A Nokia pode lançar novos smartphones no final de 2016 ou início de 2017. De acordo com um site de fãs da fabricante finlandesa, o mercado deve esperar por dois modelos topo de linha já equipados com o sistema operacional Android Nougat.
O blogue NokiaPowerUser ainda garante que os dispositivos contam com leitor de impressão digital, sensor de câmera altamente sensível baseado em grafeno, além de serem resistentes à água e poeira.
A expectativa é que o menor dos dois aparelhos tenha uma tela de 5.2 polegadas, enquanto o maior vai oferecer um display de 5.5 polegadas. Os telefones também podem oferecer uma versão melhorada da interface de Z Launcher, que aprende com os hábitos do usuário.
A HMD Global, que comprou a Nokia da Microsoft em maio, parece estar querendo deixar de lado os smartphones baseados em Windows Phone e seguindo as demais marcas que escolheram o Android.
Imagens divulgadas no último domingo na rede social chinesa Weibo mostram o que parece ser o novo iPhone, comparado ao iPhone 6s, último smartphone lançado pela Apple. Além de fotos, há um vídeo que mostra os dois dispositivos e comprova alguns rumores, como o tamanho da tela, que permanece com 4,7 polegadas, uma câmera maior e a ausência da entrada do fone de ouvido.
O iPhone 7 também deve vir equipado com um processador A10, 3 GB de RAM e um armazenamento interno começando em 32 GB, o dobro dos 16 GB da versão atual.
A fragmentação do Android é motivo de reclamações constantes na indústria, mas pouco vem sendo feito para combater o problema. Em um movimento incomum para grandes empresas, porém, a Salesforce resolveu diminuir o alcance de um de seus principais aplicativos, boicotando boa parte das versões do Android.
A companhia anunciou nesta semana que passará a oferecer suporte ao Salesforce1 apenas a clientes usando determinados aparelhos, limitando o uso da sua plataforma de gerenciamento corporativo a alguns modelos de Google Nexus e dispositivos Galaxy, da Samsung.
“Dada a vasta quantidade de dispositivos Android disponíveis, estamos mirando nosso suporte em um número seleto de dispositivos (…) para continuar melhorando nossa experiência geral com os usuários [da plataforma]”, afirmou a empresa, em comunicado.
Como destaca o Recode, não se trata de birra. Desenvolver e manter aplicativos para várias versões de uma mesma plataforma demanda muito dinheiro e tempo, o que não ocorre com o iOS, da Apple. Recentemente, o diretor de tecnologia da Oculus citou esses problemas ao justificar a parceria da empresa com o Gear VR; a ideia, segundo ele, era driblar o “inferno” que é desenvolver para Android.
A Microsoft fechou nesta semana uma parceria com a Boeing para levar a Cortana, sua assistente pessoal, aos sistemas de aviação. A partir de agora haverá uma integração entre a fabricante de aviões e a plataforma na nuvem Azure, o que vai deixar os servidores mais inteligentes.
Ao contrário do que se pode imaginar, a Cortana não vai ajudar os aviões durante o voo e sim trabalhar na análise de dados. "A centralização das aplicações digitais de aviação no Azure permitirá à Boeing analisar um grande conjunto de dados fornecidos a partir de múltiplas fontes. Ela pode usar a Cortana Intelligence Suite para ajudar as operadoras aéreas a gerir de maneira mais eficaz o inventário, agendando, por exemplo, os pilotos e tripulações da cabine, ou programando a manutenção que poderia atrasar um voo, com base na inteligência de dados reunidos a partir da nuvem", explica um porta-voz da Microsoft.
Segundo as companhias, a parceria trará um "programador inteligente", capaz de dizer quando e quais aviões precisam de manutenção, quais os horários de voos e carregamentos e qual a disponibilidade dos profissionais, trabalhando de maneira pró-ativa, ao contrário da maioria dos sistemas atuais, que ainda precisam de auxílio humano para começarem a trabalhar.
Cientes de possíveis riscos de falhas e invasões, Microsoft e Boeing afirmaram que a segurança é prioridade em seus projetos e sistemas. Resultados concretos da parceria devem ser anunciados até o final do ano.
Um estudo realizado pelo Cedars-Sinai Medical Center em Los Angeles, nos Estados Unidos, sugere que experiências de realidade virtual podem ser tão eficientes quanto remédios no tratamento de dores. Segundo o estudo, o equipamento pode ser usado com bons resultados durante coletas de sangue, administração de anestesias e para gerenciamento de dores pós-operatórias.
De acordo com Brennan Spiegel, o diretor de pesquisas relacionadas à saúde do centro médico, 20 minutos com um software de realidade virtual foi capaz de reduzir o nível de dor dos pacientes em uma média de 24%. O uso do equipamento fez com que o nível médio de dor dos usuários caísse de 5,5 para 4 (numa escala de 0 a 10).
"Trata-se de uma redição bem dramática para uma dor aguda", disse Siegel em entrevista ao MIT Technology Review. "Não é muito diferente do resultado que vemos quando administramos narcóticos". O hospital ainda deve conduzir outras experiências com grupos de controle para comprovar a eficácia do tratamento.
Tecnologia de alívio:
O Cedars-Sinai Medical Center é um dos investidores da AppliedVR, uma empresa especializada na criação de jogos e experiências de realidade virtual para uso nesse contexto específico. A empresa atualmente já desenvolveu três aplicações voltadas para redução de dor, além de uma voltada para a redução de ansiedade.
Pesquisas disponibilizadas no site da empresa mostram também que a realidade virtual também pode ser usada em casos pediátricos (no tratamento de crianças) e para aliviar sintomas de depressão. Outras empresas, como a DeepstreamVR e a Psious, também estão investindo nesse setor. O vídeo abaixo, da AppliedVR, apresenta o produto da empresa:
A ideia de se usar realidade virtual para aliviar dor não é nova. Um dos primeiros estudiosos a investigar essa possibilidade foi o psicólogo Hunter Hoffman. Hoffman desenvolveu e lançou, por volta de 2008, o jogo SnowWorld, que podia ser usado para ajudar no tratamento de vítimas de queimaduras.
Alívio mais barato:
Cuidar das feridas dos pacientes de queimaduras é um processo que pode provocar muita dor neles. Mas os pacientes que jogavam SnowWorld durante o tratamento experimentavam uma redução expressiva no nível de dor reportado. No entanto, segundo Hoffman, o custo total do equipamento e da implementação da tecnologia em uma unidade de tratamento intensivo era de cerca de US$ 35 mil.
No entanto, com a popularização de equipamentos de realidade virtual, o custo de se utilizar essa técnica para alívio de dor vem caindo bastante. Mesmo que o Oculus Rift e o HTC Vive ainda tenham preços relativamente proibitivos para o mercado brasileiro, eles são consideravelmente mais baratos do que o custo de implementação de SnowWorld. E, para um hospital, eles podem ser um investimento valioso.
Embora a AppliedVR não revele o preço pelo qual vende o seu kit, ele também é bem mais acessível que as tecnologias de realidade virtual mais antigas. O kit inclui um Samsung GearVR com smartphone compatível, 250 lenços de sanitização do dispositivo e acesso à biblioteca de tratamentos da AppliedVR, além de treinamento e suporte técnico, mas segundo o MIT Tech Review, seu valor ainda é consideravelmente superior ao custo de um GearVR com smartphone compatível.
Pesquisadores da Symantec descobriram que hackers estão usando um malware descoberto em 2013 para prejudicar usuários. O arquivo, que recebeu uma nova versão no início do ano, impede que a vítima ligue para seu banco do celular.
Apesar de não ser completamente grave (é possível realizar a ligação de outro telefone), o Android.Fakebank dá aos criminosos mais tempo para realizar compras falsas no cartão de crédito da vítima, antes que a instituição financeira seja avisada sobre possíveis problemas.
Segundo a empresa de segurança, por enquanto o malware afetou apenas usuários da Coreia do Sul e da Rússia, mas os pesquisadores alertam os usuários e lembram que é preciso prestar atenção na hora de clicar em links e baixar aplicativos de fontes não oficiais.
A região da ex-Alemanha Oriental é lar do maior número de ateus no mundo, sendo que somente 8% da população afirma acreditar em Deus. Além disso, o cristianismo deve se tornar uma minoria religiosa no país nos próximos 20 anos.
Para reverter essa situação, as igrejas protestantes locais desenvolveram um plano para atrair as pessoas de volta: oferecer Wi-Fi gratuito em todas as igrejas na antiga Alemanha Oriental.
O projeto de distribuir o “Godspots” prevê conectar 220 igrejas em Berlim e expandir para 3 mil igrejas, centros comunitários e instituições religiosas nos próximos meses. A iniciativa também é uma comemoração antecipada do 500° aniversário da Reforma Protestante de Martinho Lutero, que acontece no ano que vem.
“As pessoas não estão menos espirituais do que antes, mas o ponto da Reforma era que a igreja precisa evoluir continuamente”, diz Christoph Heil, porta-voz do projeto. “Queremos mostrar que os edifícios da igreja ainda pode ser locais de encontro para a comunicação."
Se o Godspot atinge o seu objetivo, no próximo ano, a igreja protestante pode se tornar um dos maiores provedores de Wi-Fi aberto em toda a Alemanha.
Apesar de ser uma das nações mais industrializadas e a quarta maior economia do mundo, a Alemanha fica para trás quando se trata de acesso público a conexão Wi-Fi. O país tem cerca de 15 mil hotspots de Wi-Fi livre, o que equivale a um para cada 10 mil pessoas. Em comparação, nos Estados Unidos o número de pontos de conexão por pessoa se multiplica por cinco, enquanto no Reino Unido esse valor é 28 vezes maior.
A culpa disso é uma lei que responsabiliza a pessoa ou empresa que opera um hotspot por qualquer coisa ilegal que alguém faça em sua rede. Por exemplo, se alguém em um café com Wi-Fi gratuito baixa uma música na internet, o dono do estabelecimento pode ser processado por pirataria.
Não é segredo que a GM e o serviço de compartilhamento de veículos Lyft se uniram para desenvolver um carro totalmente autônomo. O que ainda é segredo é quando o automóvel estará andando nas ruas.
Mas, a engenheira-chefe de tecnologia autônoma da montadora, Pam Fletcher, garante que o primeiro carro autônomo da empresa estará disponível através do serviço de compartilhamento de passeio mais cedo do que se pode esperar.
"Nós não fizemos nenhum anúncio ainda, mas o que eu diria é que isto tudo vem muito mais rápido do que as pessoas podem antecipar", afirma.
Além disso, o carro autônomo da GM deverá ser elétrico. Antes de assumir a divisão de tecnologia autônoma, Fletcher era responsável pela divisão de elétricos da marca. Além disso, a montadora está tentando impulsionar o mercado de carros elétricos com a chegada do BoltEV no mercado.
A executiva destaca que veículos elétricos oferecem uma melhor experiência ao passageiro, algo que faz sentido quando combinado com a auto condução.
Rumores apontam que a GoPro pretende lançar um novo dispositivo capaz de gravar imagens em 3D. Desde o ano passado a empresa não anuncia um câmera de uso pessoal que a tornou famosa no mundo todo.
Se os boatos se comprovarem, a nova câmera será capaz de gravar imagens em resolução 4K a 60fps, o dobro de frames utilizados na Hero4, último modelo lançado pela companhia. Outras características incluem a possibilidade de a câmera vir com duas lentes, o que pode permitir capturar imagens em três dimensões. O novo dispositivo deve também ter bateria de 2,800 mAh, conexão Bluetooth 4.0, o que garante uma maior velocidade de upload.
A GoPro ainda não confirmou oficialmente as especificações, mas o CEO da companhia, Nick Woodman, mencionou que a empresa pretende lançar três novos dispositivos até o final do ano.
O Samsung Pay, sistema de pagamentos móveis da Samsung, começa a funcionar no Brasil a partir desta terça-feira, 19. O país é o primeiro da América do Sul a contar com o serviço, que já está disponível nos Estados Unidos, Coreia do Sul, China, Espanha, Porto Rico, Singapura e Austrália.
O serviço permite o pagamento de compras por aproximação, em terminais que contam com as tecnologias MST (transmissão magnética segura) e NFC (comunicação por campo de proximidade). O Samsung Pay é compatível com o Galaxy S7 Edge, o Galaxy S7, o Galaxy S6 Edge+, o Galaxy Note 5, Galaxy S6 Edge (apenas com NFC), Galaxy S6 (apenas com NFC) e os novos Galaxy A7 e Galaxy A5 (versões 2016). Para verificar mais detalhes sobre a compatibilidade, clique aqui.
Por enquanto, o Samsung Pay vai funcionar com as redes de pagamento MasterCard e Visa e com as principais emissoras de cartão, como Banco do Brasil, Brasil Pré-Pagos, Caixa, Porto Seguro e Santander.
Você andaria em um ônibus sem motorista? Essa é a proposta da Mercedes-Benz. A montadora demonstrou nesta semana como deve funcionar o Bus Future. O veículo deu sua primeira volta em uma cidade vizinha de Amsterdã.
"Estamos vivendo em um mundo cada vez mais urbano. As cidades são o lar de mais de 50% da população do mundo. E o número tende a aumentar rapidamente. Se mais e mais pessoas comem, dormem e trabalham nas cidades, uma série de grandes desafios surgem. Um grande desafio é mover todas essas pessoas rapidamente, com segurança e confortavelmente. Isto significa que precisamos de um transporte público atraente", explica Wolfgang Bernhard, CEO da Daimler Caminhões e Ônibus.
O ônibus, assim como os caminhões da Mercedes, conta com um piloto automático que pode ser acionado em estradas e vias. O sistema é capaz de reconhecer pedestres, ciclistas e sinais de trânsito e placas.
É importante notar que ele é um veículo híbrido, ou seja, pode ser dirigido tanto pelo motorista como pelo computador.
O ônibus pode atingir até 70 km/h e é projetado para rodar em faixas exclusivas, onde é mais fácil navegar e há menos complexidade no trânsito. A distância entre a calçada e a parada do veículo é uma das preocupações da fabricante. Por isso, o cálculo é feito pelo sistema e fica a menos de 10 centímetros do meio-fio, o que pode ajudar mesmo as pessoas que possuem dificuldade de mobilidade.
A Mercedes explica que o Bus Future é também mais eficiente do que os veículos comuns operados por humanos, já que o sistema consegue acelerar e mudar as marchas de maneira otimizada.
Por dentro, o ônibus autônomo é bastante diferente dos ônibus comuns e possui três áreas de assento: a primeira é destinada a pessoas que desejam entrar e sair rapidamente. A segunda é voltada para quem procura informações sobre a rota e a terceira foi desenvolvida para quem vai permanecer mais tempo.
O Future Bus tem Wi-Fi e dois monitores de 43 polegadas onde são exibidas as rotas, notícias e outras informações.
O Google começou a liberar a versão mais recente dos sistema operacional Android para desenvolvedores inscritos em uma versão de testes da plataforma. A versão oficial do sistema operacional deve chegar até setembro.
O Android Nougat veio primeiramente para esses usuários que contam com smartphones Nexus 6, Nexus 5X, Nexus 6P, Nexus 9, Pixel C, General Mobile 4G e Xperia Z3. Ele traz a interface do usuário final e um emulador para rodar aplicativos que estão sendo produzidos pelos desenvolvedores. Dessa forma, os programas poderão ser testados antes do lançamento oficial da plataforma.
Além disso, a versão 7.0 do Android ainda traz a API Vulkan. Ela é focada em gráficos 3D e promete melhorar o desempenho de jogos. Ela também traz novos emoticons, e a funcionalidade Smart Reply, que permite responder mensagens de forma mais ágil e prática.
Por se tratar de uma versão de avaliação, ela vem recheada de problemas e bugs. Entre eles, o principal, por enquanto, está no fato de que o MapView ainda não funciona corretamente. Ao utilizar o recurso, o telefone poderá ser reiniciado.
O grupo hacker que diz ser responsável pela queda de Pokémon Go no último sábado, 16, promete realizar uma ação ainda maior contra o jogo no dia 1º de agosto.
Na data, uma segunda-feira, os integrantes do Poodlecorp planejam fazer com que uma rede de robôs com cerca de 600 mil dispositivos acesse o jogo simultaneamente, a fim de derrubar os servidores. O grupo diz ter controle sobre vários tipos de aparelhos, incluindo DVRs, roteadores, câmeras e, claro, computadores.
A ação deve durar mais de 20 horas - “basicamente um dia inteiro”, segundo informou um deles em entrevista ao Tech.Mic. “Colocamos os servidores offline porque [o jogo] é popular neste momento e ninguém pode nos parar”, afirmou. “Fazemos isso porque podemos (…) e gostamos de causar caos. Escolhemos 1º de agosto para ter tempo de relaxar.”
Não está confirmado que foram eles que tiraram Pokémon Go do ar durante o fim de semana, mas um integrante do grupo chamou classificou o ocorrido como "um pequeno teste" para o que está por vir. A Niantic, desenvolvedora do jogo, vem sofrendo para mantê-lo estável. Por isso a cautela com a distribuição, o que fez com que vários mercados importantes, como Brasil e Japão, tenham ficado de fora da novidade até agora.