quinta-feira, 7 de julho de 2016

Nvidia lançará placa de vídeo acessível com performance de top de linha!

O site Videocardz conseguiu imagens que revelam informações sobre a Geforce GTX 1060, a placa de vídeo de entrada da nova linha da Nvidia. De acordo com as imagens, a placa deve custar a partir de US$ 250 e oferecer uma performance semelhante à GTX 980 da geração anterior - que custava US$ 550.
A GTX 1060 será a placa mais acessível a utilizar a arquitetura Pascal de 16 nanômetros da linha atual de placas gráficas da Nvidia. Ela terá 6GB de RAM GDDR5 e um clock máximo de 1,709GHz. Segundo as imagens obtidas pelo site, o clock base da placa deve ficar em 1,509 GHz, embora de acordo com o Engadget a empresa não tenha confirmado essa informação. 
Segundo a Nvidia, entusiastas conseguirão facilmente realizar overclock para levar a placa a clocks de mais de 2 GHz. A placa ainda terá 1280 núcleos CUDA de processamento paralelo, e será compatível com a tecnologia de multi-projeção simultânea da Nvidia, o que a torna adequada para jogos e experiências em realidade virtual. 
Competição
Essa nova placa da linha da Nvidia parece ser uma resposta às placas recém-anunciadas da AMD. Diferente da Nvidia, a AMD parece ter mirado no público de entrada de placas de vídeo, com componentes mais acessíveis que ainda oferecem performances muito aceitáveis para jogos em HD. A Radeon RX 480, por exemplo, é capaz de rodar jogos em Full HD com boas configurações e taxas de quadros, bem como jogos de realidade virtual, por US$ 200.
Mesmo custando um pouco mais caro, é possível que a Geforce GTX 1060 ainda venha a ser preferida por gamers que já confiem na marca Nvidia. É nastante possível também que ela chegue ao mercado brasileiro. As outras placas dessa linha, as GTX 1080 e 1070, foram lançadas por aqui por preços de R$ 4 mil e R$ 2,4 mil, respectivamente. A GTX 1060 deve ser lançada nos EUA no dia 19 de julho. 


Empresa francesa lança mesa inteligente com Windows 10 por R$ 18 mil !

A empresa francesa Kineti reviveu uma ideia que a própria Microsoft parece ter abandonado: lançar tablets gigantes que podem ser usados como mesas interativas com o sistema operacional da empresa. A Kineti está vendendo La Table Kineti, uma espécie de mesa de café inteligente, com tela sensível a toque de 42 polegadas com resolução Full HD.
O dispositivo possui um processador Intel Core i5, 8GB de RAM e 120GB de armazenamento via SSD. Com essas configurações e com uma tela sensível a múltiplos toques, ela permite que mais de um usuário a utilize ao mesmo tempo. A tela pode ser dividida em duas, para que cada usuário utilize aplicações diferentes de maneira separada.


Mas a Kineti parece não ver a mesa apenas como um tablet gigante: a intenção da empresa parece ser que ela funcione como uma espécie de "centro de controle" da sala de uma casa conectada. Por meio de conexões Bluetooth e Wi-Fi, os usuários conseguirão enviar imagens e vídeos de seus smartphones e tablets para a mesa por meio de gestos, ou ainda enviar vídeos da mesa para uma SmartTV na mesma sala. O víde abaixo mostra alguns dos recursos da La Table Kineti:
Dispositivos "Internet das Coisas", como cortinas e lâmpadas inteligentes, também poderão ser controlados pela interface da mesa, segundo a empresa. E, naturalmente, jogos e aplicativos do Windows 10 também funcionarão na mesa. A esses recursos devem somar-se ainda outras funcionalidades que, segundo a empresa, "são segredo por enquanto".
Como a ideia do aparelho é ser uma mesa - além de ser um computador - ela é "inquebrável" e "à prova d'água", segundo a empresa. Dessa forma, usuarios podem apoiar xícaras de café ou copos de água tranquilamente sobre ela. Assim como a Surface Hub, porém, La Table Kineti não será barata. Atualmente, ela está à venda no site da empresa por € 4.997 (cerca de R$ 18.418). 



Novo Bluetooth promete conexão quase instantânea entre dispositivos!

O dobro da velocidade, alcance quatro vezes maior e um suporte muito maior a cone-xões sem fio; o Bluetooth chega à sua quinta versão. A novidade vai permitir novas aplicações usando a tecnologia em casas conectadas e tudo que envolve a Internet das Coisas.
Desenvolvido há mais de 20 anos para permitir a comunicação entre telefones celulares e acessórios sem fio, o Bluetooth se tornou um padrão mundial de comunicação sem fio. Uma das suas principais características é o baixo consumo de energia.
A última atualização da tecnologia Bluetooth foi em 2009, quando surgiu o Bluetooth 4.0 – na época, a principal novidade foi uma velocidade maior de transmissão com um consumo ainda menor de energia. Em 1994, a versão 1.0 apresentava muitos problemas e erros de co-nexão; na época, a velocidade era de apenas 721 quilobits por segundo. Em 2004, o Bluetooth 2.0 elevou a velocidade de transmissão para até 2 megabits por segundo. E, em 2009, com a versão 3.0 alcançou 24 megabits por segundo.
O recém-anunciado Bluetooth 5 deve atingir a marca de 48 megabits por segundo e terá alcance 4 vezes maior. Mas a novidade mais interessante em relação ao novo Bluetooth é a capacidade de transmissão de dados sem a necessidade de uma conexão estabelecida. Isso vai acabar com aquela demora para emparelhar teclados sem fio ou conectar alto-falantes por-táteis. Em vez de solicitar o pareamento de um dispositivo, o Bluetooth 5 vai ser inteligente o bastante para avaliar e analisar o tipo de conexão necessária para transmitir determinada infor-mação. Isso abre uma série de novas possibilidades de aplicações para a tecnologia que a gente deve ver já embarcada em alguns aparelhos a partir do final deste ano.
Antes de fechar essa história, uma curiosidade interessante: o nome Bluetooth é uma homenagem a um rei dinamarquês chamado Harald Blåtand, mais conhecido como Harald Bluetooth, o popular Haroldo Dente-Azul... Dente-Azul foi o responsável por unificar a Dina-marca e a Noruega; em uma analogia, o nome Bluetooth foi escolhido para uma tecnologia que proporciona a unificação de diversos dispositivos: computadores, smartphones, tablets, mou-ses, teclados, fones de ouvido, impressoras e por aí vai.


Facebook cria aparelho que permite a qualquer um montar uma rede celular!

A missão número 1 do Facebook é conectar o mundo. Para isso, é necessário levar internet para quem ainda não tem, e por isso a empresa investe em diversos projetos que incluem drones movidos a energia solar disparando lasers de internet para o solo. A nova iniciativa da empresa se chama OpenCellular, uma plataforma open-source de hardware e software que se propõe a distribuir internet móvel e barata para áreas remotas.
“A infraestrutura celular tradicional pode ser bem cara, tornando difícil para os operadores disponibilizá-las em todos os lugares e para pequenas organizações e indivíduos resolver os desafios da conectividade hiperlocalizada”, explica o engenheiro Kashif Ali, do Facebook. Ele criou a Endaga, empresa que já tinha este propósito e foi comprada pela rede social de Zuckerberg no ano passado.
A ideia é que o OpenCellular possa ser um substituto para as caras antenas de telefonia necessárias para manter uma rede celular. O dispositivo, de pequeno porte, pode ser acoplado em árvores ou postes de luz para “suportar uma gama de opções de comunicação, desde uma rede em uma caixa a um ponto de acesso Wi-Fi, suportando tudo desde o 2G até o LTE”, explica a empresa.
A empresa também diz que o design (que, novamente, é open-source, o que significa que qualquer pessoa ou empresa tem acesso liberado para usá-lo) foi criado para ser o mais simples possível, para encorajar pessoas a criar suas próprias redes celulares. “Muitas pessoas não percebem que criar sua própria rede celular não só é possível, mas também não requer expertise técnica substancial”, diz Ali.
Em publicação em seu perfil, Mark Zuckerberg explica que o sistema foi projetado para estar aberto a todos, desde operadoras de telecomunicações, passando por pesquisadores e chegando até nos empreendedores. A ideia é que um dispositivo possa suportar até 1,5 mil pessoas em até 10 quilômetros de distância.
A companhia afirma que já testou o sistema em seus laboratórios, onde já é possível enviar mensagens SMS, fazer chamadas de voz e usar internet básica 2G por meio da plataforma.


Novo recurso do Snapchat é uma guinada no conceito do aplicativo!

O Snapchat introduziu um novo recurso que é praticamente uma guinada de 180 graus em sua estratégia. A empresa apresentou a ferramenta Memories, que permite que o usuário guarde seus snaps no aplicativo e os publique novamente em um momento que seja mais conveniente. A empresa promete liberar a novidade dentro de um mês.
“Você pode usar o Memories para criar novas histórias de Snaps que você já tirou ou até combinar diferentes histórias em uma narrativa mais longa! É divertido celebrar um aniversário encontrando Snaps antigos e unindo-os em uma nova História”, diz a empresa explicando o novo conceito, detalhado no vídeo abaixo (em inglês, mas dá para entender bem mesmo sem conhecer o idioma)
O aplicativo nasceu e se popularizou apostando na espontaneidade dos usuários, que só poderiam publicar fotos e vídeos feitos no momento. Depois de algum tempo, os posts passavam a ser inacessíveis tanto para quem publicou e para quem recebeu. O Memories contraria totalmente este propósito.
Por um lado, é compreensível a visão da empresa. A natureza ágil do aplicativo afasta boa parte do público (normalmente mais velhos), incapaz de entender sua proposta inicial. Apesar de o app ser extremamente popular entre jovens, ele precisa atingir um público mais amplo se quiser se tornar mais rentável, especialmente quando falamos em publicidade.
Do outro lado, existe o fato de que o Snapchat está traindo sua proposta. Muitas pessoas abriam o app para ver o que seus amigos estavam fazendo em um determinado momento. Com o Memories, você pode postar uma foto da sua última viagem depois que você já voltou dela, por exemplo, e isso pode ter um impacto grande entre a comunidade que mais apoia o aplicativo. Não há mais tanta diferença entre redes sociais mais estabelecidas como Facebook e Instagram agora que o Snapchat tem o Memories.


Facebook vai permitir download dos vídeos postados na rede !

As apostas entusiasmadas do Facebook nos vídeos acabou criando uma camada de usuários frustrados, porque a rede social aparentemente não tinha pensado num detalhe importante: nem todo mundo conta com conexão de qualidade para consumir esse tipo de material.
O problema, entretanto, começará a ser resolvido em 11 de julho, quando usuários de países em desenvolvimento ganharão a possibilidade de baixar os vídeos enquanto estiverem no Wi-Fi para assisti-los quando estiverem com internet ruim ou até mesmo totalmente desconectados.
Para evitar que a novidade seja usada para pirataria, o download só funcionará dentro do aplicativo do Facebook; não vai dar, por exemplo, guardar um vídeo na memória do dispositivo. Publicações feitas por pessoas e páginas estarão disponíveis offline, a menos que os publicadores expressem que não desejam que isso aconteça, o que poderá ser feito por meio das configurações do site.
A empresa não disse quais locais entrarão no esquema, apenas garantiu que ele funcionará em “mercados como a Índia”, o que deixa uma porta aberta para o Brasil, um país que também faz parte dos Brics e tem, ao mesmo tempo, muitos internautas e conexão ruim.
Via: TechCrunch


Avast anuncia a compra da AVG por US$ 1,3 bilhão !

A Avast anunciou, nesta quinta-feira, 7, ter fechado um acordo para adquirir a AVG por US$ 25 a ação - o que dá aproximadamente US$ 1,3 bilhão, valor que será pago em dinheiro após a aprovação total do negócio.
De acordo com a companhia, o acordo foi aceito unanimemente pelos conselhos de gerenciamento e supervisão da Avast. Na AVG a aprovação também saiu, mas por uma maioria que recomendou aos acionistas que aceitem a venda.
Ambas as empresas foram criadas na República Tcheca entre o final dos anos 1980 e o começo da década seguinte e as duas começaram a expandir os negócios internacionalmente nos anos 2000. Unidas, elas contarão com uma rede com mais de 400 milhões de pontos de acesso - 160 milhões são pontos móveis atuando como sensores, obtendo informações sobre arquivos maliciosos para neutralizar ameaças assim que elas surgem.
“Combinar as forças de duas grandes empresas de tecnologia, ambas fundadas na República Tcheca e com culturas e missões em comum, nos colocará em uma boa posição para tirar vantagem das novas oportunidades que estão por vir, a exemplo do crescimento enorme da Internet das Coisas”, escreveu, em comunicado, o CEO da Avast, Vince Stecker.
Contando com as aprovações de acionistas da AVG e de órgãos reguladores, o negócio deve ser concluído em algum momento entre 15 de setembro e 15 de outubro deste ano.


Conheça o novo smartphone Android com bateria que dura 3 dias !

O mercado de smartphones avança para lançar produtos cada vez maiores, mais rápidos, mais potentes e com melhores recursos, mas poucas são as fabricantes que pensam em investir mais numa bateria de longa duração. Não é o caso da norte-americana Blu.
A marca anunciou nesta quarta-feira, 6, o Blu Energy XL, um smartphone Android com tela de 6 polegadas e bateria de 5.000 mAh, além de especificações de um modelo intermediário. A empresa garante que o aparelho foi otimizado para aguentar até três dias longe do carregador.
Essa não é, porém, a mais potente bateria disponível no mercado. A Acer tem o Liquid Zest Plus, por exemplo, que também tem uma bateria de 5.000 mAh, mas não garante que seu aparelho dure três dias inteiros. Já o Oukitel K10000 vem com uma de 10.000 mAh, uma das mais duráveis do mundo.
Além disso, o Blu Energy XL tem um processador MediaTek MT6753 octa-core - que realmente consome menos energia do que concorrentes da Qualcomm - e uma tela AMOLED de 1.920 por 1.080 pixels. Telas AMOLED consomem mais da bateria do que LCD, mas cores escuras e imagem de fundo na cor preta podem ajudar a conservar energia.
Completam o pacote 3GB de memória RAM, 64GB de espaço interno de armazenamento, câmera traseira de 13MP e uma frontal de 5MP. O preço também impressiona: US$ 299 (pouco menos de R$ 1 mil em conversão direta), o que o coloca de igual para igual com smartphones intermediários no mercado.
Não é a primeira vez que a Blu lança um aparelho eficiente em energia. Em janeiro do ano passado, a empresa anunciou o Studio Energy, que também veio com bateria de 5.000 mAh. Com menos recursos e tela menor, porém, a marca dizia que o modelo duraria até 4 dias longe da tomada.
Apesar de não ser muito conhecida, a Blu vende mais smartphones no Brasil do que a Apple.
Via Mashable