana (presente em todos os carregadores da marca) é a pequena alça de tecido para guardar o cabo USB.
Porém, no quesito funcionalidade, os aparelhos não apresentam novidades. Além disso, nenhum dos powerbanks da Made Basics tem uma capacidade fora do comum — muito pelo contrário, até pouco tempo atrás, eles perderiam feio para o Mi Power Bank, da Xiaomi, que tem 10400 mAh e era vendido aqui por apenas R$ 99. Aliás, embora a marca chinesa tenha cessado as vendas do produto, ainda é possível encontrá-lo no Mercado Livre.
Resumo da ópera: você consegue encontrar carregadores portáteis com capacidades parecidas com a do Wallet, do Pierre e da Petra por um preço mais barato? Sim. Consegue encontrar modelos com um design tão atraente e charmoso? Não. Os gadgets da Made Basics tem como diferencial os seus visuais excêntricos, sendo voltados para consumidores de personalidade.
Isso significa que, caso você queira simplesmente um powerbank potente e barato — não se importando com as aparências ou procedências —, é possível encontrar opções com melhor custo-benefício no mercado (incluindo modelos chineses). Agora, se você procura um dispositivo diferente e que vai se destacar quando você tirá-lo do bolso e colocá-lo na mesa da bar, os powerbanks da Made Basics são a melhor alternativa.


IMAGEN(S)

Atenção: jogadores relatam problemas graves de energia com a Radeon RX480 !

Atenção: a AMD lançou um comunicado oficial, o qual está no final desta notícia.
A Radeon RX 480 acabou de ser lançada, mas parece que a fabricante vai encarar uma série de problemas para atender a alguns jogadores furiosos que estão tendo problemas com o produto.
De acordo com reclamações no próprio fórum da AMD, a nova placa de vídeo parece estar causando algum tipo de defeito na placa-mãe, sendo que em alguns casos ela até inutiliza o componente em questão.
Paralelamente a tais relatos, alguns especialistas na web postaram informações nesta sexta-feira comentando sobre um problema de consumo excessivo de energia. Conforme as verificações, a Radeon RX 480 parece usar mais do que 75 watts provenientes deste barramento.

E qual o problema disso?

Bom, na verdade, é um problema muito grave, uma vez que o PCI-Express é um barramento padronizado — e qualquer companhia que faça um projeto para tal componente deve obedecer as determinações da PCI-SIG. O padrão exige o consumo máximo até esse limite de 75 watts, uma vez que excessos podem causar danos ao hardware.
O barramento foi feito com base em várias medições, as quais revelam que a passagem excessiva de corrente pode sim danificar a área de contato. Os materiais usados no barramento foram projetados apenas para uma determinada tensão e corrente (que geram a respectiva potência de 75 watts).
De acordo com os especialistas, o problema se agrava ainda mais quando o usuário altera o Power Limit (opção que justamente limita a passagem de corrente adicional) da RX 480. É muito comum que jogadores que buscam fazer overclock alterem esse valor.
Na maioria dos casos, quando o usuário modifica o Power Limit, a placa tende a obter mais energia através do conector adicional de energia. Contudo, no caso da Radeon RX 480
, o conector já está no máximo, então a placa parece obter a corrente extra do PCI-Express.
O problema em questão é muito grave e pode até afetar as vendas do produto. Nossa recomendação é que os jogadores que comprarem a placa não alterem o Power Limit e evitem a prática de overclocking.

O que a AMD diz sobre o caso?

Como vocês sabem, nós fazemos ajustes constantemente em nossas GPUs para maximizar o desempenho para os respectivos projetos de energia e interfaces de memória, que, neste caso, é de uma placa que alcança a incrível velocidade de 8 Gbps com a tecnologia GDDR5.
Recentemente, identificamos casos isolados em que os ajustes de algumas placas com o chip RX 480 não estavam otimizados. Felizmente, nós podemos ajustar a regulagem dessas GPUs através do software da Radeon para solucionar o problema.
Nós já estamos testando uma nova correção de driver e vamos lançar um update para a comunidade com o progresso realizado nesta próxima terça-feira (5 de julho de 2016).


Dúvida: escutar música em volume alto consome mais bateria do celular?

Celulares com bateria de longa duração são bem raros no mercado. Poucos são os modelos que aguentam o uso intenso do dia a dia e conseguem fazer a energia da bateria render mais do que 24 horas.
Nesse cenário complexo em que temos de sacrificar alguns recursos para aproveitar outros, toda informação sobre consumo é de suma importância.
Assim, pensando em solucionar uma dúvida de muitas pessoas, o editor Bryan Menegus, do site Gizmodo, resolveu rodar um teste no smartphone para descobrir se, afinal de contas, ouvir música em volume alto consome mais bateria. Será que é isso mesmo?
O teste foi realizado de forma bem simples, mas pode revelar algumas informações curiosas. Confira abaixo a metodologia:
  • Modelo utilizado: iPhone 5
  • Estado da bateria: carregada em 100%
  • Modo avião: ligado
  • Apps abertos: Music (todos os demais foram encerrados)
  • Teste: reprodução de música por 5 horas consecutivas
Após executar o teste repetidas vezes, com diferentes modelos de fones, os resultados foram os seguintes:
  • O nível de bateria caiu de 100% para 92% com fones de ouvido padrão em volume mínimo
  • O nível de bateria caiu de 100% para 89% com fones de ouvido padrão em volume máximo
  • O nível de bateria caiu de 100% para 90% com fones Sennheiser HD 280 em volume máximo
Não há uma explicação sensata para entender o motivo pelo qual a bateria foi mais utilizada para reprodução no fone padrão, uma vez que o Sennheiser tem drivers maiores.
Para conferir a diferença entre o uso da tela e do sistema de áudio, o editor rodou um teste com todos os apps desligados e em modo avião, somente com a tela ligada, apesar de que não foi informado o nível de brilho do display. Neste teste, o nível de bateria caiu de 100% para 73% após 5 horas.
No fim das contas, o teste mostra que curtir músicas em volume mais alto pode mesmo consumir mais bateria, apesar de que este não é um teste realizado com múltiplos aparelhos e não se trata de um estudo científico que pode ser validado para todos os casos. Além disso, fica evidente que é possível curtir dezenas de horas de música tranquilamente.


FONTE(S)

Z: o mouse revolucionário com 50 funções, giroscópio e até display OLED!

O mouse é um dispositivo essencial em nosso cotidiano, mas, ainda que vários modelos apresentaram inovações ao longo dos últimos anos, a verdade é que ele não tem sofrido grandes modificações que realmente facilitam o uso nas tarefas comuns.
No geral, o usuário acaba dependendo de uma combinação de mouse e teclado para realizar vários comandos simples. Pensando na estagnação deste componente, Grand Odgers lançou recentemente no Kickstarter uma campanha para arrecadar fundos para o Z.
O Z é um mouse desenhado do zero para gamers, designers e usuários avançados que buscam agilizar suas rotinas. Equipado com sensores que identificam rotação, inclinação e rolagem, o componente que foi desenvolvido ao longo de três anos pretende revolucionar a forma como usamos o mouse.
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Quer alguns exemplos? Você pode simplesmente inclinar um pouco o mouse para qualquer lado e movimentar a câmera em um jogo de FPS sem ter que ativar outros botões do teclado. Também é possível configurar o componente para navegar através de um documento sem a necessidade de usar as barras de rolagem.
Ele vem equipado com acelerômetro, giroscópio, sensor de força e dispositivo de resposta tátil que entregam dezenas de funcionalidades com poucos botões. São 17 botões físicos, que podem receber até 50 ações rápidas nos botões principais (combinação de botões com inclinação, rotação e rolagem) e até 80 funcionalidades combinando todos os botões.
O Z tem sensores que identificam rotação, inclinação e rolagem que entregam dezenas de funções.
Com botões equipados com sensor de força, o usuário pode realizar cliques mais fortes para ativar diferentes funções. A fabricante exemplifica com uma tarefa comum: duplo clique seleciona uma palavra, clique prolongado seleciona um parágrafo e clique forte selecionará o texto completo.
Para dar poder total ao usuário, a fabricante ainda incluiu um sensor Pixart PMW3360 Pro Gaming Grade, que conta com regulagens de precisão que vão de 20 a 12.000 DPI. O Z trabalha com frequência de 1.000 Hz, tem cabo reforçado e display OLED para dar informações rápidas sobre as mudanças de configurações. Confira as especificações:
  • Sensor: Pixart PMW3360 Pro Gaming Grade
  • Memória: mapeamento de botões e configurações salvas no mouse
  • Frequência: 1.000 Hz
  • Cabo reforçado: sim
  • Botões dedicados: 17
  • Ações rápidas: 50
  • Total de ações: 80
  • Gestos: rotação, inclinação e rolagem
  • Botões com sensor de força: 4
  • Resposta tátil: sim, com níveis de força
  • Tela OLED: sim, para exibir configurações
O Z está quase atingindo sua meta de US$ 140 mil no Kickstarter, mas você ainda pode conseguir uma unidade por apenas US$ 139 (R$ 449). Você pode comprar o seu mouse até o dia 11 de agosto. Os primeiros  modelos serão entregues em dezembro de 2016.


FONTE(S)

Brasil foi principal vítima de vírus que infectou 10 mil contas do Facebook!

Um malware distribuído via Facebook infectou mais de 10 mil usuários em apenas 48 horas, informou a Kaspersky Lab, que verificou a ação entre os dias 24 e 27 de junho. Os mais afetados pelo ataque foram os brasileiros, que correspodem à fatia de 37% do total de casos. Polônia (8%), Peru (7%), Colômbia (7%) e México (7%) foram os países que também registraram mais ocorrências.
Ainda segundo a empresa, o vírus foi disseminado através de notificações – aquelas exibidas por alertas de marcação em fotos ou em publicações cotidianas, como comentários ou atualização de status.
O phishing funcionava a partir de duas fases: na primeira, um trojan era baixado pelo PC, o que resultava na instalação de uma extensão maliciosa no Chrome. A partir disso, a segunda fase do ataque era então executada; ao acessar a rede social usando o browser comprometido, o controle da conta era tomado.

Como o ataque foi executado:

Na prática, o vírus agiu desta forma: no momento em que o usuário clicava sobre a notificação, o arquivo malicioso passava a encerrar a sessão atual. Em seguida, uma nova página que exigia um novo login para acesso ao Facebook era aberta: quando nome de usuário e senha eram informados, o malware baixado em segundo plano era ativado, roubando e alterando as preferências de privacidade da vítima.
A extração indevida de scripts e de dados de conta pode ser usada para várias atividades ilegais, tais como roubo de identidade, envio de spams e fraudes bancárias, por exemplo. A distribuição do malware acontecia no momento em que o programa malicioso era baixado, quando a notificação falsa de marcação era enviada aos demais contatos do usuário infectado.

iOS e Android seguros:

Os ataques foram feitos principalmente via Google Chrome e Mozilla Firefox. Enquanto o iOS e Android são seguros e não puderam, assim, ser infectados pelo novo vírus, o Windows 10 Mobile correu o risco também de ser comprometido.
Verifique seu Google Chrome:
  • Abra o navegador, clique sobre o ícone de sanduíche e acesse a opção “Configurações”;
  • Em “Extensões”, procure pelo arquivo “thnudoaitawxjvuGB”, sem aspas.

Pasta "sequestrada"

Conforme bem observado por Alan S., um dos nossos leitores, o vírus é capaz de fazer com que arquivos do sistema assumam o nome "Mozilla". Execute o processo descrito abaixo para verificar se as pastas do seu computador foram "sequestradas" pelo malware:
  • Abra o Menu Iniciar e execute o comando iniciar (ou aperte Win+R);
  • Em seguida, abra o diretório %AppData%\Mozila e procure pelos arquivos e pastas “ekl.au3” e “autoit.exe”.
Se os arquivos mencionados acima forem encontrados, é provável que sua conta tenha sido atacada.
Google já removeu extensão infectada da Web Store; Facebook bloqueou método de distribuição do malware.

Medidas de segurança

Ao menos uma das extensões usadas durante os ataques foi removida pela Google da Web Store. Segundo o Facebook, o método usado para a distribuição do vírus (via notificações) já foi também encerrado. Para combater a prática de cibercriminosos, execute as recomendações de segurança sugeridas pela Kaspersky Lab:
  • 1. Instale uma solução antimalware em todos os dispositivos e mantenha o software do sistema operacional atualizado;
  • 2. Evite clicar em links contidos em mensagens de pessoas que você não conhece ou em mensagens de amigos que você não estava esperando;
  • 3. Sempre tenha cuidado quando estiver on-line e nas redes sociais;
  • 4. Implemente as configurações de privacidade adequadas nas redes sociais, como o Facebook.


Anonymous sequestra PCs da Anatel e exige ação contra internet limitada!

Uma célula brasileira da Anonymous acabou de divulgar que teve sucesso em sequestrar, por meio de ransomwares, computadores da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Segundo o grupo, em manifesto, "o objetivo é cobrar da agência uma posição firme, imutável e permanente sobre o fim da franquia de dados na internet fixa".
"Eis que hoje, dia 1 de julho de 2016, inauguramos uma nova fase nas ações hackativistas pela liberdade da informação no Brasil. Há algumas horas, diversos computadores da Anatel previamente identificados como alvos estratégicos por Anonymous sofreram um ataque de ransomware", complementa o manifesto.
Isso significa que a Anonymous "sequestrou" as máquinas da Anatel e pretende devolvê-las apenas quando a Agência Nacional de Telecomunicações tomar uma posição em prol do usuário de internet no Brasil.
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O TecMundo entrou em contato com a Anatel para uma declaração. A Agência ainda não se pronunciou sobre o caso — assim que isso acontecer, atualizaremos a notícia.

O que é ransomware?

Ransomware é um tipo de malware que, quando entra em um sistema, restringe o acesso e cobra um valor "resgate" para que o usuário possa voltar a acessá-lo. Por exemplo, ao clicar ou baixar um arquivo malicioso, o computador de uma companhia é completamente compactado via criptografia. A empresa — ou Anatel, no caso — praticamente não tem como pegar novamente esses arquivos, a não ser que pague o valor estabelecido pelo invasor — normalmente em bitcoin. Um modus operandisofisticado, refinado, que não deixa traços, marcas ou trilhas de quem fez isso.
Foi exatamente isso que a Anonymous fez. Contudo, diferente dos crackers, que costumam utilizar os ataques de ransomware para fins lucrativos, os hackers envolvidos estão pedindo apenas ações da Anatel.
A Anonymous só vai liberar o acesso após o fim do limite de franquia.
"Como nós somos uma ideia que luta por justiça, e não por dinheiro, estamos exigindo que a Anatel tome uma atitude e proíba de forma definitiva o limite de franquia para a internet fixa, desejo das grandes operadoras", disse a célula.
A Anonymous também comenta que tem as senhas para libertar os computadores infectados por ransomware. Ainda, que só vai fornecer o acesso após a questão ser "devidamente resolvida, e que a internet fixa no Brasil seja verdadeiramente livre e ilimitada".
Mais para baixo, você acompanha o manifesto da Anonymous na íntegra.

Anatel x usuário:

A Anatel vem se envolvendo em polêmicas neste ano. Em uma delas, o presidente da Agência, João Rezende, disse que a culpa do corte é dos gamers: "Tem gente que adora, fica jogando o tempo inteiro, e isso gasta um volume de banda muito grande. É evidente que algum tipo de equilíbrio há de se ter porque, senão, nós teremos o consumidor que consome menos pagando por aqueles que estão consumindo mais. É essa questão da propaganda, do ilimitado e do infinito, que é um negócio que acabou desacostumando o usuário".

Manifesto Anonymous na íntegra:

"Depois de ter o site derrubado por uma semana... Depois de hackear a base de dados da agência... Depois de sofrer #exposed de toda a diretoria e gerencia... Depois de flagrarmos funcionários da Anatel frequentando sites de traição... Eis que hoje, dia 1 de julho de 2016, inauguramos uma nova fase nas ações hackativistas pela liberdade da informação no Brasil.
Há algumas horas, diversos computadores da Anatel previamente identificados como alvos estratégicos por Anonymous sofreram um ataque de Ransomware, cujo objetivo é cobrar da agência uma posição firme, imutável e permanente sobre o fim da franquia de dados na internet fixa.
Para quem não sabe, Ransomware é um tipo de "vírus" que sequestra e criptografa totalmente o PC da vítima, exigindo uma senha para desbloqueá-lo. Não há nenhuma maneira conhecida, até hoje, para quebrar essa senha.
Nos últimos anos, os ataques de Ransomware foram utilizados para fins lucrativos. Crackers enviavam o vírus para empresas e grandes corporações, exigindo um valor de resgate para a senha que desbloqueia seus arquivos.
No entanto, como nós somos uma ideia que luta por justiça, e não por dinheiro, estamos exigindo que a Anatel tome uma atitude e proíba de forma definitiva o limite de franquia para a internet fixa, desejo das grandes operadoras.
Nós temos a senha para a libertação dos PCs infectados da Anatel, e a tornaremos pública somente após essa questão ser devidamente resolvida, e que a internet fixa no Brasil seja verdadeiramente livre e ilimitada.
Nós somos Anonymous. Nós não perdoamos. Esperem por nós".
FONTE(S)

Lista traz cinco dicas para melhorar o desempenho da memória do PC !


A memória RAM é um elemento central do funcionamento de qualquer computador. Em máquinas mais simples, com quantidades relativamente pequenas de RAM, é preciso racionalizar o uso do sistema para aproveitar o melhor desempenho do PC, sem enfrentar lentidão excessiva ou travamentos.
Na lista a seguir, confira cinco dicas para melhorar a performance da memória do seu computador de forma simples. Se o seu problema de RAM tem a ver com defeitos e erros constantes, talvez seja interessante também ver a seguir como diagnosticar defeitos de memória no computador.
Use o ReadyBoost:
O ReadyBoost é um recurso do Windows que usa o espaço disponível em uma unidade removível USB para acelerar o sistema. Não é a mesma coisa que instalar mais RAM no computador, mas pode representar ganhos de até 75% no carregamento de aplicativos em computadores que combinam pouca memória RAM (2 a 4 GB) com discos rígidos mecânicos lentos (como os de 5400 RPM usados em notebooks). 
O Windows desativa o ReadyBoost em máquinas que possuem SSDs. Para ativar, basta colocar o pendrive no computador e, em "Propriedades", navegar até a aba referente ao recurso. Lá é possível configurar o comportamento da ferramenta e selecionar quanto do espaço do pendrive será dedicado para acelerar o computador.
Use o Gerenciador de Tarefas ao seu favor:
O Gerenciador de Tarefas é um ótimo canal para visualizar o que está rodando no computador e a que preço. Na listagem de Processos, é possível ordenar por consumo de memória para identificar os vilões. Assim que você determina quem está consumindo mais memória, fica fácil saber que aplicativos podem ser fechados para liberar RAM para o sistema.
Na aba Desempenho, acessando o Monitor de Recursos, você pode ter uma visualização ainda mais aprofundada do comportamento do sistema como um todo. Escolhendo Memória dentro do Monitor, o Windows vai mostrar em tempo real o consumo do recurso em gráficos, apresentando a quantidade de RAM usada e disponível, além de uma visualização simples dos aplicativos que estão sendo carregados na memória o tempo todo.
Faça limpeza e otimize seu computador:
Um dos grandes responsáveis por lentidão e consumo excessivo de memória em PCs com Windows é, no fim das contas, o usuário. É importante que você cuide do sistema evitando que inúmeros aplicativos de utilidade duvidosa sejam carregados inutilmente no processo de inicialização.
No próprio Gerenciador de Tarefas, clique na aba Inicializar. Ela vai listar todos os aplicativos que são carregados com o Windows, além de classificar o impacto que cada um deles causa no processo de inicialização. Se você tem uma lista muito poluída, talvez seja o caso de escolher alguns para desligar, poupando o seu sistema do ônus de precisar carregá-los sempre, mesmo quando você não pretende usá-los.
Use um app para limpar a memória:
O funcionamento desses aplicativos é questionado por muita gente. Entretanto, em casos extremos de falta de memória (sistemas com 2 GB ou menos), a performance desse tipo de software deve ser melhor. Aplicativos de limpeza de RAM basicamente funcionam buscando apps e serviços do Windows que são obrigatório para a memória e que podem ser impedidos de acessá-la, sem prejuízo para a experiência de uso.
Um dos apps bem conhecidos desse gênero é o CleanMem, que funciona em tempo real. O Ainvo Memory Cleaner também é fácil de usar e tem funções similares.
Instale mais memória:
Se nada parece resolver seus problemas com escassez de memória, pode ser hora de considerar um upgrade. Pentes de memória não são muito caros, especialmente se a perspectiva de uso é mais doméstica. Um pente de RAM DDR3 de 2 GB da Kingston pode ser encontrado facilmente a menos de R$ 100 no Brasil, tanto no formato DIMM, para desktops, como no SODIMM, para notebooks.
Em um cenário típico de computador com pouca memória, a 2 GB, um reforço de outros 2 GB dobra a quantidade original e abre a perspectiva de operar em dual-channel, método de acesso de memória pelo PC que eleva a performance geral da RAM.