sexta-feira, 24 de junho de 2016

Rápido como um raio: carro elétrico faz 0 a 100 km/h em apenas 1,5 segundo!


Você que é entusiasta de carros já deve ter ouvido, em algum momento, alguém falando que um determinado modelo é uma verdadeira "cadeira elétrica", geralmente porque ele é insanamente potente, ao ponto de ser até perigoso andar nele. Pois bem, um grupo de 30 estudantes de do Clube de Automobilismo Acadêmico de Zurique, conhecido também como AMZ Club, resolveu fazer algo parecido, mas levando o "elétrico" ao pé da letra.
A turma criou o Grimsel, um monoposto elétrico capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em impressionante 1,513 segundo – o que é um número estupidamente absurdo para qualquer tipo de veículo. Para se ter uma ideia, o veículo de produção que tem a aceleração mais próxima disso é o Porsche 918 Spyder, que atinge a mesma marca em 2,2 segundos.
Desde que a corrida pela criação dos carros elétricos começou, algum maluco já parou para pensar em como eles poderiam ser usados de formas não convencionais – como, no caso, para corridas e performance geral. Foi daí que surgiu a informação preciosa de que a entrega de torque por propulsores elétricos é praticamente imediata, diferente dos motores a combustão que apresentam uma curva até atingir a força máxima.
Só isso, no entanto, não é o suficiente. Para conseguir a proeza da aceleração absurda, o Grimsel conta com um chassi e rodas de fibra de carbono – o que garante que ele pese apenas 168 kg –, tração nas quatro rodas e um sistema de controle de tração que gerencia cada uma das rodas individualmente. O propulsor elétrico gera o equivalente a 200 cavalos de potência e absurdos 173 kgf de torque.
A equipe de criadores é composta, basicamente, por alunos de duas universidades: ETH Zurique e Universidade de Lucerna para Artes e Ciências aplicadas. O veículo foi criado para participar da competição global Formula Student, criada em 1981, na qual o AMZ Club está no topo do ranking há três anos seguidos. Nela, as equipes competem dentro e fora das pistas, defendendo suas escolhas pela engenharia e pelo design dos veículos e até mesmo por sua atratividade no mercado.

As disputas entre o pessoal nunca são feitas diretamente, então não espere ver o Grimsel desaparecendo feito um foguete na frente de outros modelos por aí – como se ele precisasse provar mais alguma coisa depois de largar do jeito que larga.
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Será que um drone de corrida é mais rápido que um Nissan GT-R? [vídeo]!

Nissan fez um teste de velocidade bem interessante: colocou na pista corrida um drone contra o esportivo GT-R 2017. O bacana disso tudo não é a "simples" prova, mas que a Nissan, uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, desenvolveu um drone de corrida para competir de igual para igual com o carro.
O nome do drone é o mesmo do veículo: GT-R. Ele foi desenvolvido em parceria com a Tornado XBlades Racing, campeões da World Drone Prix. Por causa da configuração presente no VANT (veículo aéreo não tripulado), com motores 2000kV XNova e quadro Sky-Hero, ele pode alcançar os 100 km/h em apenas 1,3 segundo.
Do outro lado, o Nissan GT-R é empurrado com um motor 3.8 V6 de 24 válvulas. No volante, está ninguém menos que o ganhador internacional do Nissan PlayStation GT Academy 2014, Ricardo Sanchez.
Abaixo, você acompanha o vídeo da corrida. Caso não possa assistir ao vídeo agora e queira saber o resultado, desça a página para acompanhar os spoilers.


FONTE(S)


O que é a nuvem e por que você deve assinar um plano de armazenamento!

Quem usa computadores há vários anos pegou não só uma transição curiosa nas tecnologias e mídias de armazenamento — a passagem dos disquetes para CDs, DVDs e agora pendrives ou HDs externos. Foi possível observar também que os arquivos que guardamos estão maiores.
Aquelas fotos da viagem com a família ocupam bastante espaço quando em alta resolução (e você sempre vai querer a melhor possível!), os vídeos gravados no celular, músicas, os programas favoritos e por aí vai. Arquivos de texto, planilhas ou slides podem não ocupar muito espaço individualmente, mas pastas e pastas cheias de relatórios e textos do trabalho com certeza fazem volume.
Felizmente, a computação em nuvem surgiu de forma amigável ao consumidor em paralelo com essas mídias mais modernas para guardar dados. Armazenar memórias da sua vida e arquivos importantes para a vida profissional se tornou mais simples, seguro e até leve.
Que nuvem é essa? É de chuva?
Muita gente já ouviu falar por cima das maravilhas e dos benefícios da nuvem em áreas como games, desenvolvimento de sites e até streaming de áudio e vídeo. E é verdade! Muita coisa nesses setores não seria possível — ou seriam bem mais complexas — sem a tal da nuvem. Só que, além de entender a importância dessa tecnologia para nossa rotina virtual de hoje em dia, é preciso também entender o significado dela.
Não se trata um mecanismo que deixa todos os seus arquivos flutuando no céu, acima de nossas cabeças ou algo do tipo. Todos os seus dados continuam armazenados em um local físico, mas ele vai do seu aparelho para um servidor de uma empresa especializada nessa tarefa. Assim, armazenar algo na nuvem significa colocar dados em uma rede de servidores que é ligado a você via internet. Falando de forma bem grosseira, é como uma espécie de "HD online" que pode ser acessado de qualquer lugar e até de diferentes aparelhos, guardando dados ou até ajudando a rodar aplicativos. 
É como uma espécie de "HD online" que pode ser acessado de qualquer lugar e até de diferentes aparelhos.
Assim, quando você guarda o arquivo na nuvem, está deixando em um local que deve ser mais seguro e protegido que o seu PC ou um pendrive. Ao acessá-lo, sua máquina envia um pedido de acesso para esses dados e recebe os dados originais, que vêm lá do servidor do serviço de armazenamento, como resposta.
O termo cloud computing, que veio a ser traduzido para computação em nuvem, foi usado pela primeira vez em 1996 por engenheiros da Compaq descrevendo modelos de negócio do futuro. Eric Schmidt, então CEO da Google, falou em 2006 que a tal nuvem era algo emergente e popularizou o termo. Só que o símbolo dessa precipitação meteorológica já era usado há décadas para descrever aglomerados de dados de acesso remoto.
Sem medo de voar!
"Mas eu já guardo as minhas coisas em pastas bem organizadas ou em um HD externo!", você pode responder. De fato, muita gente cresceu em uma cultura de informática que envolvida mídias físicas em vez da nuvem, e mudar de uma hora para a outra exige desapego. Porém, não faltam argumentos a respeito de benefícios que a nuvem traz para quem precisa limpar a memória do PC, guardar recordações, ter praticidade quando usa diferentes dispositivos e por aí vai.

Backup!
Não desejamos mal para ninguém, mas acidentes acontecem. Já imaginou se o seu computador estraga de forma irreparável e você perde fotos, arquivos de texto, vídeos e por aí vai? Ou se você guarda tudo isso em um pendrive, mas simplesmente o perde em algum lugar? Essas situações acontecem e, com o armazenamento em nuvem, você não depende de um único objeto. Os servidores ficam em locais próprios, provavelmente mais bem guardados.

Segurança!
Deixar algo na nuvem não significa que alguém vai ficar bisbilhotando os arquivos de lá. Serviços confiáveis têm protocolos avançados de criptografia, o que significa proteção na transferência de dados de um aparelho para o outro e a impossibilidade de acesso a esses conteúdos a não ser pelo dono da conta. Tecnologias como Secure Sockets Layer (SSL) e AES (Advanced Encryptation Standard) são utilizadas nesses casos.

Praticidade!
Para acessar arquivos de um computador para outro ou do PC para um smartphone, pode ser necessário usar uma mídia física, encaminhar esses dados por email ou algum outro método nada prático. Na nuvem, você só precisa logar com a sua conta em outro dispositivo para ter acesso a tudo o que está lá. Além disso, alguns serviços permitem a sincronização automática do que é salvo no aparelho para o servidor e até a edição de documentos online.
Um dos serviços que utilizam a nuvem de forma totalmente integrada é o próprio Office 365 da Microsoftt.

Espaço!
Não é fácil manter o PC ou smartphone sempre limpo, sem arquivos que não serão usados novamente, mas que possuem alguma importância. Ao enviar dados para a nuvem, você pode se desfazer de muitas coisas do dispositivo e liberar espaço para mais instalações.
Escolha bem o plano
Os serviços de armazenamento em nuvem mais populares normalmente possuem duas formas de oferecer o serviço: uma a partir de um plano gratuito e outra com uma série de possibilidades de pagamento. Antes de tudo, é preciso conhecer o que cada um oferece e qual das possibilidades se adequa melhor a você.
Bastante gente já se sente segura com os planos sem custo, pois eles oferecem um espaço razoável de armazenamento — muitos ficam satisfeitos com 5 GB, por exemplo. Só que, em vários casos, pode ser mais negócio adquirir o serviço pago. Além de um espaço bem mais generoso, esses planos podem contar com mais serviços extras que fazem a diferença. E a mensalidade pode não ser tão cara, ainda mais levando em conta que HDs externos de alta capacidade não são nada baratos e você ainda garante a segurança de todos os arquivos no seu PC.
Conheça o OneDrive
O OneDrive é o serviço de armazenamento em nuvem da Microsoft. Ele existe desde 2007 e traz toda a segurança, a praticidade e a versatilidade que uma plataforma dessas exige. 
Além de integração com o email da empresa, o Outlook.com, o OneDrive conta com versões online de alguns dos programas do pacote Office. Com ele, você pode visualizar e editar documentos sem sair do navegador ou baixar o arquivo.
Usando o serviço no seu celular, você pode ativar o envio direto de fotos tiradas pelo aparelho para a nuvem. Aliás, as fotos salvas no OneDrive são etiquetadas automaticamente a partir de seus elementos visuais. Ele ainda possui integração com o Windows 8 e o Windows 10 (onde já vem pré-instalado), permitindo armazenamento sincronizado na nuvem com arquivos salvos em determinadas pastas do PC. Vale comentar que o OneDrive também funciona em Mac, iPhone e Android – assim você pode acessar os seus arquivos sempre que precisar.
Você pode conectar o OneDrive diretamente a uma pasta no seu computador – o que garante que tudo está seguro (e na nuvem) e não exige que você fique abrindo um navegador sempre que quiser acessar ou salvar um arquivo. 

E quanto custa isso tudo? No plano OneDrive Gratuito, são 5 GB sem custos, ou 50 GB no Básico, por R$ 4 ao mês. Se você precisa também de um editor de conteúdo na nuvem, pode assinar um plano conjunto do OneDrive com o Office 365. Ele já vem com 1 TB de armazenamento e instalação completa dos aplicativos do pacote — incluindo os tradicionais Word, Excel e Power Point — no seu tablet, smartphone ou PC, e a versão para uma pessoa sai apenas R$ 24,90 por mês. 



As especificações do novo Nexus revelam um smartphone potente!


Com a aproximação do período do ano em que a Google tradicionalmente anuncia uma nova geração do Nexus, começam a surgir detalhes mais concretos sobre o aparelho. Uma fonte considerada confiável pelo site Android Police revelou que o modelo mais compacto preparado pela empresa deve ter um hardware consideravelmente poderoso.
O veículo atribui 8 de 10 pontos de confiabilidade ao rumor, visto que a fonte consultada já se provou confiável no passado. No entanto, o veículo afirma que ainda não é possível dar como certo tudo o que foi apresentado devido à falta de alguém que confirme o que foi divulgado até o momento sobre o aparelho conhecido pelo codinome Sailfish.
Especificações técnicas
  • Display: 5 polegadas
  • Resolução: 1920x1080 pixels
  • Densidade de pixels: 440 ppi
  • Processador: Modelo desconhecido quad-core de 64 bits e clock de 2.0 GHz
  • Memória RAM: 4 GB
  • Câmera principal: 12 megapixels
  • Câmera frontal: 8 megapixels
  • Armazenamento: 32 GB
  • Bateria: 2.770 mAh
  • Extras: leitor de impressões digitais, conexão USB tipo C, conectividade Bluetooth 4.1, conector de fones na parte superior e saída de som localizada na parte inferior
Até o momento, não se sabe se a versão com 32 GB vai ser a única opção oferecida pela Google, tampouco se o aparelho vai ter uma entrada para cartões micro SD. Embora esteja confirmado que a HTC vai ser a responsável pela produção, ainda está incerto o quanto a marca vai ficar evidente no novo gadget. Vale notar que o Sailfish deve se tratar somente de um dos modelos que a Gigante das Buscas deve anunciar oficialmente em breve.
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Carros autônomos: vale mais a vida do passageiro ou a do pedestre?!


Uma pesquisa publicada na revista Sciencerevelou que a sociedade humana hoje parece não estar realmente pronta para adotar os carros autônomos em larga escala. Isso ficou evidenciado pelas respostas de pesquisados frente a um dilema que, até então, não tinha sido considerado: em um acidente inevitável, o carro deve priorizar a vida de várias pessoas na rua em vez da vida do próprio dono?
Isso parece uma ideia razoável do ponto de vista lógico e ético. Afinal, se o carro tiver o poder de decidir entre matar 10 pessoas que estão atravessando a rua ou matar um único indivíduo que está sentado em um dos bancos, ele deveria sacrificar seu ocupante para preservar a vida de muitos, certo? Os entrevistados responderam à pesquisa exatamente dessa forma, mas, quando foram questionados se comprariam um carro programado dessa forma, o cenário mudou.
Nesse estudo, 76% das pessoas que responderam ao questionário online acham a ideia de preservar a maior quantidade de vidas a melhor solução para a programação dos carros autônomos. Contudo, esses mesmos indivíduos mostraram bem menos entusiasmo quando eles foram colocados na situação do ocupante do carro. Um terço desses 76% não compraria um carro programado dessa forma.

Quando foram questionados se comprariam um carro programado dessa forma, o cenário mudou,
Somados com os 24% que já tinham rejeitado a ideia antes de serem colocados no lugar do ocupante, esse pessoal deixou a pesquisa bem dividida. Metade não compraria um carro desse tipo e metade consideraria comprar.
Esse estudo coloca em cheque a viabilidade de carros autônomos no curto prazo, pelo menos no começo de uma possível popularização desse tipo de veículo. Montadoras teriam que ter muito cuidado na forma como abordam a questão ou não conseguiriam vender um carro sequer.
E o governo?
Uma solução para isso seria então o governo intervir e oficializar regras sobre isso, que deveriam ser seguidas por todas fabricantes. Nesse caso, ainda menos pessoas comprariam veículos autônomos segundo a pesquisa.
Contudo, essa situação é muito prematura para definir o futuro dos veículos autônomos. Eles poderiam trazer muito mais benefícios, como menos tráfego, menos poluição e menos mortes, já que o sistema nunca ficaria bêbado ou estaria digitando mensagens no smartphone enquanto dirige. Não haveria o erro humano envolvido no processo.
O problema seria o de uma inteligência artificial fazer essa escolha no nosso lugar?
De qualquer forma, boa parte das pessoas que se encontrassem na mesma situação, entre salvar sua vida atrás do volante ou preservar a vida de várias pessoas na rua, provavelmente jogariam seu carro contra um muro para não atropelar uma multidão. Mas então o problema seria o de uma inteligência artificial fazer essa escolha no nosso lugar?

É interessante considerar que a opinião pública pode mudar muito rapidamente, como apontou Patrick Lin, diretor de um grupo que estuda ética na Universidade da Califórnia consultado pelo Gizmodo.
Ele acredita, por exemplo, que um filme hollywoodiano que evidencie os benefícios dos carros autônomos ou mesmo algum acidente grave envolvendo esse tipo de veículo poderiam mudar drasticamente a opinião das pessoas sobre o tema. Será mesmo? O que você acha dessa situação?

Como saber se a bateria CMOS do seu computador está com defeito!


Entre todos os problemas que acontecem com computadores, existe um que nem todos os consumidores conhecem, mas que é uma possibilidade bastante comum depois que ele atinge certos anos de vida. Trata-se do defeito ou do descarregamento da bateria da sua placa-mãe, também conhecida como a pilha CMOS.
Essa fonte de energia, cuja sigla significa semicondutor complementar de óxido metálico, opera justamente quando você desliga e até despluga o seu notebook. Ela era usada mais para alimentar o tal CMOS, sendo responsável por guardar parâmetros da inicialização do PC, a BIOS. Agora, ela tem como principal função manter o relógio de tempo real da máquina (data e hora) atualizados.  Você pode conhecer mais sobre esse componente neste artigo preparado pelo TecMundo.
Mas como saber se a hora de trocar essa pilha chegou? Confira a seguir algumas pistas.
Quando isso pode acontecer?
Não há como saber especificamente o momento de "falecimento" da bateria de CMOS. O ciclo pode variar de dois a dez anos a partir da fabricação do computador e são vários fatores envolvidos na vida útil da fonte de energia. Aí vale uma dica: ao comprar um aparelho, mesmo que seja novo, verifique se a data de fabricação dele já não é avançada demais. Isso pode significar que o dispositivo já possui uma chance maior de apresentar defeitos nessa bateria.
O ciclo da bateria varia de dois a dez anos a partir da data de fabricação do computador.
Porém, saiba que deixar a máquina ligada por bastante tempo faz com que a bateria dure mais, já que ela não é tão acionada para que determinadas informações de data e hora sejam guardadas. Por outro lado, se a máquina fica desligada boa parte do tempo, ela será mais utilizada e terá um ciclo de vida menor. Muita gente acaba nunca sendo prejudicada por isso, já que troca de modelo antes mesmo de o componente apresentar defeito.
As pistas!
1) Mensagens de erro bem específicas
O seu sistema pode apresentar algumas mensagens de erro que indicam que o problema está no CMOS. Há relatos de que, às vezes, talvez a máquina sequer ligue, mas esses casos parecem ser mais raros ou atrelados a outros problemas. As tais frases aparecem ainda na tela de boot do computador e impedem que o sistema seja corretamente inicializado. Elas são algumas das seguintes:
  • CMOS checksum failure  ("Erro de soma de verificação no CMOS")
  • CMOS read error ("Erro de leitura de CMOS")
  • CMOS battery state low ("Carga de bateria de CMOS fraca")
  • CMOS system options not set ("Opções de CMOS não estão definidas")
  • CMOS time and date not set ("Hora e data CMOS não estão definidas")
  • A mensagem de erro de CMOS e as opções para continuar
O sistema pode então solicitar que você "Pressione F1" para rodar valores padrão e continuar para prosseguir com a inicialização. Porém, ao fazer isso, a mensagem que pode aparecer é algo como "Especificações de drive inválidas".

A causa pode não ser necessariamente a descarga da bateria, mas sim algum outro defeito no componente. Em certos casos, como em “CMOS system options not set”, talvez seja necessário apenas reconfigurar o setup. Porém, substituir essa pilha deve ser uma das primeiras tentativas de solução.
2) Hora errada do relógio

Verifique se o calendário do seu sistema operacional está correto.
Como a principal função atribuída à pilha de CMOS em modelos modernos de computadores envolve o armazenamento das informações de data e hora em tempo real, o mau funcionamento disso pode indicar bateria fraca ou defeituosa. Se você perceber que, a cada vez que liga o computador, a data e a hora estão atrasadas, o motivo pode ser esse.

3) Demora na inicialização!

O boot do seu computador a cada vez que você o liga novamente pode ficar um pouco mais lento, já que falhas ocasionais no CMOS podem resultar em desconfiguração de alguns dispositivos, que são retornados para as opções padrão e precisam ser novamente identificados. Mensagens como "Configuração padrão carregada" ou "Entre na configuração para reconfigurar o sistema" podem aparecer nesses casos. Porém, saiba que esse sintoma individual pode não significar exatamente um problema na pilha do CMOS.
O que fazer?

As configurações do CMOS são específicas do hardware de cada computador, o que significa que, em caso de defeito, uma assistência técnica especializada deve ser procurada. É possível fazer a troca manual da pilha (que normalmente é de lítio em formado botão modelo CR2032), mas isso exige conhecimento técnico um pouco mais avançado, ainda mais em caso de notebooks, que demandam mais empenho para serem abertos.



Google vai lançar um novo gerenciador de armazenamento para Chromebooks!


 Ja usou um Chromebook? Deixando a nuvem de lado, lidar com o armazenamento do gadget por meio do Chrome OS pode ser muito chato. Ele não fornece informações precisas sobre como a memória está sendo ocupada, então, você precisa navegar arquivo por arquivo para ter noção de como as coisas escalam dentro da máquina.
A figura ainda pode ficar mais preocupante, já que os aplicativos para Android também estão chegando ao Chrome OS. Ou seja: mais jogos, editores, visualizadores, leitores etc, para ocupar a memória do notebook.
Felizmente, a Google deve ter percebido como a questão estava começando a incomodar muitos usuários. Então, de acordo com o insider François Beaufort, um novo sistema para gerenciar o armazenamento está chegando.

Chrome OS!
Como você pode notar, será possível acompanhar detalhes como: capacidade total, memória em uso, downloads armazenados, arquivos offlines e memória ainda disponível para uso. Outra maneira de saber mais sobre como o sistema Chrome OS está lidando com os arquivos, é acessar "chrome://quota-internals command" — sem as aspas, na barra de link do navegador.

No Brasil, você encontra Chromebooks de diversas fabricantes com preços entre R$ 900 e R$ 1.700, em diferentes configurações.


EUA anunciam novas regras para o uso comercial de drones!


Drone: os aparelhos de menos de 25 quilos poderão voar a uma altitude menor que 122 metros e a uma velocidade máxima de 161 km/h

Autoridades americanas anunciaram nesta terça-feira novas regras para o uso comercial de drones no país, mas as empresas, como a Amazon, ainda não estão autorizadas a enviar mercadorias para seus clientes com esses aparelhos.
Os drones de menos de 25 quilos poderão voar a uma altitude menor que 122 metros e a uma velocidade máxima de 161 km/h, segundo a Administração Federal de Aviação (FAA).
Os voos deverão ser realizados sob a luz do dia e, embora excluam as entregas automatizadas que estão sendo desenvolvidas por empresas como a Amazon, as novas regras farão com que o uso de drones seja cada vez mais comum.
Encarregados da FAA informaram que estão discutindo com o setor privado sobre a criação de regras específicas para as entregas com drones, mas não revelaram nenhum prazo.
Segundo a nova regulamentação, não é mais necessário possuir uma licença de piloto para teledirigir um drone. Agora, basta ter mais de 16 anos, fazer um teste e receber uma autorização da FAA.
"Queremos encontrar um bom equilíbrio entre inovação e segurança", disse o ministro americano do Transporte, Anthony Foxx, em uma conferência telefônica.
Os drones civis, pequenos aviões sem piloto e conduzidos por controle remoto, são usados principalmente para registrar imagens desde cima e como brinquedos.
Em 2013, a gigante americana de vendas on-line Amazon se referiu pela primeira vez à possibilidade de usar drones no futuro para entregar pequenos pacotes aos seus clientes.
Outros grandes grupos que também estudam essa possibilidade são a rede americana de lojas de departamento Wal-Mart, o grupo de internet Alphabet e o gigante chinês de e-commerce Alibaba.

Nova operadora terá tarifa única para ligações e internet!



Até o final do ano será lançada a Veek, a primeira operadora móvel virtual do Brasil dedicada ao público jovem, especialmente aquele de classe C.
Sua proposta é ser simples e objetiva, tendo tarifa única para o minuto de voz, independentemente da natureza da ligação (para móvel ou fixo, local ou de longa distância), assim como uma tarifa única por Megabyte trafegado e outra por SMS enviado. Não haverá serviços de valor adicionado (SVAs).
"Somos um 'pipe' eficiente, honesto e sincero. Gosto de dizer que não somos uma operadora, mas uma comunicação móvel, um serviço de conectividade", diz Alberto Blanco, criador da Veek, em entrevista exclusiva para MOBILE TIME.
Só serão vendidos planos pré-pagos. O controle do consumo, assim como o atendimento, acontecerá todo dentro de um aplicativo móvel para Android e iOS.
Os valores das tarifas ainda não foram definidos, mas Blanco promete que será mais barato que as teles tradicionais porque sua estrutura é mais enxuta, proporcionando menores custos operacionais.
A Veek disponibilizará uma calculadora para as pessoas compararem os preços: basta informar quanto consumiu em minutos, Megabytes e mensagens de texto no último mês com a sua operadora e será calculado em seguida quanto seria gasto na Veek. "Em 80% das vezes será mais barato na Veek", garante.
A meta da empresa é conquistar uma receita média por usuário de R$ 40 ao mês, diz o executivo.
Marketing multinível
Outra característica que distingue a Veek das demais operadoras é a adoção do modelo de marketing multinível. Os usuários que convidarem outros usuários serão remunerados por isso.
ada assinante tem um código identificador que deve ser informando pelos seus convidados quando estes se cadastrarem na Veek.
Cada novo assinante adquirido via web gera R$ 5 para o usuário que convidou.
Há também a possibilidade de se comprar um kit com dez SIMcards ao preço de R$ 100 e que podem ser revendidos a R$ 20 cada, gerando portanto um lucro de R$ 10 por cada assinante conquistado dessa forma.
Além disso, o "veeker", como são chamados os usuários que promovem a operadora, receberá 2,5% do valor de cada recarga feita pelos seus convidados diretos, mais 1% de cada recarga feita pelos convidados dos seus convidados, e outro 1% no nível seguinte de convidados. A partir do quarto nível, ele não recebe mais nenhuma participação.
Blanco está conversando com influenciadores da Internet de diferentes comunidades para estimulá-los a virarem veekers.
A ideia é que eles divulguem seu código de identificação em seus canais online: sempre que o código for informado quando do cadastro de um novo usuário, o influenciador ganhará dinheiro.
Os veekers receberão um cartão de débito da Mastercard no qual será carregada toda a receita gerada dentro do sistema. É o "Veek Card". Através do app, ele poderá também acompanhar a geração de receita através dos seus convidados.
Rede
A Veek usará a rede da TIM. Porém, seu contrato não é direto com a operadora, mas através da Surf Telecom, uma MVNE (mobile virtual network enabler).
A Surf Telecom, por sua vez, fornecerá o core da rede e o sistema de billing para a Veek e para outras operadoras virtuais no futuro. Na prática, para fins regulatórios, a Veek é uma operadora móvel virtual credenciada.
Experiência
Blanco tem larga experiência em marketing de telecomunicações. Ele foi o primeiro diretor de marketing da Oi, responsável pelo lançamento da marca da companhia, quase 15 anos atrás.
Depois, teve outros empreendimentos e atualmente é CEO da agência de marketing Riot, que vai cuidar da campanha de lançamento da própria Veek.

Como as novas tecnologias ameaçam os bancos!

O Uber se tornou a maior empresa de táxis do mundo sem ter nenhum táxi; o Airbnb virou uma das maiores locadoras de imóveis sem ter nenhum imóvel. Duas empresas que começaram muito pequenas conseguiram mudar totalmente a forma como realizamos duas coisas na nossa vida: transporte e viagens. É uma questão de tempo até que outra empresa desse tipo faça a mesma coisa com os serviços bancários e de pagamentos.
É assim que tanto os executivos de bancos e empresas de processamento de pagamentos enxergam a situação atual das “fintechs”. Esse é o nome dado às novas empresas que tentam unir o setor financeiro a novas tecnologias (por isso “fin-techs”). E ainda que elas não consigam acabar de vez com os bancos, elas deverão mudar totalmente a forma como os bancos se posicionam no mercado - segundo os próprios bancos.
Mudança de comportamento dos clientes
De acordo com Ricardo Guerra, diretor executivo do Itaú Unibanco, a internet e os smartphones são os principais responsáveis por essa mudança no mercado. A existência dessas tecnologias, em sua opinião, fez com que os clientes de diversos serviços se acostumassem a um “novo normal”: usá-los em qualquer hora e qualquer lugar. Naturalmente, os serviços de banco e pagamento também passaram a ter essa demanda.
Essa não foi a única mudança, porém, que fez com que a situação mudasse. A internet e os smartphones também foram importantes porque permitem que os clientes dos serviços se informem melhor e, com isso, se sintam mais empoderados. “Antes a empresa tinha mais poder, mas agora o consumidor tem muito mais informações, e com isso ele consegue saber quem presta o melhor serviço”.
E em muitos casos, a instituição que presta o melhor serviço não é um dos bancos tradicionais, mas uma empresa bem menor e mais nova. O Nubank, por exemplo, oferece aos seus clientes um cartão de crédito sem qualquer tarifa.
Todo o cadastro é feito pela internet, por meio do smartphone do usuário: ele usa a câmera frontal para tirar uma foto de seu rosto, e assina o contrato com o dedo sobre a tela. O Banco Original também oferece um serviço semelhante para a abertura de contas: todo o processo é online, e todos os serviços do banco (transferências, extratos e até mesmo depósitos) podem ser feitos pelo aplicativo de smartphone do banco.
Isso é possível graças a uma deliberação do Conselho Monetário Nacional, que autorizou que a abertura e fechamento de contas correntes pudessem ser feitos sem a necessidade da presença física do cliente na agência. Antes, essa presença era um requisito imprescindível. Mas essa deliberação foi parte de um programa do Banco Central para ampliar a oferta de serviços financeiros à população.
Trata-se de uma situação a que os bancos “tradicionais” ainda não se adaptaram. Mas, segundo Guerra, o Itaú já tem uma solução do tipo em fase de testes, e que deve ser lançada ainda neste ano. Roberto Zorron, gerente executivo do Banco do Brasil, informou que o banco também tem planos nesse sentido, embora não tenha informado uma data.
Novidades nos pagamentos
No setor de pagamentos, também há serviços semelhantes em ascenção - e eles nem são de empresas tão novas ou pequenas assim. Tanto a Apple quanto o Google e a Samsung já possuem sistemas de pagamento que usam os chips NFC de seus smartphones para que o prórpio dispositivo se torne uma espécie de cartão.
Como muitas pessoas já ficam com o celular na mão enquanto esperam para pagar, esses sistemas podem acabar facilitando a vida. Para incentivar seu uso, as empresa também podem oferecer programas de pontos ou bônus aos usuários que pagarem com esse recurso.
Mas, mais do que isso, eles permitem que as empresas ganhem parte do valor da transação. Esse modelo de negócio é semelhante à forma como as empresas que vendem as maquininhas de cartão de crédito e débito ganham parte do valor das vendas feitas usando essas máquinas.
Ainda assim, Fernando Chacon, presidente da Rede Pagamentos, diz que não se sente ameaçado por essa possibilidade. A Rede é uma empresa que fornece sistemas de pagamento (tais como as maquininhas de cartão) para lojistas, e segundo seu presidente, está desenvolvendo uma nova máquina que, além de aceitar cartões, também será capaz de oferecer essas formas de pagamento.
Chacon vê essa tendência de “virtualização” dos pagamentos como uma oportunidade. “A Rede quer cuidar de todo tipo de pagamento digital”, diz. Para ele, a queda no uso de dinheiro e a presença cada vez maior da Internet das Coisas na vida das pessoas devem trazer ainda mais oportunidades de negócios.
Outra vantagem da digitalização dos pagamentos é que eles geram dados que também podem ser analisados e estudados pelas lojas e empresas. Ao analisar, por exemplo, o perfil dos consumidores de um estabelecimento e a hora em que eles costumam comprar mais, a Rede pode oferecer estratégias interessantes para que seus clientes consigam vender ainda mais.
O presidente da Rede ainda enxerga, para o futuro, mais uma oportunidade interessante: disponibilizar as APIs (interfaces de programação) de suas principais tecnologias, permitindo que desenvolvedores externos criem novos serviços para elas.
De serviços para plataformas
Com a abertura das APIs para outros desenvolvedores, Chacon vê uma tendência na qual os serviços de pagamento deixarão de ser apenas um serviço, mas se tornarão uma plataforma de prestação de serviços, para as quais qualuqer um pode contribuir e da qual todos podem se beneficiar.
No sistema bancário, por outro lado, o mesmo processo deve acontecer. É essa a opinião de Sajal Mukherjee, líder de transformação bancária global da IBM. A “plataforma”, em sua definição, é uma estrutura que suporta a criação de múltiplos serviços, produtos ou tecnologias. O Facebook, a Uber e o Airbnb são exemplos de plataformas, já que, neles, diversas pessoas podem oferecer e consumir serviços.
O essencial dessas plataformas é que elas não têm um ponto central: elas são resultado de diversas parcerias, e Mukherjee acredita que, no futuro, haverá apenas algumas grandes plataformas, ou “supermercados financeiros digitais”, que serão o resultado de parcerias entre bancos, fintechs e desenvolvedores externos. Um dos nomes que se dá a esse processo, segundo o executivo da IBM, é “unbundling of banks” - o “desmonte dos bancos”.
Trata-se, segundo ele, de uma realidade que já está acontecendo. O Solaris Bank, na Alemanha, um banco relativamente novo, já pensa o seu sistema como uma plataforma. No Reino Unido, o Open Payments Ecossystem também busca fazer o mesmo, mas com pagamentos. Todo esse processo passa pela abertura das APIs dos bancos para desenvolvedores. Algo que o diretor executivo do Banco do Brasil Roberto Zorron afirmou que seu banco seria o primeiro a fazer por aqui.
Nesse novo cenário, os bancos, as fintechs e outros desenvolvedores terão um papel, se não igual, ao menos semelhante na criação de um ambiente em que todos possam criar e consumir valor. E, na opinião de Mukherjee, os bancos já sabem que esse futuro é inevitável e estão se esforçando para ter a melhor posição possível nele
Se você não pode vencê-los...
Segundo Guerra, o diretor executivo do Itaú Unibanco, as fintechs “nada mais são do que uma sala de aula”, já que, quando elas fazem sucesso, é porque elas conseguem atender bem a uma demanda dos clientes, e o banco precisa aprender com isso. No entanto, ele reconhece que “sim, algumas delas podem eventualmente ser uma ameaça, e vão ser concorrentes nossas como quaisquer outros”.
Uma forma de evitar essa última situação, no entanto, é “capturar” as fintechs antes de que elas surjam. A estratégia encontrada por várias instituições para por isso em prática foram as incubadoras ou aceleradoras de start-ups, uma tática que Mukherjee enxerga como sendo parte de uma tendência global.
O Itaú Unibanco tem uma aceleradora desse tipo. Chamada de Cubo, ela é um prédio de 6 andares localizado na Vila Olímpia, em São Paulo. Lá, 55 start-ups, selecionadas denter mais de 650,  trabalham para desenvolver ideias que, na visão do Itaú, podem ajudar o banco a atender melhor seus clientes.
Segundo Érica Janinni, Superintendente de Gestão de TI do Itaú Unibanco, a ideia do espaço é ser uma “plataforma de empreendedorismo” e “trazer o ecossistema [de start-ups] para um lugar só. “As start-ups ganham exposição, aprendizado com os mentores do banco, credibilidade no mercado e podem fazer networking por dividirem o mesmo espaço”, explica. O vídeo 360 graus abaixo mostra o espaço:
Para o banco, por outro lado, também se trata de um arranjo positivo. Isso porque a empresa tem contato com as novas tecnologias, a inovação e a agilidade do trabalho das start-ups, e o que Érica chama de uma “cultura de escassez” que norteia a forma como empresas pequenas e novas trabalham. 
Mas mesmo empresas de outros ramos estão adotando essa estratégia. A seguradora Porto Seguro, por exemplo, também possui uma aceleradora desse tipo, chamada de “Oxigênio”. Ela tem parcerias com a Plug’n’Play, uma aceleradora semelhante do Vale do Silício, e com a Microsoft, Google, Amazon e IBM, que fornecem infraestrutura de rede e software.
De acordo com Ítalo Flammia, o diretor da Oxigênio, mais de mil start-ups se inscreveram para o primeiro ciclo de residência, mas apenas 5 foram escolhidas. Cada uma delas recebeu da Porto Seguro US$ 50 mil em dinheiro, mais outros US$ 100 mil em investimentos. Em troca, elas deram à Porto Seguro uma participação de 10% em seus negócios.
Embora Flammio ressalte que a aceleradora não tem o objetivo de dar lucro, ela foi criada para permitir que a Porto Seguro tenha contato com novas soluções e “invista em empresas com um potencial exponencial de crescimento”.
Belos frutos
O Bradesco também possui uma estratégia semelhante de atração de start-ups, achama de InovaBRA. Foi dela que saiu, por exemplo, a Quero Quitar. Trata-se de uma plataforma de negociação de dívidas. O usuário endividado pode se cadastrar nela, informar suas dívidas e ter acesso a uma série de oportunidades de quitá-las. Bancos e outras instituições, do outro lado, podem avaliar as propostas feitas pelos usuários e aceitá-las.
Para Natália Alexandria, que trabalha na área comercial da start-up, o arranjo é vantajoso tanto para os usuários quanto para os bancos. “Os usuários não ficam coagidos com as ligações das centrais de cobrança, por exemplo, e os bancos também ganham porque conseguem ter acesso aos dados dos clientes”, explica.
Quando a negociação de uma dívida tem sucesso, a Quero Quitar ganha uma percentagem do valor negociado como “taxa de sucesso”, e é daí que vem a sua receita. E como a empresa só tem custos com infraestrutura e tecnologia, ela é bem mais rentável que um centro de cobranças. Por esse motivod, Alexandria não ve a empresa como uma concorrente dos bancos - o Bradesco, aliás, é um de seus maiores clientes.
Bernardo Faria, vice-presidente da Foxbit, também não vê uma situação de rivalidade entre sua empresa e os bancos. A Foxbit é uma corretora de compra e venda de bitcoins. Por meio da plataforma, o usuário consegue comprar e vender rapidamente essa moeda, o que tem uma série de utilidades, particularmente para algumas compras e remessas internacionais.
Por tratar-se de uma moeda descentralizada, as bitcoins não são sujeitas a taxas de transferência bancária, o que faz com que seja muito mais barato transferir um bitcoin para outro país do que transferir o equivalente a esse valor em moeda local. Além diss, segundo Faria, o esquema não esbarra em qualquer problema de regulamentação.
Faria acredita, no entanto, que os bancos não têm motivos para ver na Foxbit uma concorrente, já que ela oferece um serviço que nenhum banco oferece atualmente. Por esse mesmo motivo, ele acha bastante improvável que algum banco venha a se interessar por investir na Foxbit ou mesmo abordá-lo para uma aquisição.
Meso com todas essas mudanças, no entanto, Ricardo Guerra não acredita que as agências físicas deixarão de existir. “É interessante que você tenha serviços digitais de pagamento, mas você também tem aquele cliente que quer ser atendido na agência, e para ele a agência precisa estar lá”, diz.





Google cria 5 regras para garantir que a inteligência artificial seja segura!

Sistemas de inteligência artificial estão se espalhando com rapidez e, sendo dono de um dos robôs que mais chamaram atenção recentemente (aquele que venceu um campeonato de Go), o Google quer deixar claro que está levando em consideração a possibilidade de que as máquinas fiquem espertas demais.
Em comunicado divulgado nessa quarta-feira, 22, a companhia afirma que embora os riscos relacionados a inteligência artificial venham recebendo muita atenção pública, a maior parte da discussão tem girado em torno de hipóteses e especulações.
Por isso o Google fechou parcerias com pesquisadores de Stanford, Berkeley e da OpenAI para desenvolver um estudo técnico que mergulha fundo na questão. “Nós listamos cinco problemas que achamos que serão muito importantes à medida que aplicamos IA em mais circunstâncias gerais”, explica a companhia.
Os cinco tópicos são:

  • Evitar efeitos colaterais negativos: como podemos assegurar que um sistema de IA não causará distúrbios em seu ambiente de forma negativa enquanto persegue seus objetivos, por exemplo, um robô de limpeza que derruba um vaso porque ele pode limpar mais rapidamente se fizer isso?
  • Evitar prêmios por trapaças: como podemos evitar o jogo da função por recompensas? Por exemplo, não queremos este robô de limpeza simplesmente cobrindo sujeira com materiais através dos quais ele não consegue ver.
  • Supervisão escalonável: como podemos assegurar eficientemente que um sistema de IA respeite os aspectos do objetivo que são muito caros para serem frequentemente avaliados durante o treinamento? Por exemplo, se um sistema de IA recebe avaliação enquanto realiza uma tarefa, ele precisa usar essa avaliação eficientemente, porque pedir com muita frequência seria irritante.
  • Exploração segura: como asseguramos que um sistema de IA não faça movimentos exploratórios com repercussões muito negativas? Por exemplo, talvez um robô de limpeza devesse fazer experimentos com estratégias envolvendo esfregão, mas ele claramente não deveria tentar colocar um esfregão molhado numa tomada.
Robustez em mudanças de turnos: como asseguramos que um sistema de IA reconheça e se comporte com robustez quando ele estiver em um ambiente muito diferente do seu ambiente de treinamento? Por exemplo, aprendizados heurísticos de um chão de fábrica talvez não sejam seguros o bastante para um escritório.



Avião movido a energia solar termina seu primeiro voo transatlântico!

Lembra do Solar Impulse 2, o avião movido a energia solar que está voando ao redor do mundo? Ele acabou de concluir a travessia do Oceano Atlântico.
O piloto Bertrand Piccard saiu de Nova York às 2h30 (horário local) do dia 20 de junho e passou 71 horas e 8 minutos no ar, chegando à Sevilha, na Espanha, nesta quinta-feira, 23, às 7h38 (horário local).
"Cruzar o Oceano Atlântico é um desafio. O avião é sensível à turbulência, por isso temos de planejar a rota com cuidado e identificar o clima perfeito”, explica Alexandra Gindroz, chefe de relações com a mídia do Solar Impulse.
O modelo é coberto por mais de 17 mil fotoelétricas que alimentam quatro baterias. Durante a viagem de volta ao mundo, os pilotos e fundadores da empresa, Bertrand Piccard e André Borschberg, estão se revezando no controle da aeronave.
Gindroz lembra que o piloto fica sozinho em uma cabine não pressurizada, logo precisa usar máscara de oxigênio quando está em altitudes elevadas, e só pode dormir 20 minutos por noite.
A próxima parada deve ser na Grécia ou no Egito antes de finalmente retornar para Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, onde começou a viagem.

O novo robô do Google é um cachorro que ajuda nas tarefas de casa!

A Boston Dynamics, empresa que pertence ao conglomerado Alphabet (que também controla o Google), revelou um novo projeto de robô. A máquina da vez parece mais uma mistura robótica entre um cachorro, por causa do tamanho, e uma girafa, pela extensão do pescoço. O SpotMini, no entanto, quer ser mais do que um animal eletrônico de estimação; ele pode ser o faxineiro da casa.
A máquina usa a tecnologia da empresa para reconhecimento de ambiente e locomoção, mas em vez de recorrer à hidráulica para movimentação, o SpotMini usa motores elétricos, o que permite que ele seja mais silencioso que outros robôs da Boston Dynamics. Em uma recarga, ele pode funcionar por até 90 minutos, dependendo da tarefa que estiver realizando.
O robô pode aprender com os seus humanos a realizar várias funções, o que inclui transportar coisas pela casa, como comida ou bebidas para os seus donos, ou colocar objetos na pia na máquina de lavar louça, como mostra o vídeo de demonstração abaixo.
Como conta com a tecnologia da Boston Dynamics, o robô é extremamente eficiente em se movimentar sem cair no chão (basta lembrar que os robôs da empresa são constantemente chutados nos testes). Na demonstração, ele até escorrega em cascas de banana, mas ele também é capaz de usar o seu braço mecânico para ficar em pé novamente, sem depender de assistência humana.
O braço articulado e a mão também são destaques à parte. Usando um giroscópio, a máquina é capaz de manter a garra parada no espaço enquanto o restante do corpo se move. Em uma situação real, esta capacidade permite que o robô transporte objetos delicados e materiais perigosos até mesmo em terrenos irregulares.
Seja o que Deus quiser rsrsrs!


Vazam imagens de possível sucessor do Moto E!

A Motorola já lançou novas versões do Moto G e anunciou os novos Moto Z, sucessores da linha Moto X. No entanto, o Moto E, aparelho mais de entrada da marca, ainda não teve um sucessor anunciado. É possível que esse seja o papel que a empresa enxerga para o Vibe C2, que recentemente surgiu em algumas imagens na internet.
De acordo com o PocketDroid, que teve acesso aos renders vazados, o dispositivo terá configurações de entrada semelhantes às do Moto E. Ele terá tela de 5 polegadas com resolução HD (720x1280 pixels), processador MediaTek MT6734P, 1GB de RAM, 16GB de armazenamento, câmera traseira de 8MP e câmera frontal de 5MP, além de bateria de 2750 mAh de capacidade. Ele estará disponível nas cores preta (acima) e branca.
O dispositivo seria um sucessor do Lenovo Vibe C, que é vendido no mercado asiático. Ainda não se sabe se o aparelho será lançado no Brasil, mas dado que a Lenovo tem trazido uma série de dispositivos de sua linha Vibe para cá, é possível que o C2 também venha.
Essa atitude faria sentido, já que a faixa de preço ocupada pelo Moto E (cerca de R$ 500) ficou praticamente nos últimos meses. Praticamente apenas o Redmi 2, da Xiaomi, fica nessa faixa. Trazendo um "sucessor" daquele aparelho para cá, a Lenovo conseguiria acessar um mercado consumidor que não tem sido contemplado pelos últimos lançamentos. 


Capa para iPhone tem bateria e expande armazenamento em até 128 GB!



A SanDisk desenvolveu uma capa para iPhone que promete proteger o dispositivo e disponibilizar mais espaço para armazenamento interno. Chamada de iXpand, a capa está disponível em modelos de 32 GB, 64 GB e 128 GB.
Para aproveitar os recursos os usuários precisarão baixar um aplicativo da SanDisk. Através da capa será possível também configurar o dispositivo para fazer backup automático dos arquivos, além de utilizar o armazenamento protegido por criptografia.

A capa também vai com uma bateria removível de 1900 mAh que será vendida separadamente por US$ 40. O iXpand chegará ao mercado custando US$ 60 no modelo de 32 GB, US$ 100 no modelo de 64 GB e US$130 no modelo de 128 GB.
Ai sim rsrsrs!


Apps maliciosos se unem para roubar dados e até dinheiro do usuário!

A Intel Security divulgou nesta quinta-feira, 23, o relatório mensal de ameaças da McAfee Labs. O documento explica como é a dinâmica de conluio entre os aplicativos, isso é, quando os criminosos manipulam dois ou mais apps para orquestrar ataques aos usuários. No último mês, a empresa observou o comportamento em mais de 5 mil versões de 21 apps.
Considerada por muitos especialistas como uma ameaça teórica por muitos anos, os conluios de aplicativos aproveitam os recursos comuns de comunicação entre os apps para realizar atividades nocivas. Esse tipo de conspiração exige ao menos 1 app com permissão para acessar informações restritas e um aplicação sem essa permissão, mas com acesso fora do dispositivo e a capacidade de comunicação entre ambos.
A McAfee Labs encontrou 3 tipos de ameaça que podem ser resultantes do conluio entre aplicativos de dispositivos móveis:
  • Roubo de informações
Um app com acesso a informações confidenciais colabora, voluntária ou involuntariamente, com um ou mais aplicativos para enviar informações fora dos limites do dispositivo.
  • Roubo financeiro
Um aplicativo envia informações para outro aplicativo, o qual pode executar transações financeiras ou fazer chamadas de API financeiro.
  • Abuso de serviços
Um app controla um serviço do sistema e recebe informações ou comandos de um ou mais aplicativos para gerenciar uma série de atividades maliciosas.
Nessa prática, um dos aplicativos pode estar colaborando intencionalmente ou não, devido ao vazamento de dados acidental, inclusão de uma biblioteca maliciosa ou kit de desenvolvimento de software malicioso. Esses apps podem utilizar um espaço compartilhado para trocar informações sobre privilégios concedidos e para determinar qual deles está posicionado de forma ideal para servir de ponto de entrada para comandos remotos.
Como se proteger?
De acordo com os pesquisadores, uma vez identificados, os aplicativos podem ser bloqueados. Para diminuir os riscos, o relatório sugere baixar aplicativos apenas de fontes confiáveis, evitar apps com propaganda integrada, não fazer “jailbreak” em dispositivos móveis e o mais importante, sempre manter o sistema operacional e os aplicativos atualizados.